julho 30 2010

5º Prêmio Contigo! de Cinema Nacional: Irandhir Santos concorre na categoria de Melhor Ator

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Irandhir Santos foi indicado ao Prêmio de Melhor Ator no Prêmio Contigo! de Cinema Nacional. Os outros atores indicados são Cauã Reymond (Se Nada Mais Der Certo), Paulo José (Quincas Berro D’Água), Dan Stulbach (Tempos de Paz), Nelson Xavier (Chico Xavier) e Paulo Miklos (É Proibido Fumar). Só tem fera!

Para votar clique na imagem acima ou acesse o link a seguir: http://contigo.abril.com.br/blog/premio-cinema/2010/06/15/melhor-ator/

julho 25 2010

Irandhir Santos é ‘o cara’, e a cara da vez no cinema nacional

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Onipresente nas telas, ator se junta ao time de Nachtergaele e João Miguel. Ele está em ‘Quincas Berro Dágua’, ‘Olhos azuis’ e ‘Tropa de elite 2′.

G1 Pop & Arte, 21/05/2010
Por Ronaldo Pelli

Você talvez não se lembre de imediato do nome Irandhir Santos, mas certamente o rosto do ator vai ficar cada vez mais familiar para quem acompanha o cinema nacional. Só neste mês, ele está nos filmes “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, já em cartaz, em “Quincas Berro Dágua”, que estreia na sexta (21) e em “Olhos azuis”, que chegará às telas no dia 28.

Além desses, Irandhir também faz um dos principais papéis de “Tropa de elite 2” – longa que é aposta de sucesso nas bilheterias – e já se prepara para filmar no segundo semestre “A febre do rato”, novo projeto do diretor Claudio Assis.

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Irandhir (esquerda) carrega ‘Quincas’ (Paulo José) junto com Flávio Bauraqui (Foto: Divulgação)

Mesmo assim, ele não se acha “o cara” da vez no cinema. “Sou apenas o cara que está gostando de fazer cinema”, diverte-se. O acanhado pernambucano, que começou a aparecer para o Brasil em “Cinema, aspirinas e urubus” (2005), do conterrâneo Marcelo Gomes, repete uma trajetória de outros atores, como Matheus Nachtergaele, João Miguel e Dira Paes. Todos tiveram suas fases e foram “a cara” do cinema nacional nos últimos anos.

Em “Quincas”, interpreta o cabo Martim, que comanda a tropa de amigos boêmios de Quincas, vivido por Paulo José, que vão levá-lo para passear pelas ruas de Salvador, mesmo morto.

“O ‘Quincas’ foi desafiador porque foi feito todo em noturna. A gente passou quase oito semanas filmando à noite, trocou o dia pela noite. Isso, fisicamente, era difícil de fazer, mas teve uma força de vontade da equipe, com o grande motor da equipe sendo o Paulo José. Ele veio com uma energia especial para esse projeto e contagiou todo mundo”, explicou Irandhir.

Cinema: uma necessidade
Curiosamente, a sua entrada no cinema foi por uma questão de necessidade. Filho de um bancário que se mudava constantemente, Irandhir explica que eram raras as salas de cinema nas pequenas cidades do interior. O jeito para se aproximar dos filmes foi, então, participar de um deles.

“Desde criança gosto de cinema, sou um grande espectador. E quando eu tive a primeira oportunidade, comecei a fazer os filmes.”

Talvez por essa infância nômade, ele goste tanto de ficar em casa, e nem pensa, por enquanto, em sair de Recife.

“Hoje independe o lugar onde você vive. Não é determinante morar no eixo efervescente, onde se encontram as produções. Com a experiência que venho tendo, descobri em mim o prazer de permanecer. De viver as histórias que eu tenho aqui da minha terra.”

Local, universal
O Nordeste é tão presente para Irandhir que aparece em sua obra até em seu primeiro e único, por enquanto, trabalho para a TV: ele foi o Quaderna, protagonista da série “A pedra do reino”, projeto do diretor Luiz Fernando Carvalho.

“Foi um período especial na minha vida com imersão no trabalho muito forte. Devido à característica do Luiz Fernando Carvalho de trabalho. Ele nos levou para o sertão da Paraíba onde passamos quase cinco meses, dentro do que seria o seria o cenário, na cidade narrada no livro de Ariano Suassuna, cercado de profissionais, que eram verdadeiros professores. Me senti numa segunda universidade”, diz Irandhir que é formado em Artes Cênicas.

Mas, apesar de ressaltar bastante as raízes, Irandhir acredita que, quanto mais se explora essas mesmas raízes, mais se é universal. E usa o próprio Ariano Suassuna, a quem considera como uma espécie de ídolo, para explicar o seu raciocínio.

“Gosto muito do jeito que Ariano escreve, tão fiel às suas raízes, mas tão profundo, que extrapola os limites. Ele foi o início. Ele que povoou a minha mente na adolescência. Foi ele o responsável por estar pisando num palco, nas primeiras peças que fiz na escola e até amadoras: foram textos de Ariano.”

Ariano, porém, não é o único a quem Irandhir considera capaz de falar, ao mesmo tempo, sobre o local e o universal. O “Quincas”, de Sérgio Machado, também é um exemplo.

“O que eu gostei muito é que (o filme) é a cara da Bahia, mas ele vai tão profundo na raiz dele que levanta temas universais. Amizade, o filme é uma grande celebração à vida, e o Sérgio (Machado) pontua muito bem isso. Para os atores que não eram de lá, foi o grande gancho para a gente se sentir à vontade nessa história.”

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‘Olhos azuis’ traz Irandhir como imigrante ilegal nos Estados Unidos. (Foto: Divulgação)

Mesmo “Tropa de Elite 2” tem essa característica para ele. Seu personagem, o professor de história Diogo Fraga bate de frente com a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Defensor dos direitos humanos, Diogo é contra todo mundo que for a favor da estrutura política vigente fluminense – inclusive aí um tal de capitão Nascimento.

“O meu personagem vem para dizer que há outras forças de resolver a criminalidade além da violência. Que o narcotráfico, sim, é um problema, mas que a polícia também acaba sendo um problema quando ela quer resolver tudo na medida força. E é também um problema que extrapola o estado do Rio de Janeiro.”

Fronteiras
Outro filme que fala sobre a questão das fronteiras – mas dessa vez, literalmente – é o longa “Olhos azuis”, de José Joffily. Nele, Irandhir é Nonato, um emigrante brasileiro que mora nos EUA e tenta entrar no país que adotou, mas encontra um policial que implica com ele.

“Nunca fui aos EUA e nunca vivi uma experiência parecida com o filme, mas tenho relatos de pessoas próximas. O próprio Joffily me fez conhecer algumas pessoas que passaram por isso.. Como é difícil essa questão do imigrante, do estrangeiro lá fora”, questiona, para completar: “Diferente do Nonato, eu vou para outros estados, trabalho e volto. Aqui que eu permaneço”.

“Aqui” bem que poderia ser o cinema.

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Link para a matéria no G1 e para ver os trailers dos filmes

julho 22 2010

Irandhir Santos com Leila Farias e Walter Leite

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Foto de Irandhir Santos na coluna de João Alberto, no caderno Viver do Diário de Pernambuco do dia 22 de julho de 2010.

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Link para a nota no Diário de Pernambuco

julho 02 2010

Elenco e convidados conferem a pré-estreia de Quincas Berro D’água

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A sessão foi no Cinemarck Downtown, na Barra

Contigo!, 05/05/2010
Por Marcelle Lira – Edição Lorena Forti

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Muitos famosos compareceram ontem (4/5/2010) à pré-estreia do longa Quincas Berro D’Água, no Cinemark do Shopping Downtown, na Barra, no Rio de Janeiro. Estiveram presentes atores do elenco, como Paulo José (protagonista), Mariana Ximenes, Vladimir Brichta, Milton Gonçalves, Irandhir Santos, Luis Miranda e Flavio Bauraqui, além do próprio diretor do filme, Sérgio Machado, e outros famosos como: Letícia Spiller, Lázaro Ramos, Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini.

Vladimir Brichta, que interpreta Leonardo no longa-metragem, não cansa de assistir ao filme: ”Faço o Leonardo, casado com a personagem da Mariana Ximenes. Ele é do núcleo burguês. No filme, tenho a tarefa de defender a burguesia decadente. O filme vai ser divertido, tem um elenco encantador, envolvente. O Paulo José está fazendo um trabalho magnífico. É um dos poucos filmes que vejo pela quarta, quinta vez e sempre me encanto. Recomendo mesmo!”.

Milton Gonçalves, estreando dois longas ao mesmo tempo, defende o filme brasileiro: ”Ainda não vi o filme pronto. Pra mim, vai ser uma surpresa. Estou muito feliz! Hoje estreio dois filmes: além deste, o Segurança Nacional . Os filmes são maravilhosos! Temos que prestigiar mesmo a arte nacional!”. O ator logo voltará à TV, com uma participação num episódio de Força Tarefa (TV Globo).

Lázaro Ramos, de acordo com Milton Gonçalves, comentou: ”Muito bom prestigiar os filmes nacionais, e sei que este tem várias qualidades artísticas. Fiz o primeiro filme do Sérgio Machado, e dizem que, geralmente, os primeiros são melhores do que os que seguem. Mas acho isso um mito. Vim assistir com a alma aberta e tenho certeza de que é um ótimo filme” .

Taís Araújo, já no fim das gravações de Viver a Vida, falou dos novos projetos: ”Estou em êxtase, mas louca para sair de férias, descansar. Quero viajar, mas ainda não sei para onde. O que tenho certeza é que, um dia depois da novela terminar, vou divulgá-la em Portugal, onde as novelas brasileiras sempre fazem um grande sucesso. Devo ficar por lá durante uma semana. A novela é um sucesso lá! Tenho alguns projetos, e entre eles está fazer teatro. Tem três anos que não faço e quero voltar aos palcos”.

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Link para a matéria na Contigo!

julho 01 2010

Melhor Ator Coadjuvante para Irandhir Santos no Festival Paulínia de Cinema

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Festa na nossa Hollywood
Festival de Paulínia, no interior de São Paulo, chega à segunda edição atraindo estrelas e diretores. Aos poucos, a cidade se torna um forte pólo de cinema nacional

Contigo!, 21/07/2009

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Fotos: Aine Arruda / Divulgação Olhos Azuis

Apesar de ainda engatinhar no mundo competitivo dos eventos cinematográficos brasileiros, o Festival Paulínia de Cinema, realizado no município a 120 quilômetros de São Paulo, chega à segunda edição com uma força pouco vista no gênero. Somente na abertura, na quinta-feira (9), foram investidos cerca de 5 milhões de reais, e a data serviu para a pré-estreia brasileira de À Deriva, longa brasileiro que participou da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, e levou ao Teatro Municipal de Paulínia astros como Cauã Reymond, 29 anos, Selton Mello, 36, Lázaro Ramos, 30, e Debora Bloch, 46. No encerramento, quinta-feira (16), contudo, quem se destacou foi o diretor José Joffily, 63, que recebeu o troféu Menina de Ouro de Melhor Filme por seu drama Olhos Azuis – também faturando nas categorias de Melhor Atriz para Cristina Lago, Melhor Roteiro para Paulo Halm e Melanie Dimantas, Melhor Ator Coadjuvante para Irandhir Santos, Melhor Som e Melhor Montagem.

Paulínia possui uma estrutura cinematográfica que está rendendo a ela o apelido de Hollywood do Interior. O Fundo Municipal de Cultura atrai produtoras e estúdios para a região. Ao longo do festival foram 14 longas inéditos em exibição em disputa por prêmios que iam de 15 a 60 mil reais por categoria. ”Temos de agradecer bastante a esta cidade, que apoiou o filme desde o início”, confirma o produtor Francisco Ramalho Jr., 69, vencedor do júri popular e do prêmio especial do júri oficial por O Contador de Histórias, de Luiz Villaça.

A noite de encerramento também foi emocionante para o diretor Daniel Filho, 71, que apresentou o inédito Tempos de Paz, estrelado por Tony Ramos, 60. Daniel ainda foi o grande homenageado do festival, recebendo o Menina de Ouro honorário das mãos da filha, Carla, e protagonizou um documentário sobre a carreira, apresentado pelos atores Guilhermina Guinle, 34, e Murilo Benício, 38.

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Link para a matéria na Contigo!