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	<title>Irandhir Santos &#187; Notícias</title>
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		<title>Tudo começa bem em Febre do rato</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 01:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Cinema // Primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor Claudio Assis superam as melhores expectativas
Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 02/09/2010
Por Luiza Maia // Especial para o Diario
O sucesso nos primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor pernambucano Cláudio Assis, Febre do rato, está estampado no rosto de todos os envolvidos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cinema // Primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor Claudio Assis superam as melhores expectativas</em></p>
<p><strong>Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 02/09/2010</strong><br />
Por <em>Luiza Maia // Especial para o Diario</em></p>
<div id="attachment_238" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/irandhir-santos.jpg" alt="No elenco de A Febre do Rato: Ângela Leal, Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, entre outros." title="irandhir-santos" width="550" height="154" class="size-full wp-image-238" /><p class="wp-caption-text">No elenco de A Febre do Rato: Ângela Leal, Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, entre outros.</p></div>
<p>O sucesso nos primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor pernambucano Cláudio Assis, Febre do rato, está estampado no rosto de todos os envolvidos na produção: completamente exauridos, mas igualmente satisfeitos. &#8220;Paro por respeito à equipe. Por mim, a gente ia direto&#8221;, brinca o diretor. Ao todo, serão cinco semanas com jornada diária das 5h às 17h. No primeiro dia de filmagens, na terça-feira, foram adiantadas duas sequências do cronograma previstas para os dias seguintes. O dia estava reservado para uma cena na praia, mas Claúdio se satisfez com a primeira tomada, concluída às 10h. &#8220;Foi uma vez e valeu. Eu pensei: vamos fazer mais uma. E o Cláudio super seguro, determinado. É muito bom trabalhar com um diretor assim, que vira e diz: &#8216;Esse plano tá bom!&#8217;&#8221;, comemora a atriz Nanda Costa, protagonista do filme no papel da jovem Eneida ao lado de Irandhir Santos, que vive o poeta Zizo. Matheus Nachtergaele, Ângela Leal, Conceição Camarotti, Maria Gladys, Mariana Nunes, Juliano Cazarré, Tânia Moreno e o estreante Vitor Araújo compõem o elenco.</p>
<p>A jornada terminou no Cemitério de Guadalupe, para gravação de cenas do final do filme. &#8220;Adiantamos as cenas do outro dia. Bate uma insegurança, mas deu tudo certo&#8221;, comenta o experiente Matheus Nachtergaele, encantado com seu personagem, o coveiro Pazinho. &#8220;A vida dele tem uma espera. Toda vez que vim aqui, estava vazio. Só dois, três coveiros. E quando chega é alguém que morreu&#8221;, reflete. Por outro lado, é casado com o travesti Vanessa (Tânia Moreno), é amigo do poeta, participa de farras. Ele vive nos opostos entre a luz da noite e a sombra do dia. &#8220;É um casal inusitado. Ele é um coveiro, a princípio não seria um cara aberto. Acho isso um lance bonito do roteiro&#8221;, defende. &#8220;O Claudão sempre tem uma visão muito especial e corajosa do que é a realidade brasileira. Não é uma obrigação. A gente está aqui porque a gente quer&#8221;, garante Matheus, que participou dos outros dois longas de Cláudio, Amarelo manga e Baixio das bestas.</p>
<p>O diretor de fotografia Walter Carvalho também acompanha o diretor pernambucano desde o primeiro longa. Desta vez, a cor forte de Amarelo manga será substituída pelo preto e branco. &#8220;Nada mais abstrato do que o amor. Nada mais doloroso, nada mais prazeroso, confuso, atraente, apaixonante que o amor. Para mim o amor se dá num plano preto e branco&#8221;, explica Carvalho sobre a opção pelas escalas de cinza. Para ele, a escolha é uma forma de desdizer o que foi dito nos outros filmes e fugir da tendência do cinema contemporâneo de se valorizar cada vez mais a verossimilhança com o real, principalmente com o advento da tecnologia 3D. &#8220;O cinema do Cláudio é um cinema libertário. Ele é irreverente, provocador. Ele vê a face bonita e a face feia do objeto. A fotografia tem que mostrar esse mistério entre o que se apresenta e o que se deduz&#8221;, diz.</p>
<p>Mesmo no início das gravações, o elenco se mostra bastante envolvido com os personagens. A relação de Nanda com Eneida foi tão forte que ela sentiu necessidade de mudar o visual de Soraia, da novela Viver a vida. Na tarde anterior ao início das gravações, às 17h, ela não conseguia parar de pensar que faltava algo à personagem. &#8220;Eu não conseguia mais me olhar no espelho e ver aquele cabelo. Cortar deu uma leveza e atitude a ela, porque Eneida é uma adolescente com muita atitude&#8221;, define, com os cabelos acima do ombro. Apesar disso, confessa que nunca se sente pronta, nem quando está em cena, nem &#8220;quando dá o corta&#8221;. &#8220;Dar conta do personagem é um trabalho diário, a cada cena. Mas sinto que estou no caminho certo&#8221;, acredita a atriz, que vive ótima fase após ganhar o prêmio de melhor atriz do Festival de Cinema do Rio, Festival de Cinema Brasileiro de Paris e de Miami. </p>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/09/02/viver3_0.asp" target="_blank" rel="nofollow">Diário de Pernambuco</a></p>
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		<title>Febre de longas pernambucanos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 01:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[febre do rato]]></category>
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		<description><![CDATA[Claudio Assis começa a rodar a partir de hoje seu terceiro filme, tendo no elenco Irandhir Costa, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele
Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 31/08/2010
Por André Dib
ove anos depois de Amarelo manga, Cláudio Assis volta a filmar em Olinda e Recife. A partir de hoje, a produção de Febre do rato, terceiro longa-metragem do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Claudio Assis começa a rodar a partir de hoje seu terceiro filme, tendo no elenco Irandhir Costa, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele</em></p>
<p><strong>Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 31/08/2010</strong><br />
Por <em>André Dib</em></p>
<p><div id="attachment_231" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/irandhir.jpg" alt="Irandhir Santos revela que já incorporou o protagonista, o poeta Zizo Foto: Nando Chiappetta/Esp. DP/D.A Press" title="irandhir" width="200" height="150" class="size-full wp-image-231" /><p class="wp-caption-text">Irandhir Santos revela que já incorporou o protagonista, o poeta Zizo Foto: Nando Chiappetta/Esp. DP/D.A Press</p></div>Nove anos depois de Amarelo manga, Cláudio Assis volta a filmar em Olinda e Recife. A partir de hoje, a produção de Febre do rato, terceiro longa-metragem do diretor pernambucano, movimenta a cidade com uma equipe de profissionais cariocas e pernambucanos. Durante a semana de ensaios, o elenco formado por Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, Mariana Nunes e Juliano Cazarré circulou em eventos e bares. No que diz o burburinho, Nachtergaele já está com o personagem incorporado e assim deve continuar até o começo de outubro, quando terminam as filmagens. </p>
<p>Apesar do momento ao mesmo tempo tenso e delicado que configura a pré-produção de um longa, Cláudio e Júlia Moraes receberam o Diario no casarão utilizado para os ensaios, no Sítio Histórico. Eles celebram a boa fase do cinema feito em Pernambuco, somente em 2010 contabiliza quatro longas em andamento, com distribuição garantida. Febre do rato será rodado em super 35mm, captado em cores para ser vertido em pretoe branco na pós-produção. Como em todos os filmes do diretor, a fotografia é de Walter Carvalho, em formato cinemascope.</p>
<p>Contemplado em 2005 pelo fundo holandês Hubert Bals para desenvolvimento de projetos, Febre do rato tem acumulado patrocínios e apoios nacionais e estrangeiros, como a empresa argentina IMPSA. &#8220;Empresários entenderam que dá pra investir no cinema de ideias, independente do retorno financeiro&#8221;, diz Júlia. &#8220;Nesse processo, a Fundarpe foi fundamental para a gente poder andar e ganhar os grandes editais, concorrendo com filmes do Brasil inteiro&#8221;, complementa Cláudio. Com 90% do orçamento captado, falta garantir a finalização. &#8220;A Prefeitura do Recife ainda não oficializou, mas garantiu que vai nos apoiar&#8221;.</p>
<p>Durante a prova de figurino, encontramos um Irandhir febril, possuído pelo poeta Zizo, personagem principal do novo filme. &#8220;Se tem algo que resume Zizo, é a atitude&#8221;, disse o ator, que acaba de rodar O som ao redor, de Kleber Mendonça Filho, e a partir de outubro poderá ser visto em Tropa de elite 2. Semana passada, Irandhir conheceu Miró, com quem descobriu afinidades. &#8220;O destino trouxe Miró e fiquei com ele enquanto pude. Se eu tiver 1/3 dele no meu personagem estarei muito feliz&#8221;. Para compor Zizo, Irandhir tem dormido e acordado com João Cabral, Drummond, Pedro Tierra e Murilo Mendes. No entanto, todas as poesias do filme são originais, escritas por Hilton Lacerda.</p>
<p>Boa parte de Febre do rato será rodada na Fábrica Tacaruna, que será morada de um triângulo amoroso vivido por Juliano Cazarré, Mariana Nunes e Vítor Araújo, que estreia como ator. Afora o elenco principal, Jones Melo, Paulina Albuquerque, Sâmara Cipriano, Chiquinho Serra Velho, Hugo Gila e a paulista Tânia Moreno prometem gerar cenas que, como nos demais filmes de Cláudio, ainda vão dar o que falar.</p>
<p>Entre atores, figurantes e participações especiais, serão mais de 400 pessoas. Um churrasco de Páscoa na casa de Zizo reunirá Jommard Muniz de Britto, Gaspar Andrade, Fernando Peres e Irma Brown, Wilma Gomes (ex-miss Pernambuco), LalaK e Carlos Carvalho. Quero reunir pessoas que na vida real seriam amigos do poeta e reunir a nossa cena cultural, uma metalinguagem a serviço do cinema&#8221;, diz Rutílio de Oliveira, responsável pelo casting. Miró, Xico Sá, Roger de Renor e João do Morro também serão convidados. Evocados no título, ratazanas comuns nas alamedas da cidade não devem faltar. Mas a &#8220;febre do rato&#8221; não tem nada a ver com a doença provocada pelos roedores, mas com a expressão pernambucana para determinado estado de espírito. &#8220;É como se a pessoa azougada, com atitude para o bem ou para o mal, com vontade de lutar por alguma coisa.</p>
<p><strong>Inspiração no avô poeta</strong></p>
<p>Neta de Vinicius, Júlia Moraes busca no avô parte da inspiração para construir o poeta do novo filme de Cláudio Assis. &#8220;Ele viveu pra poesia e me deu condições de entender e viajar no universo do poeta. Com certeza estamos trazendo isso para o filme. Para ele a família, as histórias, a obra é uma só&#8221;. Júlia tinha apenas seis anos quando Vinicius se foi. A breve convivência deixou nela uma imagem clara de entrega que agora ele transpõe para o filme, que ela descreve como &#8220;alto astral, de afirmação&#8221;, de um personagem que não está preocupado com dinheiro ou sucesso, que &#8220;não quer se dar bem, mas ser quem ele é&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assim como ele, Zizo é um poeta do amor e da dor. E disso todo mundo entende. Seja parnasiana, romântica, escatológica ou concreta, a poesia é capaz de tocar as pessoas de forma profunda. E Zizo carrega consigo essa liberdade, que as pessoas querem viver mas não têm coragem, são amarradas&#8221;.  </p>
<p><strong>Entrevista // Claudio Assis</strong></p>
<p>Após quase uma década, você volta a usar Olinda como cenário. Qual sua relação com a cidade?</p>
<p>Minha produtora funciona há 15 anos em Olinda, onde fizemos muitos curtas. Sempre quis fazer um longa aqui, em Amarelo manga filmamos nos Quatro Cantos, que é muito cinematográfico. E quando tive a ideia, imaginei o poeta como sendo de Olinda. Ia trazer o filme todo pra cá, queremos falar do Recife, que é um universo de contradições de cidade grande, que contém um mundo.</p>
<p>Como surgiu Febre do rato?</p>
<p>A ideia veio durante a filmagem de Amarelo manga, em Olinda, quando inventei um personagem com um amigo meu. Ele foi crescendo, chamei Hilton Lacerda e as ideias foram chegando, só naquele momento pensamos em 17 sequências.</p>
<p>Você descreve o filme como romântico, sobre pessoas apaixonadas. Seria uma mudança de rota, depois de dirigir dois filmes que mostram a vida cruel?</p>
<p>Pelo contrário, é a afirmação disso tudo. Se as pessoas não viram amor nos meus outros filmes, precisam ver de novo até encontrar. Tudo que já foidito será mostrado de outra forma, com poesia, de uma maneira elegante, generosa, para que seja um filme prazeiroso. Mas não mudei nada, o assunto é o mesmo, só que contado de forma diferente.</p>
<p>Recife tem uma tradição de poetas de rua, seu poeta se conecta com esse cenário?</p>
<p>Zizo não é marginal, é revolucionário. Existe o Zizo, que é meu amigo desde os anos 1980, a quem estamos fazendo homenagem, mas não tem nada a ver com a vida dele. No filme, Zizo cria um mundo onde as pessoas são iguais: negros, gordos, magros, brancos, putas, travestis. Se eles transam ou casam, se separam de um grande amor ou ficam nele pra sempre, não importa, temos que respeitar as pessoas do jeito que são. E um poeta pode tudo, tem liberdade pra falar e fazer o que quiser.</p>
<p>Cinema é a sua forma de fazer poesia?</p>
<p>Lógico. E o poeta sou eu. Essa é minha forma de dizer o que eu acho do mundo. </p>
<p><strong>Por dentro do set</strong></p>
<p>Febre do rato, 3º longa-metragem de Cláudio Assis, é uma co-produção entre a Parabólica Brasil e BelaVista Cinema, em associação com a Pacto Audiovisual e República Pureza Filmes.</p>
<p><strong>Elenco</strong><br />
Irandhir Santos &#8211; Zizo; Nanda Costa &#8211; Eneida; Matheus Nachtergaele &#8211; Pazinho; Ângela Leal &#8211; D. Marieta; Conceição Camarotti &#8211; Stellamaris; Maria Gladys &#8211; Anja; Mariana Nunes &#8211; Rosângela; Juliano Cazarré &#8211; Boca Mole; Victor Araújo &#8211; Oncinha; Tânia Moreno &#8211; Vanessa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Cláudio Assis<br />
<strong>Produção:</strong> Julia Moraes e Claudio Assis<br />
<strong>Roteiro:</strong> Hilton Lacerda<br />
<strong>Produção Executiva:</strong> Marcello Maia<br />
<strong>Direção de Fotografia:</strong> Walter Carvalho<br />
<strong>Direção de Arte:</strong> Renata Pinheiro<br />
<strong>Direção de Produção:</strong> Joana Araújo<br />
<strong>Coordenação de Produção:</strong> Barbara Rocha<br />
<strong>Figurino:</strong> Joana Gatis<br />
<strong>Montagem:</strong> Karen Harley<br />
<strong>Trilha sonora:</strong> Jorge du Peixe<br />
<strong>Produtor associado:</strong> Malu Viana<br />
<strong>Distribuidor:</strong> Imovision<br />
<strong>Orçamento total:</strong> R$ 2,2 milhões</p>
<p><strong>Patrocinadores e investidores:</strong><br />
Petrobras / Fundo Setorial do Audiovisual &#8211; Finep / Prêmio Adicional de Renda &#8211; Ancine /Imovision / Banco do Nordeste / Chesf / IMPSA / Petra Energia / Copergás / Estaleiro Atlântico Sul / Secretaria de Turismo do Governo de Pernambuco / Empetur / Prefeitura de Olinda</p>
<p><strong>Incentivo:</strong><br />
Funcultura / Governo do Estado de Pernambuco </p>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/31/viver11_0.asp" target="_blank" rel="nofollow">Diário de Pernambuco</a></p>
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		<title>Irandhir Santos na coluna &#8216;&#8230;e ponto&#8217; de Daliana Martins</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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Nota publicada na coluna &#8216;&#8230;e ponto&#8217; do blog Sociais, escrito por Daliana Martins, no portal Pe360graus. 
Para mais informações sobre o prêmio ganho por Irandhir Santos no Brazilian Film Festival, em Miami Beach, clique aqui. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/nota-irandhir.jpg" alt="nota-irandhir" title="nota-irandhir" width="550" height="163" class="alignnone size-full wp-image-222" /></p>
<p><a href="http://pe360graus.globo.com/daliana/diversao/variedades/2010/08/24/BLG,5153,2,606,DALIANA,1349-E-PONTO.aspx?aba=2">Nota publicada na coluna <em>&#8216;&#8230;e ponto&#8217;</em> do blog Sociais</a>, escrito por Daliana Martins, no portal Pe360graus. </p>
<p>Para mais informações sobre o prêmio ganho por <strong>Irandhir Santos</strong> no <strong>Brazilian Film Festival, em Miami Beach</strong>, <a href="http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-ganha-o-premio-de-melhor-ator-no-14%c2%ba-brazilian-film-festival-em-miami-beach/">clique aqui</a>. </p>
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		<title>O SOM AO REDOR, filme de Kleber Mendonça Filho</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cinema pernambucano]]></category>
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Foto Victor Jucá (divulgação)
Sinopse
A vida numa vizinhança de classe média no Recife toma um rumo inesperado depois da chegada de seguranças particulares que oferecem seus serviços de proteção privada. Há algo de misterioso nesses homens, e isso nos levará de volta ao passado, no interior de Pernambuco, gerando um choque entre a cultura arcaica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/irandhir-o-som.jpg" alt="irandhir-o-som" title="irandhir-o-som" width="550" height="366" class="alignnone size-full wp-image-212" /><br />
<em>Foto Victor Jucá (divulgação)</em></p>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>A vida numa vizinhança de classe média no Recife toma um rumo inesperado depois da chegada de seguranças particulares que oferecem seus serviços de proteção privada. Há algo de misterioso nesses homens, e isso nos levará de volta ao passado, no interior de Pernambuco, gerando um choque entre a cultura arcaica e o urbano moderno.</p>
<p><strong>Irandhir Santos</strong> interpreta CLODOALDO, o chefe do grupo de segurança que chega para oferecer seus serviços num bairro da zona sul do Recife. </p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gustavo Jahn, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, JW Solha, Irma Brown, Lula Terra.</p>
<p><span id="more-211"></span></p>
<p><strong>Empresa produtora brasileira titular do projeto</strong></p>
<p>A Cinemascópio é uma produtora independente pernambucana, criada inicialmente para produzir os filmes de Kleber Mendonça Filho. Seus curtas metragens A Menina do Algodão (2003), Vinil Verde (2004), Eletrodoméstica (2005), Noite de Sexta, Manhã de Sábado (2006) e o documentário de longa-metragem Crítico (2008) ganharam mais de 70 prêmios em festivais no Brasil e no exterior. Nos últimos anos, ela vem se destacando como uma das principais produtoras audiovisuais do Recife, produzindo ou co-produzindo filmes de jovens talentos como Leonardo Sette (Ocidente, Confessionário), Tião (Muro, premiado na Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes, no Festival Internacional de Curtas de Vila do Conde e no Festival Internacional de Curtas de Clermont-Ferrand), Marcelo Pedroso (Balsa) e Daniel Bandeira (Amigos de Risco).</p>
<p><strong>Diretor: Kleber Mendonça Filho </strong></p>
<p>Nasceu no Recife, Brasil. Formado em jornalismo, tem um trabalho abrangente como crítico de cinema e também como co-programador da principal sala de perfil alternativo do Recife, o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco. </p>
<p>Nos anos 90, ele fez documentários, obras de caráter experimental, e ficção como videomaker. Como cineasta, ele tem utilizado técnicas diferentes atualmente disponíveis (digital, 35 mm, fotografias still, animação). O foco do seu cinema está nas pessoas, no amor e no medo. Os curtas metragens de Kleber Mendonça Filho, Enjaulado (1997), A Menina do Algodão (2003), Vinil Verde (2004), Eletrodoméstica (2005) e Noite de Sexta Manhã de Sábado (2006) ganharam mais de 70 prêmios nacionais e internacionais, com passagens por festivais como Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, Roterdã (Holanda), Clermont-Ferrand (França), Hamburgo (Alemanha), Cork (Irlanda), Upsala (Suécia), Huesca (Espanha) e a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Sua primeira experiência no longa metragem é o documentário Crítico, realizado ao longo de nove anos e selecionado para festivais no Brasil e exterior. Prepara atualmente seu primeiro longa-metragem de ficção, O Som ao Redor. </p>
<p>* Projeto contemplado pelo Hubert Bals Fund (2008) do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam.</p>
<p>* Projeto contemplado no 2° Edital de Audiovisual de Pernambuco (2008-2009), pelo Edital de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura 2009 e pelo Programa Petrobras Cultural 2009.</p>
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		<title>Olhos Azuis &#124; Entrevista exclusiva com Irandhir Santos</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/olhos-azuis-entrevista-exclusiva-com-irandhir-santos/</link>
		<comments>http://irandhirsantos.com.br/olhos-azuis-entrevista-exclusiva-com-irandhir-santos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Adoro Cinema, 17/08/2010
Por Francisco Russo
Irandhir Santos ainda é pouco conhecido pelo público em geral, apesar de ter aparecido com frequência nos cinemas ultimamente. Ainda porque um de seus próximos filmes é o aguardado Tropa de Elite 2, onde é o antagonista do Nascimento de Wagner Moura.
Ele conversou com Francisco Russo, editor do Adoro Cinema, sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adoro Cinema, 17/08/2010</strong><br />
Por <em>Francisco Russo</em></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/irandhir-ac.jpg" alt="irandhir-ac" title="irandhir-ac" width="129" height="170" class="alignleft size-full wp-image-208" /><strong>Irandhir Santos</strong> ainda é pouco conhecido pelo público em geral, apesar de ter aparecido com frequência nos cinemas ultimamente. Ainda porque um de seus próximos filmes é o aguardado Tropa de Elite 2, onde é o antagonista do Nascimento de Wagner Moura.</p>
<p>Ele conversou com Francisco Russo, editor do Adoro Cinema, sobre Olhos Azuis, seu mais recente filme a chegar ao circuito.</p>
<p><strong>ADORO CINEMA:</strong> Você está com um feito raro, com três filmes em cartaz no circuito (Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, Quincas Berro D&#8217;Água e Olhos Azuis). Como é ser o ator da moda no cinema nacional?</p>
<p><strong>IRANDHIR SANTOS:</strong> O que sinto neste momento é que, cada vez mais, estou gostando de fazer cinema. São três obras que surgiram neste momento, mas elas foram rodadas em anos diferentes, com histórias diferentes e em momentos distintos. Casou delas aparecerem agora em 2010, um ano que não é tão igual aos outros porque tem eleição e Copa do Mundo. Isso diminui o espaço para as estreias dos filmes. Não vejo nada mais do que coincidência, mas me sinto muito feliz de estar presente nestas obras. Acredito que as obras devem chegar ao público através da história, isso é que importa. Se acontecer em cada uma delas será maravilhoso, me darei por satisfeito.</p>
<p><strong>AC:</strong> Como o projeto de Olhos Azuis chegou até você?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Foram feitos testes em Pernambuco. A Heloísa Rezende e o João Jr. me ligaram falando do projeto, querendo fazer um teste comigo. Quando peguei o material vi que era em inglês, algo que tinha dificuldade. Ainda assim me atrevi, pois queria fazer cinema. Queria saber como era isso e até então só se conhecia cinema fazendo cinema, ao menos era assim na minha terra. Então me dispus a isso, com toda vontade, em querer fazer. Fiquei muito feliz quando recebi a notícia de que tinha passado. Começou então uma nova etapa, que foi o processo de preparação.</p>
<p><strong>AC:</strong> Como foi esta preparação, você chegou a fazer algum tipo de pesquisa?</p>
<p><strong>Irandhir:</strong> Não tenho contato com os Estados Unidos, de nenhuma forma. Nunca fui lá, minha saída até então era para a Europa. Então precisava ter relatos o mais próximo possível do que se passava. Alguns amigos tiveram este tipo de experiência, não tão drástica quanto o Nonato mas algo parecido no sentido de comportamento. Fui atrás. Pessoas me indicavam, o próprio Joffily também. Mas a preparação fundamental para o Nonato veio na questão da fluência do inglês. Tinha uma noção básica da língua, especialmente de leitura, mas não a fluência necessária. E isto era primordial para o Nonato, alguém que está lá há mais de três anos, que aprendeu o inglês de rua, um inglês específico, mas que também quando é preciso pode usar um inglês um pouco mais sofisticado. É isso que acontece no início do filme e, à medida que ele é bombardeado, vai perdendo isso e quase que volta à língua mãe. É natural isto acontecer. Tinha que ter esta segurança na fala. Falei com o Joffily e ele definiu que iríamos estabelecer um tempo para isso. Foi super generoso em entrar em contato com uma escola de língua inglesa lá de Recife, onde tinha um professor norte americano que foi crucial neste sentido. O Joffily me deu o roteiro e disse para que colocasse da forma que achasse melhor, lembrando essa coisa do inglês de rua. Foram dois meses lapidando este roteiro e aí tornou-se algo mais sólido até a chegada do David Rasche e dos outros atores americanos, quando surgiu uma nova etapa, a do improviso. O David trouxe as suas referências, o que queria para o personagem, e eu tinha as minhas também. Então foi uma etapa de ajuste, entre aquilo que eu tinha e o que o David tinha. Aí sim, após isto, a gente foi pra cima.</p>
<p><strong>AC:</strong> Seu personagem começa calmo e, à medida que os eventos acontecem, ele fica cada vez mais irritado até explodir de vez. Como foi construir esta mudança emocional do personagem?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Algo que faço para todos os meus personagens são registros, tenho um caderno para cada um deles. Isto me ajuda, é uma forma de concretizar a forma que o ator trabalha. Então é como se tivesse o personagem nas minhas mãos, pois nele tenho toda sua trajetória. Isto me ajuda muito quando faço cinema, pois há aquela quebra na ordem das cenas a serem rodadas. Dependendo da cena vou direto ao caderno e vejo em que situação o personagem está. Com o Nonato aconteceu algo muito especial, porque notei esta trajetória dele até uma tensão limite. Como trabalho com muitos desenhos e referências, que me ajudam, usei o que os aeroportos americanos passaram a ter após os ataques do 11 de setembro. Eles começaram a utilizar cores para definir o nível de alerta. Então existia um nível amarelo, laranja, até o vermelho. Foi mais ou menos a trajetória que o Nonato fazia. Havia cenas em que achava que o Nonato estaria no alerta amarelo, outras no laranja e onde ele chegaria até o vermelho. Fiz esta separação para interiorizar isto. Até nas horas de gravação o Joffily chegava e dizia &#8220;nível laranja, Irandhir&#8221;. Isto me ajudou muito a pontuar esta trajetória.</p>
<p><strong>AC:</strong> Falando sobre Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, me chamou muito a atenção a figura do protagonista que não está presente nunca. Como foi construir um personagem com a limitação de apenas usar a voz?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Foi muito desafiador neste sentido. Sempre tinha utilizado meu corpo como instrumento para todos os projetos até então, que é um elemento que me ajuda na construção para entrar na história. Tem a transformação física, o próprio Nonato passa por uma. Isto é importante para o ator porque acredito que o registro físico te ajuda no emocional. Quando chegou o convite do Marcelo e do Karim com esta proposta, de não ter o corpo e ir pela voz, foi como se tirasse minha ferramenta. Descobri então que existem outras ferramentas para o ator e a voz é uma especialíssima. A ideia era ter a voz que tem mãos, braços, coração. É preciso ter as mãos com a ênfase da palavra, com a respiração. É preciso estar, mesmo não estando aparecendo. Então perdi meu corpo, mas descobri minha voz. É um instrumento tão bom quanto e tão magnífico quanto.</p>
<p>Outra coisa que acho curioso é que o fato de não aparecer dá vazão às pessoas que assistem para formar o José Renato da sua maneira. Inclusive depois, conversando com o Karim e o Marcelo, disse que não iria aparecer, nem antes do filme, que eles não iriam me apresentar, por causa disto. A gente tentou segurar ao máximo de não aparecer. Quem ia apresentar o filme nos locais em que era exibido eram os diretores. Apenas citavam meu nome, mas não aparecia fisicamente. Acho que aparecer daria um limite à imaginação das pessoas e a gente acabou optando por isso.</p>
<p><strong>AC:</strong> Sobre Tropa de Elite 2, como foi a sua experiência com as filmagens?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Foi fantástica! O Padilha se cerca de histórias as quais ele quer fazer conversar para levantar pontos que serão muito discutidos. E são pontos novos, não abarcados pelo primeiro filme. Gosto deste tipo de cinema, que vem para provocar discussões. Mas acima de tudo ele está cercado por uma equipe que é simplesmente fascinante. Da parte técnica aos atores, ele tem um time perfeito. Wagner Moura foi um excelente colega, na construção do que era preciso para cada cena. Há uma equipe formada que dá uma sustentação que te dá a segurança necessária para se jogar na história. Quando senti que estava cercado e seguro desta maneira, a sensação era de se atrever, vai atrás que você está bem cercado.</p>
<p>Fui muito bem aceito pelas pessoas. Estava um pouco receoso, pois não estava no Tropa de Elite e de repente você pega uma equipe bem casada e vencedora, por tudo que provocou, de repente vem alguém novo. Mas eles foram super abertos e generosos. Eu me senti muito feliz de ter feito Tropa de Elite 2. Confesso que a expectativa de fazer o filme não aconteceu durante as filmagens, pois a equipe se cercou a ponto de não deixar que a demanda interferisse no trabalho. Tanto é que para mim soou como outros trabalhos, minha entrega foi tanto quanto em qualquer outro que fiz, mas só veio cair a ficha do que é Tropa de Elite 2 depois que terminou. Porque aí voltei para casa e começou uma demanda de pessoas querendo saber como era tudo. Isto nunca tinha acontecido com nenhum filme que tinha feito até então. Foi aí que tive um pouco da noção exata do que seria o filme. Ainda bem que já tinha filmado tudo.</p>
<p><strong>AC:</strong> Em relação a novos projetos, já há algo em vista?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>TV tem surgido desde minha participação em &#8220;A Pedra do Reino&#8221;, mas tem casado com projetos de cinema e, como tenho me colocado à disposição do cinema, não pude fazer televisão ultimamente. Em relação a cinema, estou com uma grande paixão na minha vida que é o Cláudio Assis. Foi ele quem me deu uma das primeiras oportunidades em cinema, em Baixio das Bestas. Agora ele vai rodar seu terceiro filme, A Febre do Rato, todo feito em Recife e Olinda. Ele me fez o convite e será agora no segundo semestre. Então este é meu próximo projeto.</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.adorocinema.com/colunas/olhos-azuis-1-834/" target="_blank" rel="nofollow">Adoro Cinema</a></em></p>
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		<title>Tropa de Elite 2 &#8211; Trailer Oficial 2</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 21:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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Este é o novo trailer oficial do filme Tropa de Elite 2, que estreia no dia 08/10 nos cinemas e conta com Irandhir Santos no elenco.
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Via Blog do Tropa de Elite 2
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<p>Este é o novo trailer oficial do filme <a href="http://www.tropa2.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">Tropa de Elite 2</a>, que estreia no dia 08/10 nos cinemas e conta com <strong>Irandhir Santos</strong> no elenco.</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.tropa2.com.br/2010/08/16/tropa-2-novo-trailer-no-ar/" target="_blank" rel="nofollow">Blog do Tropa de Elite 2</a></em></p>
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		<title>Jornal do Commercio</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[22-07-2009
Coluna Dia a Dia – Roberta Jungamann
O ator pernambucano Irandhir Santos de volta ao Recife, depois de receber o prêmio de melhor ator coadjuvante no festival de Paulínia-SP, como Nonato, o imigrante brasileiro nos EUA, no filme Olhos azuis, de José Joffily faturou seis prêmios no total.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>22-07-2009<br />
<strong>Coluna Dia a Dia – Roberta Jungamann</strong><br />
O ator pernambucano Irandhir Santos de volta ao Recife, depois de receber o prêmio de melhor ator coadjuvante no festival de Paulínia-SP, como Nonato, o imigrante brasileiro nos EUA, no filme Olhos azuis, de José Joffily faturou seis prêmios no total.</p>
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		<title>Pernambuco Brilha no Festival de Paulínia</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornal do Commercio PE
Publicado em 18.07.2009
Eugênia Bezerra
ebezerra@jc.com.br
Enviada especial 
PAULÍNIA, SP – Os filmes Olhos azuis, de José Joffily, e Só dez por cento é mentira, de Pedro Cezar, receberam os prêmios de melhor filme de ficção e documentário, respectivamente, no 2º Festival de Paulínia. A premiação aconteceu na noite da última quinta-feira, no Theatro Municipal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jornal do Commercio PE</strong><br />
Publicado em 18.07.2009<br />
Eugênia Bezerra<br />
ebezerra@jc.com.br<br />
Enviada especial </p>
<p>PAULÍNIA, SP – Os filmes Olhos azuis, de José Joffily, e Só dez por cento é mentira, de Pedro Cezar, receberam os prêmios de melhor filme de ficção e documentário, respectivamente, no 2º Festival de Paulínia. A premiação aconteceu na noite da última quinta-feira, no Theatro Municipal, e contou com a avant-première de Tempo de paz, filme de Daniel Filho (homenageado pelo festival) e show de Paralamas do Sucesso. A cerimônia teve uma confusa apresentação feita pelos atores Murilo Benício e Guilhermina Guinle, que não se entenderam com o teleprompter diversas vezes durante a noite. O nome do premiado na categoria direção de curta-metragem, por exemplo, só foi conhecido depois.<br />
Entre os curtas foram premiados Timing, de Amir Admoni, e Spectaculum, de Juliano Luccas, nas categorias nacional e regional, respectivamente. A melhor direção de ficção foi para Ana Luiza Azevedo, de Antes que o mundo acabe. Já na categoria documentário, o júri escolheu a dupla Roberto Berliner e Pedro Bronz, por Herbert de perto. O prêmio especial do júri ficou com Contador de histórias, de Luiz Villaça. Já a crítica escolheu Antes que o mundo acabe como a melhor ficção e Moscou, de Eduardo Coutinho, como o melhor documentário.<br />
Olhos azuis e Antes que o mundo acabe foram os filmes mais premiados desta edição, cada um com seis Meninas de Ouro (o nome do troféu de Paulínia). Entre os recebidos por Olhos azuis (que foi parcialmente filmado no Estado), por exemplo, está o de melhor ator coadjuvante para o pernambucano Irandhir Santos.<br />
Ele disse que já sentia agraciado por exercer o ofício de ator no Brasil e agradeceu ao festival por voltar para casa “com uma bela menina”. “Cheguei na terça-feira e fiquei impressionado com o porte do festival e com a qualidade também. Paulínia tem tudo para se transformar em um grande festival. Fico feliz com o trabalho, que este bom começo seja o início. Foi um desafio fazer o Nonato, falar em inglês, mas confiei na equipe e na sensibilidade do Jofre”, afirmou o ator após a cerimônia.<br />
Do mesmo filme, foi premiada Cristina Lago, que dividiu o prêmio com outras duas atrizes de Quanto dura o amor?, Silvia Lourenço e Maria Clara Spinelli, que usou a frase de uma amiga para agradecer: “Não apenas respeite o diferente, mas ame o diferente. Acho que é isso que o festival está fazendo aqui hoje”, afirmou. Maria Clara brincou dizendo que sempre quis uma boneca quando criança e nunca tinham lhe dado. “Agora eu tenho uma menina de ouro”. Por coincidência, a categoria de melhor ator neste ano também foi dividida entre três profissionais, que interpretam o protagonista do filme O contador de histórias em diferentes idades.<br />
Homenageado desta edição do festival, o ator, produtor e diretor de cinema e TV Daniel Filho apresentou Tempos de paz antes da cerimônia de encerramento. O drama é ambientado em abril de 1945, quando os combates da 2ª Guerra Mundial já cessavam na Europa. A trama se desenvolve no porto do Rio de Janeiro, com o embate entre um interrogador alfandegário e ex-torturador da polícia política de Vargas e um ex-ator polonês que deseja entrar no Brasil, mas é confundido pelos nazistas.<br />
A dupla é interpretada por Tony Ramos e Dan Stulbach. Curiosamente, o tema é parecido com o de Olhos azuis, mas com uma situação invertida. Se, no de Joffilly, um brasileiro é humilhado no exterior, no de Daniel Filho, é um estrangeiro que pena para tentar refazer a vida em nosso país. O falante Daniel Filho subiu ao palco e disse que estava nervoso (e que até havia tomado um lexotan) e comparou este tipo de homenagem à comemoração de um aniversário. “É como cantar parabéns. Mas não é por que você nasce, é porque trabalhou. Melhor ainda”, afirmou o diretor, que agora dedica-se à cinebiografia do medium brasileiro Chico Xavier (com cenas filmadas em Paulínia).<br />
» A jornalista viajou a convite da produção do evento </p>
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		<title>Ator Pernambucano em Ascenção</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/diario-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[melhor ator]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>

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		<description><![CDATA[Diário de Pernambuco
Atuação // Melhor ator coadjuvante no 2º Festival Paulínia de Cinema, Irandhir Santos conta sobre os novos planos
André Dib
andredib.pe@diariosassociados.com.br
Premiado como melhor ator coadjuvante pelo trabalho no filme Olhos azuis, de José Joffily, o ator Irandhir Santos 
foi um dos destaques do 2º Festival Paulínia de Cinema. Na festa de encerramento do evento, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diário de Pernambuco<br />
Atuação // Melhor ator coadjuvante no 2º Festival Paulínia de Cinema, Irandhir Santos conta sobre os novos planos<br />
André Dib<br />
<a href="mailto:andredib.pe@diariosassociados.com.br">andredib.pe@diariosassociados.com.br</a></p>
<p>Premiado como melhor ator coadjuvante pelo trabalho no filme Olhos azuis, de José Joffily, o ator Irandhir Santos <img class="alignleft size-full wp-image-64" title="Foto Noticia" src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2009/09/irandhir-foto-noticia.jpg" alt="Foto Noticia" width="123" height="92" /><br />
foi um dos destaques do 2º Festival Paulínia de Cinema. Na festa de encerramento do evento, na última quinta-feira, os aplausos e sorrisos são a prova de que o evidente talento deste pernambucano de 30 anos conquistou mais adeptos. Desta vez, não como o Maninho de Baixio das bestas ou o Quaderna, de A pedra do reino, apenas para citar dois de seus grandes momentos. E sim como Nonato, o brasileiro que há dez anos mora nos EUA, mas amarga o pão que o diabo amassou na mão de Marshall, chefe do departamento de imigração do aeroporto JFK.</p>
<p>Em entrevista ao Diario, Irandhir conta como construiu esse novo personagem e os desafios da interpretação em outra língua e as três novas produções em que participa: A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água, de Sérgio Machado sobre livro de Jorge Amado; Besouro, de João Daniel Tikhomiroff; e A hora e vez de Augusto Matraga, de Vinícius Coimbra, que será rodado em Minas Gerais, com João Miguel no papel principal. De quebra, aproveita para contar sobre os novos planos para a carreira.</p>
<p>Entrevista // Irandhir Santos</p>
<p>Qual sua visão do filme de Joffily?</p>
<p>É um filme que trata da questão da diferença. E deixa claro que ela existe porque impomos isso de alguma maneira, como fator externo. Quando Nonato vê a filha com olhos azuis, me pergunto o porquê de Marshall se sentir tão superior, se ele é tão igual a mim.</p>
<p>Como Nonato foi construído?</p>
<p>Li muito o roteiro, sempre desconstruindo e cortando, rasgando o personagem. A partir das orientações do diretor, acrescentei a minha parte. No roteiro há muito o Nonato empreendedor, que sai do país para ganhar a vida. Quis imaginar outras situações, trazer mais humanidade para ele.</p>
<p>Foi difícil interpretar em inglês?</p>
<p>Tive que estudar, pois não tinha muito domínio do inglês. Também fui para a cultura americana, procurei saber o que existe lá que moveria alguém a sair de seu país. Comecei a contatar brasileiros que moravam lá, fiz entrevistas, procurei imagens.</p>
<p>Que imagens?</p>
<p>Os olhos foram imagens que mais captei. Gosto muito de olhos azuis e o desafio era olhar para eles e sentir o inverso. Adoro minha avó materna, a lembrança de carinho ligada a olhos azuis vem dela. Sentir o contrário foi um desafio.</p>
<p>Como foi a iniciação no teatro e a formação de ator profissional?</p>
<p>Minha recordação mais antiga está ligada à escola em que estudei em Limoeiro. É um lugar tradicional, administrado por freiras que trabalhavam teatro e arte-educação com os alunos. Quando fui estudar o segundo grau no Recife, também queria um colégio que tivesse teatro, mas fui para o Colégio Militar, pois meus pais me convenceram que era bom para passar no vestibular. Por sorte, um dos alunos de lá se formou e retornou para dar aulas de teatro.</p>
<p>Quem era ele?</p>
<p>André Cavendish. Foi meu primeiro professor de teatro. Lá eu tive a certeza de que queria continuar no palco. Então juntei a necessidade dos meus pais de ter que fazer universidade com a minha, de fazer teatro.</p>
<p>Qual era seu foco de estudo na universidade?</p>
<p>Na UFPE eu trabalhava com o corpo como expressão. Já na universidade procurava essa linha. Tive como professor Roberto Lúcio, que desenvolveu um trabalho muito bom. Foi também quando me aproximei de amigos como Kléber Lourenço e Jorge de Paula. Em Olhos azuis, dez minutos antes de rodar a sequência da arma, utilizei exercícios que aprendi na universidade, de respiração e exaustão física pra abrir o canal para as emoções.</p>
<p>Qual o papel mais difícil que já fez?</p>
<p>Gosto quando tenho tempo para a preparação. Para mim, é primordial. No teatro é possível, geralmente tenho seis meses para isso. No cinema não é assim, mas tive sorte de pegar papéis no qual existiam esse tempo disponível. De todos, o Quaderna foi o mais difícil, pela própria complexidade do personagem. O próprio Ariano (Suassuna) o define como quatro personagens: o palhaço, o rei, o contador e o sertanejo. E o Luiz (Fernando Carvalho, diretor de A pedra do reino) me deu um Quaderna velho, amadurecido. O momento em que cada um deveria aparecer foi um desafio grande, dividido com profissionais que me deram suporte.</p>
<p>O que faz sua profissão valer a pena?</p>
<p>Ultimamente, é o fato de poder exercê-la, de poder viver isso. Só por isso, já me sinto premiado. Quando esteve em Taperoá, Fernanda Montenegro disse: &#8220;nosso prêmio é o nosso ofício&#8221;. Pois temos que enfrentar uma batalha diária, com quase todas as dificuldade e ainda lidar com o lado criativo. Equilibrar isso é a grande questão. Fico feliz quando penso no que já fiz e no que ainda tenho para fazer.</p>
<p>Quando você voltará ao teatro?</p>
<p>Ainda este ano. Estou ensaiando semanalmente com o Grupo Visível (Visível Núcleo de Criação), que Kléber Lourenço montou para retomar o ator como criador da história. O nome do projeto é Daquilo que move o mundo. Ele trabalha a dramaturgia com exercícios cênicos coordenados pelo dramaturgo Felipe Botelho. A ideia é iniciar o trabalho no Recife e no fim do ano vir pra Campinas para a preparadora Tiche Vianna, que tem um excelente trabalho com a comédia dell&#8217;arte, lapidar e fazer o que quiser com nossos corpos. Pra mim será uma retomada. Há três anos não faço teatro e esse é um grupo que gosto muito, ligado à universidade, com um senso de pesquisa e continuidade que me interessa.</p>
<p>Fale sobre o personagem que você faz em Besouro. Ele é um vilão?</p>
<p>É. Seu nome é Noca de Antonia. Para fazê-lo, tive que trabalhar com sombras. A preparadora de elenco, Fátima Toledo, disse que os capoeiristas são a luz e nós precisamos das sombras, que sou eu e o coronel. Então tive que ativar o que há de pior em mim. Sou muito recatado, mas em um dos exercícios ela me &#8220;destampou&#8221; e tudo que estava reprimido saltou com a raiva. Para ativar minha sombra falei todos os palavrões e coisas sujas.</p>
<p>Como foi a experiência de filmar A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água, com atores veteranos como Paulo José, Marieta Severo e Mariana Ximenes?</p>
<p>Também foi com Fátima, só que o filme é uma comédia. Eu faço o Cabo Martin, um dos quatro amigos de Quincas. A grande questão foi trabalhar o tema morte de um grande amigo, uma grande perda. Apesar de ser comédia, tive que trabalhar de maneira muito séria. Ver Paulo José morto é algo bem doloroso, então parti daí. A ideia do Sérgio (Machado, o diretor do filme) é que o cômico não estivesse nos personagens, mas sim nas situações absurdas. Os filmes dos irmãos Cohen foram referências.</p>
<p>Ultimamente, você tem recebido muitos convites. O que te faz escolher um projeto?</p>
<p>Sempre escolho a partir do que me toca naquele momento da vida. Os filmes que faço têm me ensinado lições importantes. Trabalhar com Luís Fernando Carvalho e Cláudio Assis me fez redescobrir o lugar onde nasci. Naquele momento estava em dúvida se ficava lá ou ia para o Recife. Meu olhar para aquela região mudou muito. No caso de Olhos azuis, senti que deveria fazer pelo roteiro, uma história fantástica, por Joffily, diretor que já admirava e pelo desafio, pois a maioria das cenas são em inglês, língua em que não tenho tanta prática.</p>
<p>O que te atraiu na refilmagem de A hora e a vez de Augusto Matraga?</p>
<p>Guimarães Rosa foi primeiro autor que entrou lá em casa, período que lembro muito do meu pai. Ele lia muito e conversava sobre a obra, tinha olhar peculiar. Ele achava que Guimarães mostrava um sertão cru, forte, seco. E minha mãe via o contrário, via poesia. Então sempre havia discussão. Quando fiz A pedra do reino, me debati com o Sertão de Ariano, colorido e alegre de pessoas que se encantam com sua raiz. Agora sinto a necessidade de viver o sertão duro, seco, para haver um diálogo.</p>
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