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	<title>Irandhir Santos &#187; Diversos</title>
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		<title>Filme pernambucano é elogiado pelo jornal The New York Times</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 02:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Diario de Pernambuco, 25/03/2011
O filme Viajo porque preciso, volto porque te amo ganhou um bom espaço na edição de ontem (quinta-feira) do jornal The New York Times. A crítica de cinema Jeannette Catsoulis classifica o filme como uma &#8220;provocativa ficção experimental&#8221; e faz uma descrição do longa cheia de impressões pessoais, além de elogiar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Diario de Pernambuco, 25/03/2011</strong></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2011/04/viajo.jpg" alt="viajo" title="viajo" width="315" height="210" class="alignleft size-full wp-image-730" />O filme Viajo porque preciso, volto porque te amo ganhou um bom espaço na edição de ontem (quinta-feira) do jornal The New York Times. A crítica de cinema Jeannette Catsoulis classifica o filme como uma &#8220;provocativa ficção experimental&#8221; e faz uma descrição do longa cheia de impressões pessoais, além de elogiar a narração de <strong>Irandhir Santos </strong>e a caracterização visual das paisagens do interior do Nordeste do Brasil.</p>
<p>O filme, que foi exibido duas vezes em Nova York em um festival no ano passado, entra em cartaz nesta sexta em Manhattan. A direção é do pernambucano Marcelo Gomes e do cearense Karim Aïnouz. O longa também foi selecionado para o famoso festival de cinema de Veneza em 2009.</p>
<p>Veja o trailer do filme:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="550" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/vDSBKSpt7nA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A seguir veja a reportagem do The New York Times na íntegra:</p>
<ol> <strong><a href="http://www.nytimes.com/2011/03/25/movies/moods-and-messages-from-the-earth.html?_r=3">I Travel Because I Have To, I Come Back Because I Love You (2009)</a></strong></p>
<p><strong><em>Moods and Messages From the Earth</em></strong><br />
<em>By JEANNETTE CATSOULIS<br />
Published: March 24, 2011</em></p>
<p>As singular as its title, “I Travel Because I Have To, I Come Back Because I Love You” embraces road movie, personal journal and trancelike study of arcing grief.</p>
<p>Voiced by an unseen geologist (<strong>Irandhir Santos</strong>) to his left-behind love, this provocative experimental fiction from Marcelo Gomes and Karim Aïnouz unfolds on the stark scrublands of northeast Brazil. Studying the economic viability of cutting a canal through the forbiddingly arid land and displacing its inhabitants, the geologist finds that the barren, lonely surroundings increasingly exacerbate his dispirited mood. Home- and heartsick, veering from despair to resignation, he records the Earth’s fractures and resists “the mad urge to turn back.”</p>
<p>Coming in at a tight 75 minutes, this strikingly original travelogue glides on the lovely lilt of Mr. Santos’s Portuguese narration. Listing the contents of a backpack (magnet, chloric acid, machete) or yearning for the absent beloved, his voice caresses the film’s portraits of soon-to-be-evacuees — a woman snipping rose petals from pink Styrofoam; two brothers stuffing straw mattresses, oaken faces buffed with sweat — like melancholy music. The sway of young prostitutes and a couple dancing in a nightclub, a tiny baby nestled between them, keeps time.</p>
<p>To achieve the film’s unusual tones and textures, the director of photography, Heloisa Passos, used a variety of formats, assembling a visual record of poverty and labor that’s at once barbed and narcotic. As the region’s parched terrain drifts past the car’s dust-smeared windshield, the candid longing of a pretty call girl for “a leisure life” could not possibly seem more fruitless or more rueful.</p>
<p><strong>I TRAVEL BECAUSE I HAVE TO, I COME BACK BECAUSE I LOVE YOU</strong></p>
<p>Opens on Friday in Manhattan.</p>
<p>Written and directed by Marcelo Gomes and Karim Aïnouz; director of photography, Heloisa Passos; edited by Karen Harley; music by Chambaril; produced by João Vieira Jr. and Daniela Capelato; released by FiGa Films. At the Anthology Film Archives, 32-34 Second Avenue, at Second Street, East Village. In Portuguese, with English subtitles. Running time: 1 hour 15 minutes. This film is not rated.</p>
<p>WITH:<strong> Irandhir Santos</strong> (José Renato).</ol>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20110325163239">Diario de Pernambuco</a></p>
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		<title>“É aqui onde vivo, aqui me fortaleço”</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 00:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Revista Continente, ed. 123, Março/2011
Por Dora Amorim
No dia desse encontro, Irandhir Santos estava prestes a deixar a cidade. Estava de férias, visitando a família e amigos, mas logo viajaria à Paraíba, depois ao Rio de Janeiro e, no final do mês de janeiro, estaria em Minas Gerais, onde receberia uma homenagem no Festival de Cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revista Continente, ed. 123, Março/2011</strong><br />
<em>Por Dora Amorim</em></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/perfil.jpg" alt="perfil" title="perfil" width="300" height="453" class="alignleft size-full wp-image-724" />No dia desse encontro, Irandhir Santos estava prestes a deixar a cidade. Estava de férias, visitando a família e amigos, mas logo viajaria à Paraíba, depois ao Rio de Janeiro e, no final do mês de janeiro, estaria em Minas Gerais, onde receberia uma homenagem no Festival de Cinema de Tiradentes. O ator, nascido na cidade de Barreiros, agreste pernambucano, está habituado à rotina das viagens. Durante a infância, mudou constantemente de endereço, pois seu pai, gerente de banco, era transferido para uma nova agência a cada dois anos.</p>
<p>Aos 32 anos, Irandhir é saudoso ao falar do primeiro contato com o teatro, ainda criança, na cidade de Limoeiro. Foi na 7ª série que entrou em cena, atuando numa adaptação do Pai-nosso: “Lembro a sensação de ser visto em um palco. Houve o prazer de estar ali apresentando algo”. Após essa experiência, Irandhir nunca deixou de atuar. Dono da voz de José Renato, geógrafo do premiado longa-metragem Viajo porque preciso, volto porque te amo (Marcelo Gomes e Karim Airouz), e do papel do deputado Fraga, de Tropa de Elite 2 (José Padilha), obra mais vista do cinema nacional, Irandhir Santos é considerado um ator destacado em sua geração. Em 2011, vai estrelar mais quatro filmes, atualmente em fase de pós-produção: A febre do rato (Cláudio de Assis), O som ao redor (Kleber Mendonça Filho), A luneta do tempo (Alceu Valença) e A hora e a vez de Augusto Matraga (Vinícius Gentil Coimbra).</p>
<p><strong>Leia a matéria na íntegra na edição 123 da Revista Continente.</strong></p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.revistacontinente.com.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=5987&#038;Itemid=62">Revista Continente</a></em></p>
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		<title>O escolhido</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 00:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[marcia peltier]]></category>
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		<description><![CDATA[Jornal do Commercio (RJ), Coluna Marcia Peltier, 20/01/2011

***
Via Jornal do Commercio / Rio de Janeiro
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jornal do Commercio (RJ), Coluna Marcia Peltier, 20/01/2011</strong></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2011/01/RECORTE-JORNAL.jpg" alt="RECORTE-JORNAL" title="RECORTE-JORNAL" width="497" height="623" class="alignnone size-full wp-image-643" /></p>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.jcom.com.br/">Jornal do Commercio </a>/ Rio de Janeiro</p>
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		<title>Coluna Dia a Dia: PE tá podendo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 14:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir santos]]></category>
		<category><![CDATA[jc]]></category>
		<category><![CDATA[jornal do commercio]]></category>
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		<description><![CDATA[
Coluna Dia a Dia, Jornal do Commercio, 18/11/2010

PE tá podendo
Em entrevista ao jornal O Globo, Selton Mello falou sobre os atores que deram uma nova cara ao cinema nacional. Entre nomes como Rodrigo Santoro, Caio Blat, Wagner Moura e Lázaro Ramos, o astro citou dois pernambucanos no time: Gustavo Falcão e Irandhir Santos.
***
Via Jornal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Coluna Dia a Dia, Jornal do Commercio</strong><strong>, 18/11/2010</strong><br />
<em></em></p>
<p><strong>PE tá podendo</strong><br />
Em entrevista ao jornal O Globo, Selton Mello falou sobre os atores que deram uma nova cara ao cinema nacional. Entre nomes como Rodrigo Santoro, Caio Blat, Wagner Moura e Lázaro Ramos, o astro citou dois pernambucanos no time: Gustavo Falcão e <strong>Irandhir Santos</strong>.</p>
<p>***<br />
<em>Via <strong>Jornal do Commercio</strong><br />
</em></div>
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		<title>Perfil: Irandhir Santos é um dos destaques de Tropa de Elite 2</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 22:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[perfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Correio Braziliense, 31/10/2010
Por Ricardo Daehn
mediatamente depois das filmagens de Tropa de elite 2 — O inimigo agora é outro, o assédio do público tornou nítida uma nova certeza para o ator pernambucano Irandhir Santos: nas telas, como o pacifista professor Fraga — visto por muitos como o antagonista do eterno capitão Nascimento —, ele atingiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Correio Braziliense, 31/10/2010</strong><br />
Por <em>Ricardo Daehn</em></p>
<p><div id="attachment_291" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Irandhir-Santos-Fraga_Tropa-2_por-Alexandre-Lima-150x150.jpg" alt="Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)" title="Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-291" /><p class="wp-caption-text">-Confesso que o anonimato me ajuda muito na profissão. O ator precisa observar o mundo-</p></div>Imediatamente depois das filmagens de Tropa de elite 2 — O inimigo agora é outro, o assédio do público tornou nítida uma nova certeza para o ator pernambucano Irandhir Santos: nas telas, como o pacifista professor Fraga — visto por muitos como o antagonista do eterno capitão Nascimento —, ele atingiu um novo patamar na carreira. “Confesso que o anonimato, muitas vezes me ajuda na profissão: o ator precisa ter liberdade para observar o mundo a ser reproduzido. Para mim, observar sem ser observado, funcionava muito bem, até então”, diverte-se, muito impressionado pela enorme repercussão do longa-metragem de José Padilha.</p>
<p>Dotado de potencial para desestabilizar o capitão Nascimento (Wagner Moura), Fraga, na opinião do intérprete, “nasceu a partir do processo histórico do deputado Marcelo Freixo, sendo contra uma postura de Segurança Pública vigente no Rio de Janeiro” — sem ser um opositor do protagonista. “É algo maior: ele é um professor, um grande aglutinador que atrai as pessoas para aquilo em que acredita. Nascimento é uma delas. Se não há mistura entre ambos, que são muito distantes, há aliança”, diz.</p>
<p>A construção de Fraga também obedeceu à união: “Foi feita pela trinca Padilha, Freixo e Fátima Toledo (preparadora de elenco). “Há folclore em torno da Fátima: ela é uma mão firme no processo, mas aponta para os caminhos que devem ser trilhados. Brinco que ela vem para os projetos sempre com dois objetos nas mãos: um é o martelo para quebrar a gente e, na outra, uma cola e, dos cacos, faz brotar uma coisa nova na nossa atuação”, explica.</p>
<p><strong>Teatro</strong><br />
Há quatro anos afastado dos teatro — “tô com este buraco grande chamado saudade no peito” —, o politizado ator de 32 anos comunga do “momento muito especial para o desenvolvimento das artes”, que ele detecta, há uma década, justo quando recebeu o primeiro cachê, depois de formado em artes cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Interpretando personagens importantes em sucessivos filmes, como Besouro, Olhos azuis e Quincas Berro D’Água, Irandhir só não se conforma com uma coisa no cinema: “Três meses é muito pouco para se viver uma vida. No teatro, nós preparamos um personagem durante oito meses”.</p>
<p>“Para compensar o pouco tempo, com concentração e estudo, entro de cabeça em cada projeto, para aproveitar o máximo”, avalia. O recebimento de tantos convites para filmes como Viajo porque preciso, volto porque te amo e Amigos de risco, reconhece o talento em detrimento do recurso fácil de recorrer a atores com atributos físicos exuberantes que sigam o padrão hollywoodiano. “Acho que, primeiro, veem a beleza da minha postura diante da arte. Tenho, cada vez mais, me afeiçoado ao cinema. O diferencial está em fazer da forma mais íntegra possível”, opina.</p>
<p><strong>Importância</strong><br />
Premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, como ator coadjuvante por Baixio das bestas (de Cláudio Assis), logo no primeiro filme, Irandhir não esquece a importância do personagem Maninho. “Ele cavava uma fossa na casa do velho que usava e abusava da própria neta. Estagnava aquele trabalho ao máximo, para ficar o mais próximo da menina, mas talvez ele fosse o mais besta fera do filme: tinha o sentimento da paixão, mas não fazia nada para salvar a menina”, observa.</p>
<p>À época envolvido com a série A pedra do reino, ele lembra-se de ser acordado, em Taperoá (Paraíba), pelos gritos dos colegas que anunciaram a vitória do Candango. “Foi um prêmio muito especial”, sintetiza.</p>
<p><strong>DE NOVO COM CLÁUDIO ASSIS</strong></p>
<p>Integrado à trupe de atores arregimentados regularmente por Cláudio Assis, Irandhir, atualmente, divide as gravações em estúdio do longa Febre do rato, com colegas como Conceição Camarotti, Matheus Nachtergaele e Jones Melo.</p>
<p>Protagonista do filme em andamento (depois das filmagens, os atores se ocupam das narrações), ele não esconde a afinidade com as propostas cênicas de Cláudio Assis. “Sou extremamente apaixonado pelo cinema verdade dele. É algo que sempre levanta discussões sociais”, esclarece. Com fabricação de jornais na própria casa, Zizu, o personagem que abraça, é um poeta anarquista, dado à declamação de poemas em comunidades do Recife e de Olinda. “Zizu é enérgico e acredita que, por meio da poesia, pode mudar o mundo. O diretor me disse: ele traz um sangue borbulhante, como quem tem febre o tempo todo”, conta. “Em suma, o personagem que vem para falar de amor —, mas da maneira Cláudio Assis de falar de amor”, observa, às gargalhadas.</p>
<p>Ainda aturdido pelo prestígio alcançado com Tropa de elite 2, o ator se apraz, ao vislumbrar a galeria de tipos que o público brasileiro está por conferir, como no caso de Clodoaldo, personagem do primeiro longa-metragem de ficção assinado por Kleber Mendonça Filho (ovacionado, no ano passado, em Brasília, com o curta Recife frio), O som ao redor. “O diretor, antes de me entregar o roteiro, me disse ‘o cara vem para dar segurança a uma rua’”, relembra, aos risos, prevendo o possível paralelo com o Fraga de Topa de elite 2.</p>
<p>Noutro registro, A hora e a vez de Augusto Matraga (de Vinícius Coimbra), em nova versão do conto de Guimarães Rosa, filmado em Minas Gerais, com o colega João Miguel (O céu de Suely), vai mostrá-lo como Quim, o braço direto de Matraga.</p>
<p>Afora o futuro percurso nas telas, o pernambucano de Barreiros tem de antemão outra certeza: a da costumeira visita a Limoeiro, onde “recarrega as baterias” na casa dos pais, Dona Helena, uma voluntária da Bolsa Família, e Seu Marcos, um aposentado e seresteiro. É no ninho familiar, “com uma penca de sobrinhos”, que Irandhir Santos se sente ainda melhor.</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/10/31/diversaoearte,i=220737/PERFIL+IRANDHIR+SANTOS+E+UM+DOS+DESTAQUES+DE+TROPA+DE+ELITE+2.shtml">Correio Brasiliense</a></em></p>
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		<title>Tropa de Elite 2: A agonia do anti-herói</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 23:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo, 07/10/2010
Por Rodrigo Fonseca
Água gelada é tudo o que existe no refrigerador do apartamento sempre pouco iluminado do tenente-coronel Beto Nascimento. Nos momentos de maior crise, ao “cair pra cima” (como ele diz), deixando de comandar o Bope para assumir a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, o personagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Globo, 07/10/2010</strong><br />
Por <em>Rodrigo Fonseca</em></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/10/tropa-cartaz.jpg" alt="tropa-cartaz" title="tropa-cartaz" width="165" height="235" class="alignleft size-full wp-image-442" />Água gelada é tudo o que existe no refrigerador do apartamento sempre pouco iluminado do tenente-coronel Beto Nascimento. Nos momentos de maior crise, ao “cair pra cima” (como ele diz), deixando de comandar o Bope para assumir a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, o personagem imortalizado por Wagner Moura abre a geladeira, enche um copo e bebe. Num gole só, como se deixasse o líquido frio atenuar a dor da alma. Dor que, no primeiro “Tropa de elite” (2007), muita gente (incluindo críticos e cronistas) se recusou a enxergar, cobrindo-o num manto fascista. Aqui, no segundo e mais complexo filme da franquia de maior retumbância social da história recente do cinema brasileiro, é mais difícil não perceber sua agonia. Há um filho adolescente que o repudia, um governador carreirista boicotando seus atos, e houve uma involução da Lei — aquela Lei platonicamente perfeita que ele aprendera a amar.</p>
<p>Nascimento ficou mais seco, duro, com medo de perder, refletindo a instabilidade moral de uma cidade que viu o mal proliferar dentro da instituição responsável por resguardá-la: a Polícia Militar.</p>
<p>Em “Tropa de elite 2”, Nascimento virou Cristo. Não o imolado na cruz, mas Christos Sartzetakis, jurista grego que inspirou o promotor encarnado por Jean-Louis Trintignant em “Z” (1969), de Costa-Gavras. Não é à toa que, numa sequência, lê-se o nome de “Z” na fachada do Estação Botafogo, onde a ex-mulher de Nascimento, Rosane (Maria Ribeiro), e o filho conferem uma mostra em tributo a Gavras, presidente do júri do Festival de Berlim no ano em que José Padilha ganhou o Urso de Ouro.</p>
<p>Como o Christos de Gavras, Nascimento vê a Justiça como uma cartilha cuja gramática opera pela lógica da ação e da reação: “errou” é igual a “pagou”. Mas a sua lógica cartesiana agora se defronta com uma variável operacionalizada pela corrupção: o verbo “errar” gera, por inércia, a expressão “podemos dar um jeitinho? quanto é?”, jargão das propinas tão cultivadas pelas milícias. É sobre elas que o novo longa de Padilha fala, sem pudor algum de ser violento.</p>
<p>E fala numa estrutura épica, ramificada em núcleos dramáticos que expandem os problemas de Nascimento. A trama se desenrola num intervalo de quatro anos, em que o Rio se torna um feudo miliciano. A máfia de Padilha veste uniforme azul e estampa no peito um distintivo. É assim, de farda, que se apresenta o major Rocha, o Russo, um tira frasista (“Cada cachorro que lamba a sua caceta” vai virar bordão) e mau. Em seu jeitão Jece Valadão, o major é capaz de candidatar o ator Sandro Rocha ao posto de revelação do ano. Por pouco, não ofusca Wagner com suas tiradas maliciosas e seus atos de carrasco.</p>
<p>É Rocha quem deflagra a formação de uma aristocracia paralela no bairro de Tanque, sonhando expandir seus domínios pela Zona Oeste. Mas o roteiro de Bráulio Mantovani e de Padilha não o engessa como “vilão clássico”. Ele é apenas a sequela de um descontrole armado da falta de ética das autoridades. É nelas que Padilha mira. Seu “Tropa 2”, fotografado por Lula Carvalho, é mais um thriller político do que um favela movie.</p>
<p>Cristo Nascimento não é mocinho. É um anti-herói urbano lutando contra a passividade de um jogo de xadrez entre deputados. O único que se salva é Fraga, historiador e político inspirado no deputado Marcelo Freixo e vivido (com glórias) por <strong>Irandhir Santos</strong>. Ele é o termômetro da resistência intelectual de um Rio que não quer se armar para se defender. Fraga compõe com Nascimento a dialética tão cobrada ao “Tropa 1”. Se um é a força bruta a serviço da limpeza das ruas narcotizadas, o outro é o cérebro a serviço da razão. Entre eles, um abismo de afetos e ideologias, que Padilha aprofunda numa sequência tecnicamente mais requintada e frenética que sua matriz. </p>
<p>***<br />
Via <a href="http://rioshow.oglobo.globo.com//eventos/criticas-profissionais/tropa-de-elite-2-3081.aspx">Rio Show/O Globo</a></p>
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		<title>Herói Nacional</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 23:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir santos]]></category>
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Herói Nacional
Ao som da música título e com imagens icônicas do primeiro, premiado e já neoclássico filme, Tropa de Elite 2 &#8211; O Inimigo Agora é Outro (Idem, 2010) do mesmo José Padilha, abre arrepiando, literalmente. Tão bom quanto o original, mas com a capacidade de inserir mais crítica e num tom inda mais duro. [...]]]></description>
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<p><strong>Herói Nacional</strong></p>
<p>Ao som da música título e com imagens icônicas do primeiro, premiado e já neoclássico filme, <strong>Tropa de Elite 2 &#8211; O Inimigo Agora é Outro</strong> (Idem, 2010) do mesmo José Padilha, abre arrepiando, literalmente. Tão bom quanto o original, mas com a capacidade de inserir mais crítica e num tom inda mais duro. E como os caracteres avisam, que apesar da proximidade com o que acontece na realidade, tudo é apenas uma ficcionalização dos fatos. E como é real&#8230;</p>
<p>Corta para tensão de um prólogo tenso e meio. O agora Coronel Nascimento (o espetacular Wagner Moura) é o comandante do BOPE e tem de lidar com uma rebelião no presídio de Bangu I. O Capitão Matias (André Ramiro, ótimo) decide invadir e confrontar o cabeça do Comando Vermelho (Seu Jorge), mesmo contra as ordens do seu comandante e um pedido do ativista dos Direitos Humanos (<strong>Irandhir Santos</strong>), que tenta negociar a situação. O circo está armado. </p>
<p>Estão de volta a narração (necessária) do seu protagonista, que ampara e nos guia pela história, seu humor e marra peculiares. Mas reparem no peso nas costas que carrega durante todo o filme. E é tanto, que até sua linguagem corporal acompanha, com uma postura curvada, de abatimento. Mas quando é para explodir, ele está lá. Mais uma agigantada interpretação de Wagner Moura, também co-produtor do longa.</p>
<p>Nós já temos o nosso herói nacional, e ele se chama Roberto Nascimento (um grisalho Wagner Moura). Podem até chamá-lo de facista, mas ele é um mal necessário para a nossa engrenagem corrompida pela podridão instalada. E filme de ação, não é mais exclusividade de Hollywood. Nós temos José Padilha, de condução brilhante e cenas de ação orquestradas, como a investida ao morro com o comando vindo de um helicóptero numa sequência sensacional.</p>
<p> Em 2007 escrevi que o primeiro Tropa de Elite (vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlin, como melhor filme) podia ser definido de várias formas. Um soco no estômago? Talvez vários. Sufocante como o saco na tortura praticada pela polícia? Sim, mas com um gosto sensacional de cinema verdade. Muito violento? Certamente, mas as fortes imagens são necessárias e contextuais ao longa. O cunho social aparece também durante todo o filme, que gera uma onda de discussões sobre a violência, a impunidade, a utilidade e a confiabilidade da polícia, quem efetivamente alimenta o tráfico, além da crítica pesada à classe média alta brasileira. </p>
<p>Tudo amplificado de uma forma ainda mais dura na segunda obra, distante do tráfico, mas embrenhado em problemas sociais, como as milícias que tomam os morros cariocas. A crítica ao sistema, principalmente às cenas política e policial, são pesadíssimas, e com um pessimismo cruel, mas verdadeiro. Em relação ao primeiro, menos cenas de ação em favor de uma história muito mais elaborada, com o acréscimo da tensão e seu cunho investigativo, ainda mais importante. Seu tom de denúncia é a força de sua história, num roteiro primoroso de Padilha, Bráulio Mantovani, que também aborda (humanamente) a difícil relação entre pai e filho distantes.</p>
<p>Sua produção é classe A (efeitos sonoros é um dos destaques), trilha pulsante, edição envolvente (do esteta da transpiração, Daniel Rezende), e ótimo elenco de apoio (com as voltas de Millhem Cortaz, Maria Ribeiro, e a adição de um excepcional <strong>Irandhir Santos</strong>) abrilhantam ainda mais o imperdível Tropa de Elite 2. O final deixa uma dor no peito, um sentimento de impotência. Mas, essa dor, e esse sentimento são obrigatórios numa obra tõ poderosa. Se tiver de assistir apenas um filme, que seja a segunda, e ainda mais marcante, aparição do Tenente Coronel Nascimento na tela grande. E porque não mais um?<br />
&#8220;Aqui missão dada é missão cumprida&#8221;</p>
<p><strong>NOTA: 10,0<br />
INFORMAÇÕES ESPECIAIS:</strong><br />
Filmografia de José Padilha: Ônibus 174 (2002; documentário); Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlin por Tropa de Elite (2007); Garapa (2009; documentário); Daniel Rezende indicado ao Oscar de Edição por Cidade de Deus (2002), estréia também como diretor de segunda unidade em Tropa de Elite 2 (2010).</p>
<blockquote><p><em>*Daniel Herculano é estudante de Jornalismo e um observador bem informado. Crítico de cinema formado em cursos com Ana Maria Bahiana (Hollywoodianas/Uol/Globo de Ouro), Pablo Villaça (Cinema em Cena/OFCS), Ruy Gardnier (Jornal O Globo/Contracampo) e Joaquim Assis (Roteirista). Graduado em Comunicação Social, é publicitário, produtor musical e assessor de comunicação. Assina também a coluna Listas em Cena no site Cinema em Cena (www.cinemaemcena.com.br).</em></p></blockquote>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.opovo.com.br/app/colunas/script/2010/10/13/noticiascript,2052154/i-tropa-de-elite-2-i-e-i-os-vampiros-que-se-mordam-i.shtml" >O Povo</a></p>
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		<title>Nova cena de Irandhir Santos em Tropa de Elite 2</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 22:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<title>Novas imagens de Irandhir Santos em Tropa de Elite 2</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 22:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A seguir duas novas fotos de still de “Tropa de Elite 2” com o personagem Diogo Fraga (Irandhir Santos) na cena da invasão de um presídio de segurança máxima mostrada no filme.
Agende aí: Tropa de Elite 2  &#8211; Estreia 8/10
Site oficial: www.tropa2.com.br
TROPA DE ELITE 2 – Drama, Brasil 2010 &#8211; 116 minutos. Wagner Moura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A seguir duas novas fotos de still de “Tropa de Elite 2” com o personagem Diogo Fraga (Irandhir Santos) na cena da invasão de um presídio de segurança máxima mostrada no filme.</p>
<div id="attachment_291" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Irandhir-Santos-Fraga_Tropa-2_por-Alexandre-Lima.jpg" alt="Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)" title="Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)" width="550" height="367" class="size-full wp-image-291" /><p class="wp-caption-text">Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)</p></div>
<div id="attachment_294" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Irandhir-Santos-Fraga_Tropa-de-Elite-2_por-Alexandre-Lima.jpg" alt="Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)" title="Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)" width="550" height="341" class="size-full wp-image-294" /><p class="wp-caption-text">Irandhir Santos (Fraga) Tropa de Elite 2 (foto: Alexandre Lima)</p></div>
<p>Agende aí: <strong>Tropa de Elite 2  &#8211; Estreia 8/10</strong><br />
Site oficial: <a href="http://www.tropa2.com.br">www.tropa2.com.br</a></p>
<p><strong>TROPA DE ELITE 2</strong> – Drama, Brasil 2010 &#8211; 116 minutos. Wagner Moura retoma o personagem mais marcante de sua carreira, o capitão Nascimento, na sequência de Tropa de Elite, filme também dirigido por José Padilha, ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlim, 2008. Nascimento, mais velho, cresce na carreira: passa a ser comandante geral do BOPE, e depois Sub Secretário de Inteligência. Em suas novas funções, Nascimento faz o BOPE crescer e coloca o tráfico de drogas de joelhos, sem perceber que, ao fazê-lo, está ajudando seus verdadeiros inimigos: os policiais e os políticos corruptos, que submetem a segurança pública a interesses pessoais. Agora, os inimigos de Nascimento são bem mais perigosos.</p>
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		<title>&#8220;FEBRE DO RATO&#8221; Cláudio Assis grava filme em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 23:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Folha de Pernambuco, 02/09/2010
 comunidade de Gua­da­lu­pe, em Olinda, vivenciou uma di­nâmica diferente na manhã de ontem. Um bar em frente ao cemitério do bairro serviu de locação durante o segundo dia de gravação de “Febre do Ra­to”, novo longa do diretor per­nambucano Cláudio As­sis. De­pois da gravação, no dia anterior, na praia do Paiva, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Folha de Pernambuco, 02/09/2010</strong></p>
<p><div id="attachment_275" class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/febre-do-rato-MATHEUS.jpg" alt="Ator Matheus Nachtergaele nos bastidores da locação" title="febre-do-rato-MATHEUS" width="260" height="188" class="size-full wp-image-275" /><p class="wp-caption-text">Ator Matheus Nachtergaele nos bastidores da locação</p></div>A comunidade de Gua­da­lu­pe, em Olinda, vivenciou uma di­nâmica diferente na manhã de ontem. Um bar em frente ao cemitério do bairro serviu de locação durante o segundo dia de gravação de “Febre do Ra­to”, novo longa do diretor per­nambucano Cláudio As­sis. De­pois da gravação, no dia anterior, na praia do Paiva, a equi­pe monopolizou a aten­ção dos mo­radores de Guada­lupe, que acompanharam o tra­balho dos ato­res Matheus Nach­tergaele e Irandhir Santos.</p>
<p>O filme retrata o poeta Zizo, no­me em homenagem ao ami­go de faculdade do diretor de “Ama­relo Manga”, mas que, no lon­ga, refere-se a uma figura re­volucionária, prota­gonizada por Irandhir. O ator, inclusive, par­ticipou de “Bai­xio das bes­tas”, outra realização de Cláu­dio. “‘Febre do Ra­to’, por meio da figura do Zizo, fala das possi­bilidades de as pessoas se­rem, simplesmen­te, o que são, de viver o que se quer, sem fa­zer qualquer tipo de conces­são”, comentou o diretor. O ator Matheus Nachtergaele dá vida a um coveiro, amigo do poeta.</p>
<p>A fábrica Tacaruna receberá as próximas filmagens &#8211; distri­buídas entre Olinda e Recife -, das quais participa outro núcleo de atores, vivendo jovens amigos de Zizo. Foram esca­lados Juliano Cazarré, Mariana Nu­nes e o músico Vítor Araú­jo. O filme, que será rodado em super 35mm, tem, ainda, no elenco Conceição Cama­rotti e Maria Gladys. </p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-programa/588534-claudio-assis-grava-filme-em-olinda-" target="_blank" rel="nofollow">Folha de Pernambuco</a></em></p>
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