agosto 29 2010

Irandhir Santos leva o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema Brasileiro de Paris

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Folha Online – Ilustrada, 11/05/2010
da Reportagem Local

Festival de Cinema Brasileiro de Paris anuncia vencedores

O Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que está em sua 12ª edição, anunciou nesta terça-feira (11) os seus vencedores.

“Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo”, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz, foi escolhido como o melhor filme.

O prêmio de melhor atriz ficou com Nanda Costa, por “Sonhos Roubados”, de Sandra Werneck.


Trailer do filme “Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo” com a narração premiada de Irandhir Santos.

Já o prêmio de melhor ator foi dividido pelos atores David Rasche e Irandhir Santos. Rasche venceu por “Olhos Azuis”, de José Joffily. Santos foi lembrado pelo mesmo filme e pela narração de “Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo”.

O júri era composto pelos cineastas François Favrat e Agnes Jaoui e pelas atrizes Marie Espinosa e Helena Noguerra.

O júri popular escolheu o filme “Elvis & Madona”, de Marcelo Laffitte, como o melhor filme do festival.

O Festival segue até 18 de maio, com a exibição dos filmes que estão fora de competição.

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Fonte: Folha Online – Ilustrada

agosto 29 2010

Irandhir Santos na coluna ‘…e ponto’ de Daliana Martins

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nota-irandhir

Nota publicada na coluna ‘…e ponto’ do blog Sociais, escrito por Daliana Martins, no portal Pe360graus.

Para mais informações sobre o prêmio ganho por Irandhir Santos no Brazilian Film Festival, em Miami Beach, clique aqui.

agosto 25 2010

Irandhir Santos ganha o prêmio de Melhor Ator no 14º Brazilian Film Festival, em Miami Beach

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G1 Pop & Arte, 28/08/2010
Por Dolores Orosco

‘Salve geral’ leva quatro prêmios em Miami

Drama foi o eleito do público e da crítica no 14º Brazilian Film Festival.
Documentário ‘Dzi Croquettes’ também levou estatueta de melhor filme.

O drama “Salve geral”, do diretor Sergio Rezende e protagonizado por Andréa Beltrão, foi o grande destaque da premiação do Brazilian Film Festival, em Miami Beach, que chegou ao fim na noite deste sábado (21). A produção, que narra a onda de violência promovida por uma facção criminosa na cidade de São Paulo em 2006, levou o troféu Lente de Cristal nas categorias edição e direção, além de ser eleito o melhor filme da mostra segundo o público e a crítica.

No entanto, pela primeira vez em 14 edições, os espectadores de Miami dividiram o prêmio de melhor longa-metragem entre duas produções. Além de “Salve geral”, o documentário “Dzi Croquettes” também levou o troféu de melhor filme.

Premiado na Mostra Internacional de São Paulo e no Festival do Rio, “Dzi Croquettes”, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, conta a história da trupe teatral carioca que promovia espetáculos de dança e música marcados pelo deboche e a quebra de tabus sexuais nos anos 70.

“Prêmio popular é sempre muito emocionante”, comemorou Tatiana. “E a história dos Dzi sempre comove as pessoas por ser surpreendente, mágica”, completou.

Atuações
Rosto novo no cinema nacional, a atriz Nanda Costa, de 23 anos, recebeu mais um tributo por sua comovente atuação no filme “Sonhos roubados”, de Sandra Werneck.

Premiada nas mostras do Rio e de Paris, Nanda interpreta Jéssica, uma adolescente, mãe solteira e moradora de uma favela que se prostitui para ajudar a família e se divertir nos finais de semana no baile funk.

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Foto: Divulgação do filme Olhos Azuis

O melhor ator da mostra foi Irandhir Santos, por “Olhos azuis”, de José Joffily. Na trama, ele vive um imigrante brasileiro que passa por uma situação trágica ao tentar entrar nos Estados Unidos.

Irandhir e Nanda ficaram sabendo que foram premiados no festival por telefone. A dupla não pode participar da cerimônia em Miami, pois está filmando no Recife “A febre do rato”, novo longa do diretor Claudio Assis (de “Baixio das bestas” e “Amarelo manga”).

Público da mostra
Realizado há 14 anos no tearo Colony, em Miami Beach, o Brazilian Film Festival apresenta ao público da cidade uma seleção de filmes nacionais recentes. Nesta edição, a mostra exibiu 40 produções entre longas e curta-metragens.

Segundo Claudia Dutra, diretora fundadora do festival ao lado de Adriana Dutra e Viviane Spinelli, este ano o festival atraiu 13 mil pessoas com sua programação entre os dias 13 e 20 de agosto. “Cerca de 74% do público foi de espectadores americanos. Constatamos que desde que iniciamos o festival o interesse dos estrangeiros pelo nosso cinema aumentou bastante”.

Adriana explica que os espectadores da mostra se tornaram mais exigentes com o avançar das edições. “No início havia uma clara preferência pelas comédias mais comerciais. Percebemos que houve uma alteração de perfil, agora o público quer mais variedade. A vitória do ‘Salve geral’ está aí pra provar essa mudança de mentalidade”.

A cerimônia de premiação do Brazilian Film Festival aconteceu no teatro Lincoln e terminou com show da cantora Maria Gadú – bastante esperada pelo público presente no local, formado em grande parte por brasileiros que vivem em Miami.

As mestres de cerimônia foram as atrizes Camila Morgado e Natalia Lage, que usavam idênticos vestidos risca-de-giz da grife Huis-Clos. Elas apresentaram a premiação em inglês e brincavam com o fato de estarem usando modelitos iguais.

Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados na mostra:

Longa-metragem
Filme: “Salve geral”, de Sergio Rezende
Filme (segundo o voto popular): “Dzi Croquettes”, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, e “Salve geral”, de Sergio Rezende
Direção: Sergio Rezende, por “Salve geral”
Ator: Irandhir Santos, por “Olhos azuis”
Atriz: Nanda Costa, por “Sonhos roubados”
Documentário:”Beyond Ipanema – ondas brasileiras na música Global” “Beyond Ipanema – ondas brasileiras na música global”, de Guto Barra
Roteiro: Paulo Halm, por “Histórias de amor duram apenas 90 minutos”
Edição: Marcelo Moraes, por “Salve geral”
Edição de som: Dimitri Tisseyre, Jonathan Chiles e Pedro Sanctos, por “Beyond Ipanema – ondas brasileiras na música global”
Trilha sonora: Jorge Saldanha, por “O bem amado”
Fotografia: Nonato Estrela, por “Olhos azuis”
Prêmio especial do júri: Amanda Diniz, por “Sonhos roubados”
Direção de arte: Claudio Amaral Peixoto, por “O bem amado”

Curta-metragem
Filme (segundo o júri da mostra e o voto popular): “O troco”, de André Rolim
Direção: Rodrigo Diaz Diaz, por “Depois do almoço”
Roteiro: Elzeman Neves, por “Depois do almoço”
Direção de arte: Juliano Dornelles, por “Recife frio”
Fotografia: Pedro Urano, por “Superbarroco”

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Via G1 Pop & Arte

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A coluna Foco, da Folha de Pernambuco, do dia 24/08/10 repercutiu a notícia com a seguinte nota:

Ficou com o pernambucano Irandhir Santos o prêmio “Melhor Ator” do 14º Festival de Cinema Brasileiro de Miami, pelo filme “Olhos Azuis”. (link)

agosto 21 2010

Fraga, o bom

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Rádio do Moreno, O Globo, 21/08/2010

Fraga, o bom

“Tropa de Elite II” promete pôr em debate o poder das milícias no Rio. Na nova trama, a bela Maria Ribeiro, que interpreta Rosane, troca o Capitão Nascimento (Wagner Moura) por Diogo Fraga (Irandhir Santos), professor de História que luta pelos direitos humanos.

Fraga, como se vê, não tem nada do seu homônimo de Brasília que pensou interditar o filme, e muito do deputado estadual do PSOL Marcelo Freixo, que botou os milicianos na cadeia.

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Via Rádio do Moreno, O Globo

agosto 18 2010

O SOM AO REDOR, filme de Kleber Mendonça Filho

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irandhir-o-som
Foto Victor Jucá (divulgação)

Sinopse

A vida numa vizinhança de classe média no Recife toma um rumo inesperado depois da chegada de seguranças particulares que oferecem seus serviços de proteção privada. Há algo de misterioso nesses homens, e isso nos levará de volta ao passado, no interior de Pernambuco, gerando um choque entre a cultura arcaica e o urbano moderno.

Irandhir Santos interpreta CLODOALDO, o chefe do grupo de segurança que chega para oferecer seus serviços num bairro da zona sul do Recife.

Elenco: Gustavo Jahn, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, JW Solha, Irma Brown, Lula Terra.

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agosto 18 2010

Olhos Azuis | Entrevista exclusiva com Irandhir Santos

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Adoro Cinema, 17/08/2010
Por Francisco Russo

irandhir-acIrandhir Santos ainda é pouco conhecido pelo público em geral, apesar de ter aparecido com frequência nos cinemas ultimamente. Ainda porque um de seus próximos filmes é o aguardado Tropa de Elite 2, onde é o antagonista do Nascimento de Wagner Moura.

Ele conversou com Francisco Russo, editor do Adoro Cinema, sobre Olhos Azuis, seu mais recente filme a chegar ao circuito.

ADORO CINEMA: Você está com um feito raro, com três filmes em cartaz no circuito (Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, Quincas Berro D’Água e Olhos Azuis). Como é ser o ator da moda no cinema nacional?

IRANDHIR SANTOS: O que sinto neste momento é que, cada vez mais, estou gostando de fazer cinema. São três obras que surgiram neste momento, mas elas foram rodadas em anos diferentes, com histórias diferentes e em momentos distintos. Casou delas aparecerem agora em 2010, um ano que não é tão igual aos outros porque tem eleição e Copa do Mundo. Isso diminui o espaço para as estreias dos filmes. Não vejo nada mais do que coincidência, mas me sinto muito feliz de estar presente nestas obras. Acredito que as obras devem chegar ao público através da história, isso é que importa. Se acontecer em cada uma delas será maravilhoso, me darei por satisfeito.

AC: Como o projeto de Olhos Azuis chegou até você?

Irandhir: Foram feitos testes em Pernambuco. A Heloísa Rezende e o João Jr. me ligaram falando do projeto, querendo fazer um teste comigo. Quando peguei o material vi que era em inglês, algo que tinha dificuldade. Ainda assim me atrevi, pois queria fazer cinema. Queria saber como era isso e até então só se conhecia cinema fazendo cinema, ao menos era assim na minha terra. Então me dispus a isso, com toda vontade, em querer fazer. Fiquei muito feliz quando recebi a notícia de que tinha passado. Começou então uma nova etapa, que foi o processo de preparação.

AC: Como foi esta preparação, você chegou a fazer algum tipo de pesquisa?

Irandhir: Não tenho contato com os Estados Unidos, de nenhuma forma. Nunca fui lá, minha saída até então era para a Europa. Então precisava ter relatos o mais próximo possível do que se passava. Alguns amigos tiveram este tipo de experiência, não tão drástica quanto o Nonato mas algo parecido no sentido de comportamento. Fui atrás. Pessoas me indicavam, o próprio Joffily também. Mas a preparação fundamental para o Nonato veio na questão da fluência do inglês. Tinha uma noção básica da língua, especialmente de leitura, mas não a fluência necessária. E isto era primordial para o Nonato, alguém que está lá há mais de três anos, que aprendeu o inglês de rua, um inglês específico, mas que também quando é preciso pode usar um inglês um pouco mais sofisticado. É isso que acontece no início do filme e, à medida que ele é bombardeado, vai perdendo isso e quase que volta à língua mãe. É natural isto acontecer. Tinha que ter esta segurança na fala. Falei com o Joffily e ele definiu que iríamos estabelecer um tempo para isso. Foi super generoso em entrar em contato com uma escola de língua inglesa lá de Recife, onde tinha um professor norte americano que foi crucial neste sentido. O Joffily me deu o roteiro e disse para que colocasse da forma que achasse melhor, lembrando essa coisa do inglês de rua. Foram dois meses lapidando este roteiro e aí tornou-se algo mais sólido até a chegada do David Rasche e dos outros atores americanos, quando surgiu uma nova etapa, a do improviso. O David trouxe as suas referências, o que queria para o personagem, e eu tinha as minhas também. Então foi uma etapa de ajuste, entre aquilo que eu tinha e o que o David tinha. Aí sim, após isto, a gente foi pra cima.

AC: Seu personagem começa calmo e, à medida que os eventos acontecem, ele fica cada vez mais irritado até explodir de vez. Como foi construir esta mudança emocional do personagem?

Irandhir: Algo que faço para todos os meus personagens são registros, tenho um caderno para cada um deles. Isto me ajuda, é uma forma de concretizar a forma que o ator trabalha. Então é como se tivesse o personagem nas minhas mãos, pois nele tenho toda sua trajetória. Isto me ajuda muito quando faço cinema, pois há aquela quebra na ordem das cenas a serem rodadas. Dependendo da cena vou direto ao caderno e vejo em que situação o personagem está. Com o Nonato aconteceu algo muito especial, porque notei esta trajetória dele até uma tensão limite. Como trabalho com muitos desenhos e referências, que me ajudam, usei o que os aeroportos americanos passaram a ter após os ataques do 11 de setembro. Eles começaram a utilizar cores para definir o nível de alerta. Então existia um nível amarelo, laranja, até o vermelho. Foi mais ou menos a trajetória que o Nonato fazia. Havia cenas em que achava que o Nonato estaria no alerta amarelo, outras no laranja e onde ele chegaria até o vermelho. Fiz esta separação para interiorizar isto. Até nas horas de gravação o Joffily chegava e dizia “nível laranja, Irandhir”. Isto me ajudou muito a pontuar esta trajetória.

AC: Falando sobre Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, me chamou muito a atenção a figura do protagonista que não está presente nunca. Como foi construir um personagem com a limitação de apenas usar a voz?

Irandhir: Foi muito desafiador neste sentido. Sempre tinha utilizado meu corpo como instrumento para todos os projetos até então, que é um elemento que me ajuda na construção para entrar na história. Tem a transformação física, o próprio Nonato passa por uma. Isto é importante para o ator porque acredito que o registro físico te ajuda no emocional. Quando chegou o convite do Marcelo e do Karim com esta proposta, de não ter o corpo e ir pela voz, foi como se tirasse minha ferramenta. Descobri então que existem outras ferramentas para o ator e a voz é uma especialíssima. A ideia era ter a voz que tem mãos, braços, coração. É preciso ter as mãos com a ênfase da palavra, com a respiração. É preciso estar, mesmo não estando aparecendo. Então perdi meu corpo, mas descobri minha voz. É um instrumento tão bom quanto e tão magnífico quanto.

Outra coisa que acho curioso é que o fato de não aparecer dá vazão às pessoas que assistem para formar o José Renato da sua maneira. Inclusive depois, conversando com o Karim e o Marcelo, disse que não iria aparecer, nem antes do filme, que eles não iriam me apresentar, por causa disto. A gente tentou segurar ao máximo de não aparecer. Quem ia apresentar o filme nos locais em que era exibido eram os diretores. Apenas citavam meu nome, mas não aparecia fisicamente. Acho que aparecer daria um limite à imaginação das pessoas e a gente acabou optando por isso.

AC: Sobre Tropa de Elite 2, como foi a sua experiência com as filmagens?

Irandhir: Foi fantástica! O Padilha se cerca de histórias as quais ele quer fazer conversar para levantar pontos que serão muito discutidos. E são pontos novos, não abarcados pelo primeiro filme. Gosto deste tipo de cinema, que vem para provocar discussões. Mas acima de tudo ele está cercado por uma equipe que é simplesmente fascinante. Da parte técnica aos atores, ele tem um time perfeito. Wagner Moura foi um excelente colega, na construção do que era preciso para cada cena. Há uma equipe formada que dá uma sustentação que te dá a segurança necessária para se jogar na história. Quando senti que estava cercado e seguro desta maneira, a sensação era de se atrever, vai atrás que você está bem cercado.

Fui muito bem aceito pelas pessoas. Estava um pouco receoso, pois não estava no Tropa de Elite e de repente você pega uma equipe bem casada e vencedora, por tudo que provocou, de repente vem alguém novo. Mas eles foram super abertos e generosos. Eu me senti muito feliz de ter feito Tropa de Elite 2. Confesso que a expectativa de fazer o filme não aconteceu durante as filmagens, pois a equipe se cercou a ponto de não deixar que a demanda interferisse no trabalho. Tanto é que para mim soou como outros trabalhos, minha entrega foi tanto quanto em qualquer outro que fiz, mas só veio cair a ficha do que é Tropa de Elite 2 depois que terminou. Porque aí voltei para casa e começou uma demanda de pessoas querendo saber como era tudo. Isto nunca tinha acontecido com nenhum filme que tinha feito até então. Foi aí que tive um pouco da noção exata do que seria o filme. Ainda bem que já tinha filmado tudo.

AC: Em relação a novos projetos, já há algo em vista?

Irandhir: TV tem surgido desde minha participação em “A Pedra do Reino”, mas tem casado com projetos de cinema e, como tenho me colocado à disposição do cinema, não pude fazer televisão ultimamente. Em relação a cinema, estou com uma grande paixão na minha vida que é o Cláudio Assis. Foi ele quem me deu uma das primeiras oportunidades em cinema, em Baixio das Bestas. Agora ele vai rodar seu terceiro filme, A Febre do Rato, todo feito em Recife e Olinda. Ele me fez o convite e será agora no segundo semestre. Então este é meu próximo projeto.

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Via Adoro Cinema

agosto 18 2010

Irandhir Santos: Melhor Ator de Longa-Metragem no Festival de Cinema de Triunfo

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Nação Cultural, 08/08/2010

Festival de Cinema de Triunfo encerra sua 3ª edição distribuindo R$ 44 mil em prêmios
O pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz, foi o grande vencedor da mostra competitiva

O 3º Festival de Cinema de Triunfo, que este ano homenageou a TV Viva e a atriz pernambucana Virgínia Cavendish, chegou ao fim neste último sábado (7) com a Mostra Especial do Sertão e a aguardada cerimônia de premiação, no Theatro Cinema Guarany. Durante seis dias, os triunfenses puderam aproveitar uma verdadeira maratona audiovisual com oficinas de cinema, seminário, exposição temática e, claro, a exibição gratuita de 47 produções de todas as regiões do Brasil. Quarenta e quatro delas participaram das mostras competitiva e especial, nos formatos Digital e 35mm. Foram distribuídos R$ 44 mil em prêmios. E o grande vencedor do Festival foi o filme pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz. O longa-metragem, em 35 mm, levou sete prêmios para casa.

Os filmes inscritos no 3º Festival de Cinema de Triunfo, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com apoio da Prefeitura de Triunfo, concorreram à premiação nas categorias Curta-Metragem Nacional, Curta-Metragem Infanto-Juvenil, Curta-Metragem Pernambucano e Longa-Metragem Nacional. As produções ainda foram contempladas, com o troféu Caretas, em categorias específicas, que não concorreram à premiação em dinheiro. Foram elas: Melhor Direção, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Produção, Melhor Som, Melhor Roteiro, Melhor Ator e Melhor Atriz.

Os filmes foram avaliados por um júri oficial – formado por Roger de Renor (PE), Adelina Pontual (PE), Rosângela Rocha (SE), Tony Viegas (RJ), Itamar Borges (GO) e Zé José (RJ) – e por um júri popular, representado por estudantes e professores de Triunfo que participaram de cursos sobre crítica de cinema, promovidos pela Fundarpe. Cada júri distribuiu, separadamente, R$ 22 mil em prêmios, sendo R$ 10 mil para o melhor longa-metragem 35mm ou digital; R$ 4 mil para o melhor curta-metragem 35mm ou digital; R$ 4 mil para o melhor curta-metragem pernambucano; e R$ 4 mil para o melhor curta-metragem infanto-juvenil.

Na categoria Longa-Metragem Nacional, o júri oficial premiou o ficcional Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz. Este ainda se destacou nas categorias especializadas de Longa-Metragem, levando os prêmios de Melhor Filme do Festival, Melhor Roteiro, Melhor Montagem, Melhor Ator, Melhor Fotografia e Melhor Direção. Já o júri popular escolheu como melhor filme O Homem que Engarrafava Nuvens, do pernambucano Lírio Ferreira, que também foi congratulado com o prêmio de Melhor Trilha Sonora de Longa-Metragem.

Na categoria Curta-Metragem Nacional, o júri oficial premiou o documentário Bailão, de Marcelo Caetano (SP). Já o júri popular elegeu como melhor filme o ficcional Recife Frio, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, que também foi premiado nas categorias especializadas de curta-metragem com Melhor Direção e Melhor Roteiro.

Na categoria Curta-Metragem Pernambucano, o júri oficial premiou o ficcional Bode Movie, de Taciano Valério. Já o júri popular preferiu o documentário Do Morro?, de Mykaela Plotkin e Rafael Montenegro. Na categoria Curta-Metragem Infanto-Juvenil, o júri popular elegeu como melhor filme a animação Mocó Jack, de Luiz Botosso e Thiago Veiga (GO). Já o júri oficial deu o prêmio ao ficcional Reisado Miudim, de Petrus Cariry (CE).

Nesta edição, a Fundarpe conferiu prêmios de menção honrosa aos filmes Patativa do Assaré – Ave Poesia, de Rosemberg Cariry (CE) e Incenso, do pernambucano Marco Hanois (in Memorian). A Federação Pernambucana de Cineclubismo (FEPEC), que foi criada na primeira edição do Festival de Cinema de Triunfo, também concedeu menção honrosa aos filmes Homem-bomba, de Tarcísio Puiati (RJ), e Bailão, de Marcelo Caetano (SP), e o prêmio de Melhor Filme para Reflexão ao curta pernambucano Recife Frio, de Kleber Mendonça Fillho.

Conheça a lista completa dos vencedores do 3º Festival de Cinema de Triunfo:

Júri Oficial

Melhor Longa-Metragem Nacional
Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz

Melhor Curta-Metragem Nacional
Bailão (Documentário, 35 mm, 2009, 17 minutos, SP), de Marcelo Caetano

Melhor Curta-Metragem Infanto-Juvenil
Reisado Miudim (Ficção, Digital, 2008, 13 minutos, CE), de Petrus Cariry

Melhor Curta-Metragem Pernambucano
Bode Movie (Ficção, Digital, 2010, 12 minutos, PE), de Taciano Valério

Júri Popular

Melhor Longa-Metragem Nacional
O Homem que Engarrafava Nuvens (Documentário, 35mm, 2008, 105 minutos, PE), de Lírio Ferreira

Melhor Curta-Metragem Nacional
Recife Frio (Ficção, 35mm, 2009, 20 minutos, PE), de Kleber Mendonça Filho

Melhor Curta-Metragem Infanto-Juvenil
Mocó Jack (Animação, Digital, 2009, 11 minutos, GO), de Luiz Botosso e Thiago Veiga

Melhor Curta-Metragem Pernambucano
Do Morro? (Documentário, Digital, 2009, 20 minutos, PE), de Mykaela Plotkin e Rafael Montenegro

Categorias especializadas

Melhor Direção de Curta-Metragem
Kleber Mendonça Filho por Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, PE)

Melhor Fotografia de Curta-Metragem
Beto Martins por Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos (Documentário, 35 mm, 2009, 12 minutos, PE), de Camilo Cavalcante

Melhor Montagem de Curta-Metragem
João Maria por Faço de mim o que quero (Documentário, 35 mm, 2009, 19 minutos, PE), de Sérgio Oliveira e Petrônio Lorena

Melhor Trilha Sonora de Curta-Metragem
Jean Presser por Maresia (Ficção, 35 mm, 2009, 9 minutos, RS), de Christian Schneider e Natália Piva

Melhor Direção de Arte de Curta-Metragem
Fábio Alion por Reminiscências (Ficção, Digital, 2010, 19 minutos, PR), de Aly Muritiba

Melhor Roteiro de Curta-Metragem
Kleber Mendonça Filho por Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, PE)

Melhor Ator de Curta-Metragem
Aleck Nafitali e Rodrigo Costa por Homem-bomba (Ficção, 35 mm, 2009, 13 minutos, RJ), de Tarcísio Puiati

Melhor Atriz de Curta-Metragem
Helena Gullo Barcelos por Laurita (Ficção, Digital, 2009, 20 minutos, SP), de Roney Freitas

Melhor Roteiro de Longa-Metragem
Marcelo Gomes e Karin Ainouiz por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE)

Melhor Som de Longa-Metragem
A Ilha da Morte (Ficção, 35mm, 2007, 88 minutos, CE), de Wolney Oliveira

Melhor Trilha sonora de Longa-Metragem
O Homem que Engarrafava Nuvens (Documentário, 35 mm, 2008, 105 minutos, PE), de Lírio Ferreira.

Melhor Montagem de Longa-Metragem
Karem Harley por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz

Melhor Pesquisa de Longa Metragem
Patativa do Assaré – Ave Poesia (Documentário, Digital, 2007, 78 minutos, CE), de Rosemberg Cariry

Melhor Produção de Longa-Metragem
Milena Times e Pérola Braz por Pacific (Documentário, Digital, 2009, 72 minutos, PE), de Marcelo Pedroso

Melhor Ator de Longa-Metragem
Irandhir Santos por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz

Melhor Fotografia de Longa-Metragem
Heloisa Passos por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz

Melhor Direção de Longa-Metragem
Marcelo Gomes e Karim Ainouiz por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE)

Melhor Filme
Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz

Menção Honrosa – Fundarpe
Incenso (Ficção, 35 mm, 2009, 20 minutos, PE), de Marco Hanois (in memorian)
Patativa do Assaré – Ave Poesia (Documentário, Digital, 2007, 78 minutos, CE), de Rosemberg Cariry

Menção Honrosa – FEPEC
Homem-bomba (Ficção, 35 mm, 2009, 13 minutos, RJ), de Tarcísio Puiati
Bailão (Documentário, 35 mm, 2009, 17 minutos, SP), de Marcelo Caetano

Melhor Filme para Reflexão – FEPEC
Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, 20 minutos, PE), de Kleber Mendonça Filho

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Via Nação Cultural

agosto 17 2010

Tropa de Elite 2 – Trailer Oficial 2

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Este é o novo trailer oficial do filme Tropa de Elite 2, que estreia no dia 08/10 nos cinemas e conta com Irandhir Santos no elenco.

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Via Blog do Tropa de Elite 2