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	<title>Irandhir Santos</title>
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		<title>Tudo começa bem em Febre do rato</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 01:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinema // Primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor Claudio Assis superam as melhores expectativas
Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 02/09/2010
Por Luiza Maia // Especial para o Diario
O sucesso nos primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor pernambucano Cláudio Assis, Febre do rato, está estampado no rosto de todos os envolvidos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cinema // Primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor Claudio Assis superam as melhores expectativas</em></p>
<p><strong>Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 02/09/2010</strong><br />
Por <em>Luiza Maia // Especial para o Diario</em></p>
<div id="attachment_238" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/irandhir-santos.jpg" alt="No elenco de A Febre do Rato: Ângela Leal, Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, entre outros." title="irandhir-santos" width="550" height="154" class="size-full wp-image-238" /><p class="wp-caption-text">No elenco de A Febre do Rato: Ângela Leal, Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, entre outros.</p></div>
<p>O sucesso nos primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor pernambucano Cláudio Assis, Febre do rato, está estampado no rosto de todos os envolvidos na produção: completamente exauridos, mas igualmente satisfeitos. &#8220;Paro por respeito à equipe. Por mim, a gente ia direto&#8221;, brinca o diretor. Ao todo, serão cinco semanas com jornada diária das 5h às 17h. No primeiro dia de filmagens, na terça-feira, foram adiantadas duas sequências do cronograma previstas para os dias seguintes. O dia estava reservado para uma cena na praia, mas Claúdio se satisfez com a primeira tomada, concluída às 10h. &#8220;Foi uma vez e valeu. Eu pensei: vamos fazer mais uma. E o Cláudio super seguro, determinado. É muito bom trabalhar com um diretor assim, que vira e diz: &#8216;Esse plano tá bom!&#8217;&#8221;, comemora a atriz Nanda Costa, protagonista do filme no papel da jovem Eneida ao lado de Irandhir Santos, que vive o poeta Zizo. Matheus Nachtergaele, Ângela Leal, Conceição Camarotti, Maria Gladys, Mariana Nunes, Juliano Cazarré, Tânia Moreno e o estreante Vitor Araújo compõem o elenco.</p>
<p>A jornada terminou no Cemitério de Guadalupe, para gravação de cenas do final do filme. &#8220;Adiantamos as cenas do outro dia. Bate uma insegurança, mas deu tudo certo&#8221;, comenta o experiente Matheus Nachtergaele, encantado com seu personagem, o coveiro Pazinho. &#8220;A vida dele tem uma espera. Toda vez que vim aqui, estava vazio. Só dois, três coveiros. E quando chega é alguém que morreu&#8221;, reflete. Por outro lado, é casado com o travesti Vanessa (Tânia Moreno), é amigo do poeta, participa de farras. Ele vive nos opostos entre a luz da noite e a sombra do dia. &#8220;É um casal inusitado. Ele é um coveiro, a princípio não seria um cara aberto. Acho isso um lance bonito do roteiro&#8221;, defende. &#8220;O Claudão sempre tem uma visão muito especial e corajosa do que é a realidade brasileira. Não é uma obrigação. A gente está aqui porque a gente quer&#8221;, garante Matheus, que participou dos outros dois longas de Cláudio, Amarelo manga e Baixio das bestas.</p>
<p>O diretor de fotografia Walter Carvalho também acompanha o diretor pernambucano desde o primeiro longa. Desta vez, a cor forte de Amarelo manga será substituída pelo preto e branco. &#8220;Nada mais abstrato do que o amor. Nada mais doloroso, nada mais prazeroso, confuso, atraente, apaixonante que o amor. Para mim o amor se dá num plano preto e branco&#8221;, explica Carvalho sobre a opção pelas escalas de cinza. Para ele, a escolha é uma forma de desdizer o que foi dito nos outros filmes e fugir da tendência do cinema contemporâneo de se valorizar cada vez mais a verossimilhança com o real, principalmente com o advento da tecnologia 3D. &#8220;O cinema do Cláudio é um cinema libertário. Ele é irreverente, provocador. Ele vê a face bonita e a face feia do objeto. A fotografia tem que mostrar esse mistério entre o que se apresenta e o que se deduz&#8221;, diz.</p>
<p>Mesmo no início das gravações, o elenco se mostra bastante envolvido com os personagens. A relação de Nanda com Eneida foi tão forte que ela sentiu necessidade de mudar o visual de Soraia, da novela Viver a vida. Na tarde anterior ao início das gravações, às 17h, ela não conseguia parar de pensar que faltava algo à personagem. &#8220;Eu não conseguia mais me olhar no espelho e ver aquele cabelo. Cortar deu uma leveza e atitude a ela, porque Eneida é uma adolescente com muita atitude&#8221;, define, com os cabelos acima do ombro. Apesar disso, confessa que nunca se sente pronta, nem quando está em cena, nem &#8220;quando dá o corta&#8221;. &#8220;Dar conta do personagem é um trabalho diário, a cada cena. Mas sinto que estou no caminho certo&#8221;, acredita a atriz, que vive ótima fase após ganhar o prêmio de melhor atriz do Festival de Cinema do Rio, Festival de Cinema Brasileiro de Paris e de Miami. </p>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/09/02/viver3_0.asp" target="_blank" rel="nofollow">Diário de Pernambuco</a></p>
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		<title>Febre de longas pernambucanos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 01:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[febre do rato]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Claudio Assis começa a rodar a partir de hoje seu terceiro filme, tendo no elenco Irandhir Costa, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele
Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 31/08/2010
Por André Dib
ove anos depois de Amarelo manga, Cláudio Assis volta a filmar em Olinda e Recife. A partir de hoje, a produção de Febre do rato, terceiro longa-metragem do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Claudio Assis começa a rodar a partir de hoje seu terceiro filme, tendo no elenco Irandhir Costa, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele</em></p>
<p><strong>Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 31/08/2010</strong><br />
Por <em>André Dib</em></p>
<p><div id="attachment_231" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/irandhir.jpg" alt="Irandhir Santos revela que já incorporou o protagonista, o poeta Zizo Foto: Nando Chiappetta/Esp. DP/D.A Press" title="irandhir" width="200" height="150" class="size-full wp-image-231" /><p class="wp-caption-text">Irandhir Santos revela que já incorporou o protagonista, o poeta Zizo Foto: Nando Chiappetta/Esp. DP/D.A Press</p></div>Nove anos depois de Amarelo manga, Cláudio Assis volta a filmar em Olinda e Recife. A partir de hoje, a produção de Febre do rato, terceiro longa-metragem do diretor pernambucano, movimenta a cidade com uma equipe de profissionais cariocas e pernambucanos. Durante a semana de ensaios, o elenco formado por Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, Mariana Nunes e Juliano Cazarré circulou em eventos e bares. No que diz o burburinho, Nachtergaele já está com o personagem incorporado e assim deve continuar até o começo de outubro, quando terminam as filmagens. </p>
<p>Apesar do momento ao mesmo tempo tenso e delicado que configura a pré-produção de um longa, Cláudio e Júlia Moraes receberam o Diario no casarão utilizado para os ensaios, no Sítio Histórico. Eles celebram a boa fase do cinema feito em Pernambuco, somente em 2010 contabiliza quatro longas em andamento, com distribuição garantida. Febre do rato será rodado em super 35mm, captado em cores para ser vertido em pretoe branco na pós-produção. Como em todos os filmes do diretor, a fotografia é de Walter Carvalho, em formato cinemascope.</p>
<p>Contemplado em 2005 pelo fundo holandês Hubert Bals para desenvolvimento de projetos, Febre do rato tem acumulado patrocínios e apoios nacionais e estrangeiros, como a empresa argentina IMPSA. &#8220;Empresários entenderam que dá pra investir no cinema de ideias, independente do retorno financeiro&#8221;, diz Júlia. &#8220;Nesse processo, a Fundarpe foi fundamental para a gente poder andar e ganhar os grandes editais, concorrendo com filmes do Brasil inteiro&#8221;, complementa Cláudio. Com 90% do orçamento captado, falta garantir a finalização. &#8220;A Prefeitura do Recife ainda não oficializou, mas garantiu que vai nos apoiar&#8221;.</p>
<p>Durante a prova de figurino, encontramos um Irandhir febril, possuído pelo poeta Zizo, personagem principal do novo filme. &#8220;Se tem algo que resume Zizo, é a atitude&#8221;, disse o ator, que acaba de rodar O som ao redor, de Kleber Mendonça Filho, e a partir de outubro poderá ser visto em Tropa de elite 2. Semana passada, Irandhir conheceu Miró, com quem descobriu afinidades. &#8220;O destino trouxe Miró e fiquei com ele enquanto pude. Se eu tiver 1/3 dele no meu personagem estarei muito feliz&#8221;. Para compor Zizo, Irandhir tem dormido e acordado com João Cabral, Drummond, Pedro Tierra e Murilo Mendes. No entanto, todas as poesias do filme são originais, escritas por Hilton Lacerda.</p>
<p>Boa parte de Febre do rato será rodada na Fábrica Tacaruna, que será morada de um triângulo amoroso vivido por Juliano Cazarré, Mariana Nunes e Vítor Araújo, que estreia como ator. Afora o elenco principal, Jones Melo, Paulina Albuquerque, Sâmara Cipriano, Chiquinho Serra Velho, Hugo Gila e a paulista Tânia Moreno prometem gerar cenas que, como nos demais filmes de Cláudio, ainda vão dar o que falar.</p>
<p>Entre atores, figurantes e participações especiais, serão mais de 400 pessoas. Um churrasco de Páscoa na casa de Zizo reunirá Jommard Muniz de Britto, Gaspar Andrade, Fernando Peres e Irma Brown, Wilma Gomes (ex-miss Pernambuco), LalaK e Carlos Carvalho. Quero reunir pessoas que na vida real seriam amigos do poeta e reunir a nossa cena cultural, uma metalinguagem a serviço do cinema&#8221;, diz Rutílio de Oliveira, responsável pelo casting. Miró, Xico Sá, Roger de Renor e João do Morro também serão convidados. Evocados no título, ratazanas comuns nas alamedas da cidade não devem faltar. Mas a &#8220;febre do rato&#8221; não tem nada a ver com a doença provocada pelos roedores, mas com a expressão pernambucana para determinado estado de espírito. &#8220;É como se a pessoa azougada, com atitude para o bem ou para o mal, com vontade de lutar por alguma coisa.</p>
<p><strong>Inspiração no avô poeta</strong></p>
<p>Neta de Vinicius, Júlia Moraes busca no avô parte da inspiração para construir o poeta do novo filme de Cláudio Assis. &#8220;Ele viveu pra poesia e me deu condições de entender e viajar no universo do poeta. Com certeza estamos trazendo isso para o filme. Para ele a família, as histórias, a obra é uma só&#8221;. Júlia tinha apenas seis anos quando Vinicius se foi. A breve convivência deixou nela uma imagem clara de entrega que agora ele transpõe para o filme, que ela descreve como &#8220;alto astral, de afirmação&#8221;, de um personagem que não está preocupado com dinheiro ou sucesso, que &#8220;não quer se dar bem, mas ser quem ele é&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assim como ele, Zizo é um poeta do amor e da dor. E disso todo mundo entende. Seja parnasiana, romântica, escatológica ou concreta, a poesia é capaz de tocar as pessoas de forma profunda. E Zizo carrega consigo essa liberdade, que as pessoas querem viver mas não têm coragem, são amarradas&#8221;.  </p>
<p><strong>Entrevista // Claudio Assis</strong></p>
<p>Após quase uma década, você volta a usar Olinda como cenário. Qual sua relação com a cidade?</p>
<p>Minha produtora funciona há 15 anos em Olinda, onde fizemos muitos curtas. Sempre quis fazer um longa aqui, em Amarelo manga filmamos nos Quatro Cantos, que é muito cinematográfico. E quando tive a ideia, imaginei o poeta como sendo de Olinda. Ia trazer o filme todo pra cá, queremos falar do Recife, que é um universo de contradições de cidade grande, que contém um mundo.</p>
<p>Como surgiu Febre do rato?</p>
<p>A ideia veio durante a filmagem de Amarelo manga, em Olinda, quando inventei um personagem com um amigo meu. Ele foi crescendo, chamei Hilton Lacerda e as ideias foram chegando, só naquele momento pensamos em 17 sequências.</p>
<p>Você descreve o filme como romântico, sobre pessoas apaixonadas. Seria uma mudança de rota, depois de dirigir dois filmes que mostram a vida cruel?</p>
<p>Pelo contrário, é a afirmação disso tudo. Se as pessoas não viram amor nos meus outros filmes, precisam ver de novo até encontrar. Tudo que já foidito será mostrado de outra forma, com poesia, de uma maneira elegante, generosa, para que seja um filme prazeiroso. Mas não mudei nada, o assunto é o mesmo, só que contado de forma diferente.</p>
<p>Recife tem uma tradição de poetas de rua, seu poeta se conecta com esse cenário?</p>
<p>Zizo não é marginal, é revolucionário. Existe o Zizo, que é meu amigo desde os anos 1980, a quem estamos fazendo homenagem, mas não tem nada a ver com a vida dele. No filme, Zizo cria um mundo onde as pessoas são iguais: negros, gordos, magros, brancos, putas, travestis. Se eles transam ou casam, se separam de um grande amor ou ficam nele pra sempre, não importa, temos que respeitar as pessoas do jeito que são. E um poeta pode tudo, tem liberdade pra falar e fazer o que quiser.</p>
<p>Cinema é a sua forma de fazer poesia?</p>
<p>Lógico. E o poeta sou eu. Essa é minha forma de dizer o que eu acho do mundo. </p>
<p><strong>Por dentro do set</strong></p>
<p>Febre do rato, 3º longa-metragem de Cláudio Assis, é uma co-produção entre a Parabólica Brasil e BelaVista Cinema, em associação com a Pacto Audiovisual e República Pureza Filmes.</p>
<p><strong>Elenco</strong><br />
Irandhir Santos &#8211; Zizo; Nanda Costa &#8211; Eneida; Matheus Nachtergaele &#8211; Pazinho; Ângela Leal &#8211; D. Marieta; Conceição Camarotti &#8211; Stellamaris; Maria Gladys &#8211; Anja; Mariana Nunes &#8211; Rosângela; Juliano Cazarré &#8211; Boca Mole; Victor Araújo &#8211; Oncinha; Tânia Moreno &#8211; Vanessa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Cláudio Assis<br />
<strong>Produção:</strong> Julia Moraes e Claudio Assis<br />
<strong>Roteiro:</strong> Hilton Lacerda<br />
<strong>Produção Executiva:</strong> Marcello Maia<br />
<strong>Direção de Fotografia:</strong> Walter Carvalho<br />
<strong>Direção de Arte:</strong> Renata Pinheiro<br />
<strong>Direção de Produção:</strong> Joana Araújo<br />
<strong>Coordenação de Produção:</strong> Barbara Rocha<br />
<strong>Figurino:</strong> Joana Gatis<br />
<strong>Montagem:</strong> Karen Harley<br />
<strong>Trilha sonora:</strong> Jorge du Peixe<br />
<strong>Produtor associado:</strong> Malu Viana<br />
<strong>Distribuidor:</strong> Imovision<br />
<strong>Orçamento total:</strong> R$ 2,2 milhões</p>
<p><strong>Patrocinadores e investidores:</strong><br />
Petrobras / Fundo Setorial do Audiovisual &#8211; Finep / Prêmio Adicional de Renda &#8211; Ancine /Imovision / Banco do Nordeste / Chesf / IMPSA / Petra Energia / Copergás / Estaleiro Atlântico Sul / Secretaria de Turismo do Governo de Pernambuco / Empetur / Prefeitura de Olinda</p>
<p><strong>Incentivo:</strong><br />
Funcultura / Governo do Estado de Pernambuco </p>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/31/viver11_0.asp" target="_blank" rel="nofollow">Diário de Pernambuco</a></p>
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		<title>Viajo porque preciso, volto porque te amo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 02:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir]]></category>
		<category><![CDATA[viajo]]></category>

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		<description><![CDATA[Página do Cinema, 07/05/2010

Irandhir Santos revela a beleza do filme que ganhou o prêmio de melhor direção no Festival do Rio 2009
Irandhir Santos está em todas! Esse ano, o ator estrela quatro produções nacionais: “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, “Quincas Berro D’água”, “Olhos Azuis” e “Tropa de Elite 2”. Dando vida a personagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Página do Cinema, 07/05/2010</strong></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/viajo.jpg" alt="viajo" title="viajo" width="500" height="329" class="aligncenter size-full wp-image-243" /></p>
<p><strong>Irandhir Santos revela a beleza do filme que ganhou o prêmio de melhor direção no Festival do Rio 2009</strong></p>
<p>Irandhir Santos está em todas! Esse ano, o ator estrela quatro produções nacionais: “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, “Quincas Berro D’água”, “Olhos Azuis” e “Tropa de Elite 2”. Dando vida a personagens completamente distintos de uma maneira admirável, Irandhir vai conquistando cada vez mais seu espaço no cinema nacional. O pernambucano começou no mundo cinematográfico em 2005 com uma pequena participação no filme “Cinema, Aspirinas e Urubus”, quando pisou pela primeira vez em um set de filmagem. De lá para cá, já fez “Baixio das Bestas”, que lhe rendeu o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília, Quaderna, na série “A Pedra do Reino” e “Besouro”.</p>
<p>“Viajo porque preciso, volto porque te amo”, que estreia esta sexta, dia 7, garantiu o prêmio de melhor direção para Marcelo Games e Karim Ainouz. No longa, Irandhir narra a viagem feita pelo geólogo José Renato, que ao atravessar o sertão brasileiro percebe que o vazio, o abandono e o isolamento presentes nas paisagens também são características de sua personalidade naquele momento. O ator não aparece em nenhum momento na tela, apenas sua voz guia o espectador através das visões de José Renato. Nesta entrevista, Irandhir Santos fala sobre a importância deste longa em sua carreira, comenta a poesia que está presente em todo o filme e revela a emoção de trabalhar com Karim e Marcelo Gomes.</p>
<p><strong>Como é atuar sem aparecer na tela? Foi um trabalho mais difícil que os demais?</strong><br />
Foi um grande desafio para mim porque não é apenas uma narração, é um personagem, e era preciso que isto estivesse impresso na voz. José Renato tinha que ter braços, pernas e coração apenas com a minha voz. Até então eu não tinha percebido a importância da voz para o ator até anular o meu corpo como foi neste projeto. Foi difícil, mas eu tive todo o apoio do Marcelo e do Karim, que foram apontando os caminhos.</p>
<p><strong>Quem é José Renato?</strong><br />
O José Renato é chamado para estudar a geografia do sertão nordestino. Ele vai filmando e narrando as pedras e as vegetações até que começa a perceber que aquilo está influenciando diretamente o estado emocional dele. Aquilo é quase o espelho do abandono emocional que ele está vivendo. O personagem não aparece e isso facilita a intimidade do público com a obra porque você começa a imaginar esse cara de várias maneiras. Se eu aparecesse, talvez eu limitasse um pouco essa abertura de criatividade do público com a obra.</p>
<p><strong>Como foi feito o trabalho de direção? Quais orientações que você recebia dos diretores?</strong><br />
O Marcelo me presenteou com o roteiro e pediu que eu lesse e gravasse livremente o que eu imaginava porque ainda não tinha visto as imagens. Quando eu pude vê-las, entendi o quão inspiradoras elas eram. As imagens são belíssimas, fortes, poéticas e tudo isso está presente no filme o tempo todo. Eu tive apenas um encontro separado com cada um deles e depois outro encontro com os três juntos para o resultado definitivo. Eram as próprias imagens que determinavam o caminho da minha voz.</p>
<p><strong>Como você imagina o grande amor da vida deste personagem?</strong><br />
Tem um momento em que o José Renato está passando pela estrada e ele vê umas crianças tampando buracos na beira da rodovia. Nesse momento, ele encontra nos olhos de uma menina os olhos da mulher que ama. Eu não tinha mais nada de concreto para formatar a imagem na minha cabeça e no meu coração daquela mulher amada a não ser os olhos da criança. É um olhar forte, expressivo, inquietante. É uma cena em que a câmera está parada nos olhos dela e a sensação que dá é que aquele olhar atravessa a tela.</p>
<p><strong>É a primeira vez que você trabalha com o Karim? Como foi a experiência?</strong><br />
Sou um grande admirador das obras do Karim, desde “Madame Satã” e “O Céu de Sueli”. Adoro os filmes como obras e já tinha ouvido falar muito bem dele. Uma grande surpresa pra mim foi ter contato com a pessoa Karim, aí eu pude comprovar que, além de ser um diretor fantástico, ele é uma pessoa extraordinária, sensível e simples. Ele usa as minúcias de seus sentimentos para dirigir seus trabalhos.</p>
<p><strong>Você acha que foi um trabalho solitário?</strong><br />
Para mim, como ator, acho que não porque estavam comigo o Marcelo e o Karim. Mas quando penso como personagem, acho que sim e era preciso ter isso. Ele é um homem que viaja sozinho e reencontra na viagem o espelho da sua vida atual. Era preciso haver solidão para encarar ele mesmo.</p>
<p><strong>Como você classifica este filme na sua carreira?</strong><br />
É uma pérola, um mimo, uma jóia que vou guardar pelo resto da vida. É um filme de muito valor para mim artisticamente e emocionalmente falando.</p>
<p>***<br />
Via <a href="http://paginadocinema.com.br/index.php/entrevista/index/61">Página do Cinema</a></p>
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		<title>Irandhir Santos: Ator comenta a sua atuação em quatro estreias nacionais em 2010</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-ator-comenta-a-sua-atuacao-em-quatro-estreias-nacionais-em-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 01:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Página do Cinema, 07/05/2010

Os fãs de Irandhir Santos podem comemorar! Além de estar em quatro filmes nacionais este ano, o ator já está se preparando para começar a filmar o novo longa de Cláudio Assis, que terá o título de “Febre do Rato”. Com vasta experiência no teatro, o pernambucano confessa que está com saudade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Página do Cinema, 07/05/2010</strong></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/05/irandhir3.jpg" alt="" /></p>
<p>Os fãs de <strong>Irandhir Santos</strong> podem comemorar! Além de estar em quatro filmes nacionais este ano, o ator já está se preparando para começar a filmar o novo longa de Cláudio Assis, que terá o título de “Febre do Rato”. Com vasta experiência no teatro, o pernambucano confessa que está com saudade do palco e pensa em voltar logo para sua plateia. Enquanto isso não acontece, Irandhir está trabalhando muito para lançar os filmes “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, “Quincas Berro D’água”, “Olhos Azuis”, pelo qual ganhou o prêmio de ator coadjuvante no Festival de Paulínia, e “Tropa de Elite 2”, onde viverá um embate com Capitão Nascimento, personagem de Wagner Moura. Neste bate-papo, o ator conta detalhes sobre cada um destes projetos.</p>
<p><strong>Esse ano você está em quatro filmes, um totalmente diferente do outro. Foi uma escolha sua atuar em produções de estilos tão distintos?</strong><br />
As coisas acontecem não é à toa, eu acredito muito nisso. Os projetos de cinema na minha vida tem surgido antes de mais nada para me ensinar a ser uma pessoa e um artista melhor. Os projetos vão surgindo e me transformando. Eu não escolhi propositalmente que cada produção fosse diferente da outra, mas existem coisas que eu considero antes de aceitar um trabalho como a história que quer ser contada, por quem quer ser contada e quem são os personagens. Os projetos surgem para dar sentido à minha vida. Esses personagens são muito diferentes, mas dizem respeito à minha vida, sem dúvida alguma.</p>
<p><strong>Em algum momento as filmagens destes longas coincidiram?</strong><br />
Não, eu não gosto de misturar os trabalhos, preciso de um tempo para cada projeto. Mergulhado em um projeto eu fico nele até o fim.</p>
<p><strong>Como você separa cada personagem da sua própria personalidade?</strong><br />
Eu empresto a ele a minha vida para que eles tomem vida e acredito que eles também trazem muito deles para mim me ensinando a reviver. Eu me sinto diferente a cada trabalho. Eu costumo trabalhar muito com anotações. Para cada personagem, eu construo um caderno que é como se fosse uma extensão física daquilo que eu construo essencialmente. Os caderninhos são a maneira física que eu tenho de tocar o meu personagem, já que o ator trabalha muito com a essência. Você constrói a alma e sentimentos que não são coisas palpáveis. Isso me ajuda principalmente no cinema porque as cenas são gravadas sem uma ordem certa, então para ter a clareza da continuidade do personagem eu uso os caderninhos. Eu concluo cada projeto fechando estes cadernos.</p>
<p><strong>A Fátima Toledo é sua fã assumida. Como é trabalhar com ela?</strong><br />
A Fátima tem um papel essencial na história do cinema brasileiro. Eu acho muito interessante o método que ela usa de o ator ter o tempo de maturação da obra. Na imagem que eu tenho da Fátima na minha cabeça ela está sempre com dois objetos nas mãos: um martelo e uma cola. A cada trabalho que eu faço com ela, ela quebra tudo que eu era antes e recola o que é necessário para aquela obra específica. A Fátima ajuda o ator a estabelecer a base física e emocional necessária para iniciar o trabalho. Amo, admiro e gosto muito como pessoa.</p>
<p><strong>Quais foram os desafios de viver as personagens de “Viajo porque preciso”, “Quincas”, “Olhos Azuis” e “Tropa de Elite”?</strong><br />
O desafio está em você morrer para que nasçam esses personagens e depois em se reconstruir. O ator se coloca como uma página em branco para ter novos traços, novos caminhos, acho que está aí o prazer. É como se você pudesse viver várias vidas na mesma encarnação. Cada personagem deste tem especificidades, características e trajetórias e me interessa como ator e como pessoa conhecer isso, só que para conhecer, eu tenho que ser.</p>
<p><strong>Em “Olhos Azuis” você precisou atuar em inglês. Como foi a experiência?</strong><br />
Foi desafiante porque eu não tenho a fluência do inglês, apenas o conhecimento da língua. O meu personagem vivia há dois anos nos Estados Unidos e precisava de uma fluência de rua e não de quem teve aulas para ir pra lá. O Joffily teve a compreensão de que eu precisava de um tempo para estudar e professores de um curso do Recife me ajudaram muito também.</p>
<p><strong>Você esperava ganhar o prêmio de melhor ator coadjuvante por este papel no Festival de Paulínia?</strong><br />
Fiquei muito feliz porque ainda não tinha visto o filme e assisti pela primeira vez no Festival. Foi muito prazeroso. Como diz Fernanda Montenegro, eu já me sinto premiado por poder exercer a minha profissão, mas receber este prêmio em Paulínia foi muito emocionante.</p>
<p><strong>Como você construiu o Cabo Martim de Quincas? Foi o personagem mais divertido de todos?</strong><br />
A sensação que eu tive em construir o Cabo Martim é que, pela primeira vez, eu não construí um único personagem. A interação entre os quatro amigos de Quincas era necessária, é como se um personagem fosse formado pelos quatro. A característica do Cabo Martim para fazer parte de um grupo maior era a liderança, já que, com a morte do Quincas, aquele corpo perdeu a cabeça pensante e o Martim toma esta iniciativa. Ao mesmo tempo que não quer deixar a peteca cair, ele é o que mais está sofrendo com a morte de Quincas e está agindo daquela maneira para evitar aceitar a morte.</p>
<p><strong>Como é viver o antagonista do Capitão Nascimento?</strong><br />
O Diogo Fraga vem para dizer não a uma estrutura de política e de segurança pública vigente no estado do Rio. É uma postura de repressão, de criminalização da pobreza, de resolver os problemas através da violência e ele acha que não é desta forma que se resolve. Tráfico é crime, mas a polícia também é um problema a partir do momento em que ela vem para matar. O índice de morte através das ações policiais é alto e isso não pode passar desapercebido. O Fraga vem para dizer isso, então quem for a favor, vai se identificar com ele. Se o Nascimento estiver contra este pensamento, então realmente vai haver um embate, mas não é nada pessoal.</p>
<p><strong>Como foi entrar para o Tropa 2?</strong><br />
Foi maravilhoso. É um time vencedor, de primeiríssima qualidade, com profissionais admiráveis. Eu fiquei ainda mais apaixonado fazendo o filme. O Padilha é excelente, é maravilhoso no que faz. É um diretor que acredita e confia no ator. Ele tem tanta confiança que você se joga, se atreve. Ele se torna um parceiro. Padilha é um dos grandes diretores com que eu trabalhei e quero trabalhar mais vezes.</p>
<p><strong>Este ano você será a cara do cinema nacional. Qual a expectativa para a estreia destes filmes?</strong><br />
As estreias coincidiram. Eu aprendi a lidar com as expectativas internas e as externas eu tento não alimentá-las ou torná-las o mais saudável possível. Eu espero que as pessoas gostem das histórias e se isso acontecer eu vou estar muito feliz. É um ano especial na minha carreira porque pela primeira vez eu vou compartilhar várias histórias em pouco tempo.</p>
<p><strong>Você já está envolvido em novos projetos?</strong><br />
Estou voltando a trabalhar com o Claudio Assis. Estarei no próximo filme dele que se chamará “Febre do Rato” e, depois de três anos longe dos palcos, existem projetos para eu voltar ao teatro.</p>
<p>***<br />
Via <a href="http://paginadocinema.com.br/entrevista/index/62/">Página do Cinema</a></p>
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		<title>Irandhir Santos leva o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema Brasileiro de Paris</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Folha Online &#8211; Ilustrada, 11/05/2010
da Reportagem Local
Festival de Cinema Brasileiro de Paris anuncia vencedores
O Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que está em sua 12ª edição, anunciou nesta terça-feira (11) os seus vencedores.
&#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221;, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz, foi escolhido como o melhor filme.
O prêmio de melhor atriz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Folha Online &#8211; Ilustrada, 11/05/2010</strong><br />
<em>da Reportagem Local</em></p>
<p><strong>Festival de Cinema Brasileiro de Paris anuncia vencedores</strong></p>
<p>O Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que está em sua 12ª edição, anunciou nesta terça-feira (11) os seus vencedores.</p>
<p>&#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221;, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz, foi escolhido como o melhor filme.</p>
<p>O prêmio de melhor atriz ficou com Nanda Costa, por &#8220;Sonhos Roubados&#8221;, de Sandra Werneck.</p>
<p><object width="550" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wn4ZBttHVaU?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wn4ZBttHVaU?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="385"></embed></object><br />
<em>Trailer do filme &#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221; com a narração premiada de Irandhir Santos.</em></p>
<p>Já o <strong>prêmio de melhor ator</strong> foi dividido pelos atores David Rasche e <strong>Irandhir Santos</strong>. Rasche venceu por &#8220;Olhos Azuis&#8221;, de José Joffily. Santos foi lembrado <strong>pelo mesmo filme e pela narração de &#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221;</strong>.</p>
<p>O júri era composto pelos cineastas François Favrat e Agnes Jaoui e pelas atrizes Marie Espinosa e Helena Noguerra.</p>
<p>O júri popular escolheu o filme &#8220;Elvis &#038; Madona&#8221;, de Marcelo Laffitte, como o melhor filme do festival.</p>
<p>O Festival segue até 18 de maio, com a exibição dos filmes que estão fora de competição.</p>
<p>***<br />
<em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u733679.shtml" target="_blank" rel="nofollow">Folha Online &#8211; Ilustrada </a></em></p>
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		<title>Irandhir Santos na coluna &#8216;&#8230;e ponto&#8217; de Daliana Martins</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-na-coluna-e-ponto-de-daliana-martins/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
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		<description><![CDATA[
Nota publicada na coluna &#8216;&#8230;e ponto&#8217; do blog Sociais, escrito por Daliana Martins, no portal Pe360graus. 
Para mais informações sobre o prêmio ganho por Irandhir Santos no Brazilian Film Festival, em Miami Beach, clique aqui. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/nota-irandhir.jpg" alt="nota-irandhir" title="nota-irandhir" width="550" height="163" class="alignnone size-full wp-image-222" /></p>
<p><a href="http://pe360graus.globo.com/daliana/diversao/variedades/2010/08/24/BLG,5153,2,606,DALIANA,1349-E-PONTO.aspx?aba=2">Nota publicada na coluna <em>&#8216;&#8230;e ponto&#8217;</em> do blog Sociais</a>, escrito por Daliana Martins, no portal Pe360graus. </p>
<p>Para mais informações sobre o prêmio ganho por <strong>Irandhir Santos</strong> no <strong>Brazilian Film Festival, em Miami Beach</strong>, <a href="http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-ganha-o-premio-de-melhor-ator-no-14%c2%ba-brazilian-film-festival-em-miami-beach/">clique aqui</a>. </p>
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		<title>Irandhir Santos ganha o prêmio de Melhor Ator no 14º Brazilian Film Festival, em Miami Beach</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-ganha-o-premio-de-melhor-ator-no-14%c2%ba-brazilian-film-festival-em-miami-beach/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 02:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais e Prêmios]]></category>
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		<description><![CDATA[G1 Pop &#038; Arte, 28/08/2010
Por Dolores Orosco
‘Salve geral’ leva quatro prêmios em Miami
Drama foi o eleito do público e da crítica no 14º Brazilian Film Festival.
Documentário ‘Dzi Croquettes’ também levou estatueta de melhor filme.
O drama “Salve geral”, do diretor Sergio Rezende e protagonizado por Andréa Beltrão, foi o grande destaque da premiação do Brazilian Film [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>G1 Pop &#038; Arte, 28/08/2010</strong><br />
Por <em>Dolores Orosco</em></p>
<p><strong>‘Salve geral’ leva quatro prêmios em Miami</strong></p>
<p><em>Drama foi o eleito do público e da crítica no 14º Brazilian Film Festival.<br />
Documentário ‘Dzi Croquettes’ também levou estatueta de melhor filme.</em></p>
<p>O drama “Salve geral”, do diretor Sergio Rezende e protagonizado por Andréa Beltrão, foi o grande destaque da premiação do Brazilian Film Festival, em Miami Beach, que chegou ao fim na noite deste sábado (21). A produção, que narra a onda de violência promovida por uma facção criminosa na cidade de São Paulo em 2006, levou o troféu Lente de Cristal nas categorias edição e direção, além de ser eleito o melhor filme da mostra segundo o público e a crítica.</p>
<p> No entanto, pela primeira vez em 14 edições, os espectadores de Miami dividiram o prêmio de melhor longa-metragem entre duas produções. Além de “Salve geral”, o documentário “Dzi Croquettes” também levou o troféu de melhor filme.</p>
<p>Premiado na Mostra Internacional de São Paulo e no Festival do Rio, “Dzi Croquettes”, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, conta a história da trupe teatral carioca que promovia espetáculos de dança e música marcados pelo deboche e a quebra de tabus sexuais nos anos 70.</p>
<p> “Prêmio popular é sempre muito emocionante”, comemorou Tatiana. “E a história dos Dzi sempre comove as pessoas por ser surpreendente, mágica”, completou.</p>
<p><strong>Atuações</strong><br />
Rosto novo no cinema nacional, a atriz Nanda Costa, de 23 anos, recebeu mais um tributo por sua comovente atuação no filme “Sonhos roubados”, de Sandra Werneck.</p>
<p>Premiada nas mostras do Rio e de Paris, Nanda interpreta Jéssica, uma adolescente, mãe solteira e moradora de uma favela que se prostitui para ajudar a família e se divertir nos finais de semana no baile funk.</p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/olhos-azuis.jpg" alt="olhos-azuis" title="olhos-azuis" width="550" height="365" class="alignnone size-full wp-image-217" /><br />
<em>Foto: Divulgação do filme Olhos Azuis</em></p>
<p><strong>O melhor ator da mostra foi Irandhir Santos</strong>, por “Olhos azuis”, de José Joffily. Na trama, ele vive um imigrante brasileiro que passa por uma situação trágica ao tentar entrar nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Irandhir </strong>e Nanda ficaram sabendo que foram premiados no festival por telefone. A dupla não pode participar da cerimônia em Miami, pois está filmando no Recife “A febre do rato”, novo longa do diretor Claudio Assis (de “Baixio das bestas” e “Amarelo manga”).</p>
<p><strong>Público da mostra</strong><br />
Realizado há 14 anos no tearo Colony, em Miami Beach, o Brazilian Film Festival apresenta ao público da cidade uma seleção de filmes nacionais recentes. Nesta edição, a mostra exibiu 40 produções entre longas e curta-metragens.</p>
<p> Segundo Claudia Dutra, diretora fundadora do festival ao lado de Adriana Dutra e Viviane Spinelli, este ano o festival atraiu 13 mil pessoas com sua programação entre os dias 13 e 20 de agosto. &#8220;Cerca de 74% do público foi de espectadores americanos. Constatamos que desde que iniciamos o festival o interesse dos estrangeiros pelo nosso cinema aumentou bastante&#8221;.</p>
<p>Adriana explica que os espectadores da mostra se tornaram mais exigentes com o avançar das edições. &#8220;No início havia uma clara preferência pelas comédias mais comerciais. Percebemos que houve uma alteração de perfil, agora o público quer mais variedade. A vitória do &#8216;Salve geral&#8217; está aí pra provar essa mudança de mentalidade&#8221;.</p>
<p>A cerimônia de premiação do Brazilian Film Festival aconteceu no teatro Lincoln e terminou com show da cantora Maria Gadú &#8211; bastante esperada pelo público presente no local, formado em grande parte por brasileiros que vivem em Miami.</p>
<p> As mestres de cerimônia foram as atrizes Camila Morgado e Natalia Lage, que usavam idênticos vestidos risca-de-giz da grife Huis-Clos. Elas apresentaram a premiação em inglês e brincavam com o fato de estarem usando modelitos iguais.</p>
<p>Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados na mostra:</p>
<p><strong>Longa-metragem</strong><br />
Filme: &#8220;Salve geral&#8221;, de Sergio Rezende<br />
Filme (segundo o voto popular): &#8220;Dzi Croquettes&#8221;, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, e &#8220;Salve geral&#8221;, de Sergio Rezende<br />
Direção: Sergio Rezende, por &#8220;Salve geral&#8221;<br />
<strong>Ator: Irandhir Santos, por &#8220;Olhos azuis&#8221;</strong><br />
Atriz: Nanda Costa, por &#8220;Sonhos roubados&#8221;<br />
Documentário:&#8221;Beyond Ipanema &#8211; ondas brasileiras na música Global&#8221; &#8220;Beyond Ipanema &#8211; ondas brasileiras na música global&#8221;, de Guto Barra<br />
Roteiro: Paulo Halm, por &#8220;Histórias de amor  duram apenas 90 minutos&#8221;<br />
Edição: Marcelo Moraes, por &#8220;Salve geral&#8221;<br />
Edição de som: Dimitri Tisseyre, Jonathan Chiles e Pedro Sanctos, por &#8220;Beyond Ipanema &#8211; ondas brasileiras na música global&#8221;<br />
Trilha sonora: Jorge Saldanha, por &#8220;O bem amado&#8221;<br />
Fotografia: Nonato Estrela, por &#8220;Olhos azuis&#8221;<br />
Prêmio especial do júri: Amanda Diniz, por &#8220;Sonhos roubados&#8221;<br />
Direção de arte: Claudio Amaral Peixoto, por &#8220;O bem amado&#8221;</p>
<p><strong>Curta-metragem</strong><br />
Filme (segundo o júri da mostra e o voto popular): &#8220;O troco&#8221;, de André Rolim<br />
Direção: Rodrigo Diaz Diaz, por &#8220;Depois do almoço&#8221;<br />
Roteiro: Elzeman Neves, por &#8220;Depois do almoço&#8221;<br />
Direção de arte: Juliano Dornelles, por &#8220;Recife frio&#8221;<br />
Fotografia: Pedro Urano, por &#8220;Superbarroco&#8221;</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/salve-geral-leva-quatro-premios-em-miami.html">G1 Pop &#038; Arte</a></em></p>
<p>***<br />
A coluna <strong>Foco</strong>, da <strong>Folha de Pernambuco</strong>, do dia 24/08/10 repercutiu a notícia com a seguinte nota: </p>
<blockquote><p>Ficou com o pernambucano Irandhir Santos o prêmio “Melhor Ator” do 14º Festival de Cinema Brasileiro de Miami, pelo filme “Olhos Azuis”. (<a href="http://www.folhape.com.br/index.php/foco-menu/586649-foco-24082010" target="_blank" rel="nofollow">link</a>)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O SOM AO REDOR, filme de Kleber Mendonça Filho</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir santos]]></category>
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		<description><![CDATA[
Foto Victor Jucá (divulgação)
Sinopse
A vida numa vizinhança de classe média no Recife toma um rumo inesperado depois da chegada de seguranças particulares que oferecem seus serviços de proteção privada. Há algo de misterioso nesses homens, e isso nos levará de volta ao passado, no interior de Pernambuco, gerando um choque entre a cultura arcaica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/irandhir-o-som.jpg" alt="irandhir-o-som" title="irandhir-o-som" width="550" height="366" class="alignnone size-full wp-image-212" /><br />
<em>Foto Victor Jucá (divulgação)</em></p>
<p><strong>Sinopse</strong></p>
<p>A vida numa vizinhança de classe média no Recife toma um rumo inesperado depois da chegada de seguranças particulares que oferecem seus serviços de proteção privada. Há algo de misterioso nesses homens, e isso nos levará de volta ao passado, no interior de Pernambuco, gerando um choque entre a cultura arcaica e o urbano moderno.</p>
<p><strong>Irandhir Santos</strong> interpreta CLODOALDO, o chefe do grupo de segurança que chega para oferecer seus serviços num bairro da zona sul do Recife. </p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gustavo Jahn, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, JW Solha, Irma Brown, Lula Terra.</p>
<p><span id="more-211"></span></p>
<p><strong>Empresa produtora brasileira titular do projeto</strong></p>
<p>A Cinemascópio é uma produtora independente pernambucana, criada inicialmente para produzir os filmes de Kleber Mendonça Filho. Seus curtas metragens A Menina do Algodão (2003), Vinil Verde (2004), Eletrodoméstica (2005), Noite de Sexta, Manhã de Sábado (2006) e o documentário de longa-metragem Crítico (2008) ganharam mais de 70 prêmios em festivais no Brasil e no exterior. Nos últimos anos, ela vem se destacando como uma das principais produtoras audiovisuais do Recife, produzindo ou co-produzindo filmes de jovens talentos como Leonardo Sette (Ocidente, Confessionário), Tião (Muro, premiado na Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes, no Festival Internacional de Curtas de Vila do Conde e no Festival Internacional de Curtas de Clermont-Ferrand), Marcelo Pedroso (Balsa) e Daniel Bandeira (Amigos de Risco).</p>
<p><strong>Diretor: Kleber Mendonça Filho </strong></p>
<p>Nasceu no Recife, Brasil. Formado em jornalismo, tem um trabalho abrangente como crítico de cinema e também como co-programador da principal sala de perfil alternativo do Recife, o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco. </p>
<p>Nos anos 90, ele fez documentários, obras de caráter experimental, e ficção como videomaker. Como cineasta, ele tem utilizado técnicas diferentes atualmente disponíveis (digital, 35 mm, fotografias still, animação). O foco do seu cinema está nas pessoas, no amor e no medo. Os curtas metragens de Kleber Mendonça Filho, Enjaulado (1997), A Menina do Algodão (2003), Vinil Verde (2004), Eletrodoméstica (2005) e Noite de Sexta Manhã de Sábado (2006) ganharam mais de 70 prêmios nacionais e internacionais, com passagens por festivais como Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, Roterdã (Holanda), Clermont-Ferrand (França), Hamburgo (Alemanha), Cork (Irlanda), Upsala (Suécia), Huesca (Espanha) e a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Sua primeira experiência no longa metragem é o documentário Crítico, realizado ao longo de nove anos e selecionado para festivais no Brasil e exterior. Prepara atualmente seu primeiro longa-metragem de ficção, O Som ao Redor. </p>
<p>* Projeto contemplado pelo Hubert Bals Fund (2008) do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam.</p>
<p>* Projeto contemplado no 2° Edital de Audiovisual de Pernambuco (2008-2009), pelo Edital de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura 2009 e pelo Programa Petrobras Cultural 2009.</p>
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		<title>Olhos Azuis &#124; Entrevista exclusiva com Irandhir Santos</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/olhos-azuis-entrevista-exclusiva-com-irandhir-santos/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Adoro Cinema, 17/08/2010
Por Francisco Russo
Irandhir Santos ainda é pouco conhecido pelo público em geral, apesar de ter aparecido com frequência nos cinemas ultimamente. Ainda porque um de seus próximos filmes é o aguardado Tropa de Elite 2, onde é o antagonista do Nascimento de Wagner Moura.
Ele conversou com Francisco Russo, editor do Adoro Cinema, sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adoro Cinema, 17/08/2010</strong><br />
Por <em>Francisco Russo</em></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/irandhir-ac.jpg" alt="irandhir-ac" title="irandhir-ac" width="129" height="170" class="alignleft size-full wp-image-208" /><strong>Irandhir Santos</strong> ainda é pouco conhecido pelo público em geral, apesar de ter aparecido com frequência nos cinemas ultimamente. Ainda porque um de seus próximos filmes é o aguardado Tropa de Elite 2, onde é o antagonista do Nascimento de Wagner Moura.</p>
<p>Ele conversou com Francisco Russo, editor do Adoro Cinema, sobre Olhos Azuis, seu mais recente filme a chegar ao circuito.</p>
<p><strong>ADORO CINEMA:</strong> Você está com um feito raro, com três filmes em cartaz no circuito (Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, Quincas Berro D&#8217;Água e Olhos Azuis). Como é ser o ator da moda no cinema nacional?</p>
<p><strong>IRANDHIR SANTOS:</strong> O que sinto neste momento é que, cada vez mais, estou gostando de fazer cinema. São três obras que surgiram neste momento, mas elas foram rodadas em anos diferentes, com histórias diferentes e em momentos distintos. Casou delas aparecerem agora em 2010, um ano que não é tão igual aos outros porque tem eleição e Copa do Mundo. Isso diminui o espaço para as estreias dos filmes. Não vejo nada mais do que coincidência, mas me sinto muito feliz de estar presente nestas obras. Acredito que as obras devem chegar ao público através da história, isso é que importa. Se acontecer em cada uma delas será maravilhoso, me darei por satisfeito.</p>
<p><strong>AC:</strong> Como o projeto de Olhos Azuis chegou até você?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Foram feitos testes em Pernambuco. A Heloísa Rezende e o João Jr. me ligaram falando do projeto, querendo fazer um teste comigo. Quando peguei o material vi que era em inglês, algo que tinha dificuldade. Ainda assim me atrevi, pois queria fazer cinema. Queria saber como era isso e até então só se conhecia cinema fazendo cinema, ao menos era assim na minha terra. Então me dispus a isso, com toda vontade, em querer fazer. Fiquei muito feliz quando recebi a notícia de que tinha passado. Começou então uma nova etapa, que foi o processo de preparação.</p>
<p><strong>AC:</strong> Como foi esta preparação, você chegou a fazer algum tipo de pesquisa?</p>
<p><strong>Irandhir:</strong> Não tenho contato com os Estados Unidos, de nenhuma forma. Nunca fui lá, minha saída até então era para a Europa. Então precisava ter relatos o mais próximo possível do que se passava. Alguns amigos tiveram este tipo de experiência, não tão drástica quanto o Nonato mas algo parecido no sentido de comportamento. Fui atrás. Pessoas me indicavam, o próprio Joffily também. Mas a preparação fundamental para o Nonato veio na questão da fluência do inglês. Tinha uma noção básica da língua, especialmente de leitura, mas não a fluência necessária. E isto era primordial para o Nonato, alguém que está lá há mais de três anos, que aprendeu o inglês de rua, um inglês específico, mas que também quando é preciso pode usar um inglês um pouco mais sofisticado. É isso que acontece no início do filme e, à medida que ele é bombardeado, vai perdendo isso e quase que volta à língua mãe. É natural isto acontecer. Tinha que ter esta segurança na fala. Falei com o Joffily e ele definiu que iríamos estabelecer um tempo para isso. Foi super generoso em entrar em contato com uma escola de língua inglesa lá de Recife, onde tinha um professor norte americano que foi crucial neste sentido. O Joffily me deu o roteiro e disse para que colocasse da forma que achasse melhor, lembrando essa coisa do inglês de rua. Foram dois meses lapidando este roteiro e aí tornou-se algo mais sólido até a chegada do David Rasche e dos outros atores americanos, quando surgiu uma nova etapa, a do improviso. O David trouxe as suas referências, o que queria para o personagem, e eu tinha as minhas também. Então foi uma etapa de ajuste, entre aquilo que eu tinha e o que o David tinha. Aí sim, após isto, a gente foi pra cima.</p>
<p><strong>AC:</strong> Seu personagem começa calmo e, à medida que os eventos acontecem, ele fica cada vez mais irritado até explodir de vez. Como foi construir esta mudança emocional do personagem?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Algo que faço para todos os meus personagens são registros, tenho um caderno para cada um deles. Isto me ajuda, é uma forma de concretizar a forma que o ator trabalha. Então é como se tivesse o personagem nas minhas mãos, pois nele tenho toda sua trajetória. Isto me ajuda muito quando faço cinema, pois há aquela quebra na ordem das cenas a serem rodadas. Dependendo da cena vou direto ao caderno e vejo em que situação o personagem está. Com o Nonato aconteceu algo muito especial, porque notei esta trajetória dele até uma tensão limite. Como trabalho com muitos desenhos e referências, que me ajudam, usei o que os aeroportos americanos passaram a ter após os ataques do 11 de setembro. Eles começaram a utilizar cores para definir o nível de alerta. Então existia um nível amarelo, laranja, até o vermelho. Foi mais ou menos a trajetória que o Nonato fazia. Havia cenas em que achava que o Nonato estaria no alerta amarelo, outras no laranja e onde ele chegaria até o vermelho. Fiz esta separação para interiorizar isto. Até nas horas de gravação o Joffily chegava e dizia &#8220;nível laranja, Irandhir&#8221;. Isto me ajudou muito a pontuar esta trajetória.</p>
<p><strong>AC:</strong> Falando sobre Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, me chamou muito a atenção a figura do protagonista que não está presente nunca. Como foi construir um personagem com a limitação de apenas usar a voz?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Foi muito desafiador neste sentido. Sempre tinha utilizado meu corpo como instrumento para todos os projetos até então, que é um elemento que me ajuda na construção para entrar na história. Tem a transformação física, o próprio Nonato passa por uma. Isto é importante para o ator porque acredito que o registro físico te ajuda no emocional. Quando chegou o convite do Marcelo e do Karim com esta proposta, de não ter o corpo e ir pela voz, foi como se tirasse minha ferramenta. Descobri então que existem outras ferramentas para o ator e a voz é uma especialíssima. A ideia era ter a voz que tem mãos, braços, coração. É preciso ter as mãos com a ênfase da palavra, com a respiração. É preciso estar, mesmo não estando aparecendo. Então perdi meu corpo, mas descobri minha voz. É um instrumento tão bom quanto e tão magnífico quanto.</p>
<p>Outra coisa que acho curioso é que o fato de não aparecer dá vazão às pessoas que assistem para formar o José Renato da sua maneira. Inclusive depois, conversando com o Karim e o Marcelo, disse que não iria aparecer, nem antes do filme, que eles não iriam me apresentar, por causa disto. A gente tentou segurar ao máximo de não aparecer. Quem ia apresentar o filme nos locais em que era exibido eram os diretores. Apenas citavam meu nome, mas não aparecia fisicamente. Acho que aparecer daria um limite à imaginação das pessoas e a gente acabou optando por isso.</p>
<p><strong>AC:</strong> Sobre Tropa de Elite 2, como foi a sua experiência com as filmagens?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>Foi fantástica! O Padilha se cerca de histórias as quais ele quer fazer conversar para levantar pontos que serão muito discutidos. E são pontos novos, não abarcados pelo primeiro filme. Gosto deste tipo de cinema, que vem para provocar discussões. Mas acima de tudo ele está cercado por uma equipe que é simplesmente fascinante. Da parte técnica aos atores, ele tem um time perfeito. Wagner Moura foi um excelente colega, na construção do que era preciso para cada cena. Há uma equipe formada que dá uma sustentação que te dá a segurança necessária para se jogar na história. Quando senti que estava cercado e seguro desta maneira, a sensação era de se atrever, vai atrás que você está bem cercado.</p>
<p>Fui muito bem aceito pelas pessoas. Estava um pouco receoso, pois não estava no Tropa de Elite e de repente você pega uma equipe bem casada e vencedora, por tudo que provocou, de repente vem alguém novo. Mas eles foram super abertos e generosos. Eu me senti muito feliz de ter feito Tropa de Elite 2. Confesso que a expectativa de fazer o filme não aconteceu durante as filmagens, pois a equipe se cercou a ponto de não deixar que a demanda interferisse no trabalho. Tanto é que para mim soou como outros trabalhos, minha entrega foi tanto quanto em qualquer outro que fiz, mas só veio cair a ficha do que é Tropa de Elite 2 depois que terminou. Porque aí voltei para casa e começou uma demanda de pessoas querendo saber como era tudo. Isto nunca tinha acontecido com nenhum filme que tinha feito até então. Foi aí que tive um pouco da noção exata do que seria o filme. Ainda bem que já tinha filmado tudo.</p>
<p><strong>AC:</strong> Em relação a novos projetos, já há algo em vista?</p>
<p><strong>Irandhir: </strong>TV tem surgido desde minha participação em &#8220;A Pedra do Reino&#8221;, mas tem casado com projetos de cinema e, como tenho me colocado à disposição do cinema, não pude fazer televisão ultimamente. Em relação a cinema, estou com uma grande paixão na minha vida que é o Cláudio Assis. Foi ele quem me deu uma das primeiras oportunidades em cinema, em Baixio das Bestas. Agora ele vai rodar seu terceiro filme, A Febre do Rato, todo feito em Recife e Olinda. Ele me fez o convite e será agora no segundo semestre. Então este é meu próximo projeto.</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.adorocinema.com/colunas/olhos-azuis-1-834/" target="_blank" rel="nofollow">Adoro Cinema</a></em></p>
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		<title>Irandhir Santos: Melhor Ator de Longa-Metragem no Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nação Cultural, 08/08/2010
Festival de Cinema de Triunfo encerra sua 3ª edição distribuindo R$ 44 mil em prêmios
O pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz, foi o grande vencedor da mostra competitiva
O 3º Festival de Cinema de Triunfo, que este ano homenageou a TV Viva e a atriz pernambucana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nação Cultural, 08/08/2010</strong></p>
<p><strong>Festival de Cinema de Triunfo encerra sua 3ª edição distribuindo R$ 44 mil em prêmios</strong><br />
<em>O pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz, foi o grande vencedor da mostra competitiva</em></p>
<p>O 3º Festival de Cinema de Triunfo, que este ano homenageou a TV Viva e a atriz pernambucana Virgínia Cavendish, chegou ao fim neste último sábado (7) com a Mostra Especial do Sertão e a aguardada cerimônia de premiação, no Theatro Cinema Guarany. Durante seis dias, os triunfenses puderam aproveitar uma verdadeira maratona audiovisual com oficinas de cinema, seminário, exposição temática e, claro, a exibição gratuita de 47 produções de todas as regiões do Brasil. Quarenta e quatro delas participaram das mostras competitiva e especial, nos formatos Digital e 35mm. Foram distribuídos R$ 44 mil em prêmios. E o grande vencedor do Festival foi o filme pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz. O longa-metragem, em 35 mm, levou sete prêmios para casa.</p>
<p>Os filmes inscritos no 3º Festival de Cinema de Triunfo, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com apoio da Prefeitura de Triunfo, concorreram à premiação nas categorias Curta-Metragem Nacional, Curta-Metragem Infanto-Juvenil, Curta-Metragem Pernambucano e Longa-Metragem Nacional. As produções ainda foram contempladas, com o troféu Caretas, em categorias específicas, que não concorreram à premiação em dinheiro. Foram elas: Melhor Direção, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Produção, Melhor Som, Melhor Roteiro, Melhor Ator e Melhor Atriz.</p>
<p>Os filmes foram avaliados por um júri oficial &#8211; formado por Roger de Renor (PE), Adelina Pontual (PE), Rosângela Rocha (SE), Tony Viegas (RJ), Itamar Borges (GO) e Zé José (RJ) – e por um júri popular, representado por estudantes e professores de Triunfo que participaram de cursos sobre crítica de cinema, promovidos pela Fundarpe.  Cada júri distribuiu, separadamente, R$ 22 mil em prêmios, sendo R$ 10 mil para o melhor longa-metragem 35mm ou digital; R$ 4 mil para o melhor curta-metragem 35mm ou digital; R$ 4 mil para o melhor curta-metragem pernambucano; e R$ 4 mil para o melhor curta-metragem infanto-juvenil.</p>
<p>Na categoria Longa-Metragem Nacional, o júri oficial premiou o ficcional Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz. Este ainda se destacou nas categorias especializadas de Longa-Metragem, levando os prêmios de Melhor Filme do Festival, Melhor Roteiro, Melhor Montagem, Melhor Ator, Melhor Fotografia e Melhor Direção. Já o júri popular escolheu como melhor filme O Homem que Engarrafava Nuvens, do pernambucano Lírio Ferreira, que também foi congratulado com o prêmio de Melhor Trilha Sonora de Longa-Metragem.</p>
<p>Na categoria Curta-Metragem Nacional, o júri oficial premiou o documentário Bailão, de Marcelo Caetano (SP). Já o júri popular elegeu como melhor filme o ficcional Recife Frio, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, que também foi premiado nas categorias especializadas de curta-metragem com Melhor Direção e Melhor Roteiro.</p>
<p>Na categoria Curta-Metragem Pernambucano, o júri oficial premiou o ficcional Bode Movie, de Taciano Valério. Já o júri popular preferiu o documentário Do Morro?, de Mykaela Plotkin e Rafael Montenegro. Na categoria Curta-Metragem Infanto-Juvenil, o júri popular elegeu como melhor filme a animação Mocó Jack, de Luiz Botosso e Thiago Veiga (GO). Já o júri oficial deu o prêmio ao ficcional Reisado Miudim, de Petrus Cariry (CE).</p>
<p>Nesta edição, a Fundarpe conferiu prêmios de menção honrosa aos filmes Patativa do Assaré &#8211; Ave Poesia, de Rosemberg Cariry (CE) e Incenso, do pernambucano Marco Hanois (in Memorian). A Federação Pernambucana de Cineclubismo (FEPEC), que foi criada na primeira edição do Festival de Cinema de Triunfo, também concedeu menção honrosa aos filmes Homem-bomba, de Tarcísio Puiati (RJ), e Bailão, de Marcelo Caetano (SP), e o prêmio de Melhor Filme para Reflexão ao curta pernambucano Recife Frio, de Kleber Mendonça Fillho.</p>
<p>Conheça a lista completa dos vencedores do 3º Festival de Cinema de Triunfo:</p>
<p>Júri Oficial</p>
<p><strong>Melhor Longa-Metragem Nacional</strong><br />
Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Nacional</strong><br />
Bailão (Documentário, 35 mm, 2009, 17 minutos, SP), de Marcelo Caetano</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Infanto-Juvenil</strong><br />
Reisado Miudim (Ficção, Digital, 2008, 13 minutos, CE), de Petrus Cariry</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Pernambucano</strong><br />
Bode Movie (Ficção, Digital, 2010, 12 minutos, PE), de Taciano Valério</p>
<p>Júri Popular</p>
<p><strong>Melhor Longa-Metragem Nacional</strong><br />
O Homem que Engarrafava Nuvens (Documentário, 35mm, 2008, 105 minutos, PE), de Lírio Ferreira</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Nacional</strong><br />
Recife Frio (Ficção, 35mm, 2009, 20 minutos, PE), de Kleber Mendonça Filho</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Infanto-Juvenil</strong><br />
Mocó Jack (Animação, Digital, 2009, 11 minutos, GO), de Luiz Botosso e Thiago Veiga</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Pernambucano</strong><br />
Do Morro? (Documentário, Digital, 2009, 20 minutos, PE), de Mykaela Plotkin e Rafael Montenegro</p>
<p>Categorias especializadas</p>
<p><strong>Melhor Direção de Curta-Metragem</strong><br />
Kleber Mendonça Filho por Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, PE)</p>
<p><strong>Melhor Fotografia de Curta-Metragem</strong><br />
Beto Martins por Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos (Documentário, 35 mm, 2009, 12 minutos, PE), de Camilo Cavalcante</p>
<p><strong>Melhor Montagem de Curta-Metragem</strong><br />
João Maria por Faço de mim o que quero (Documentário, 35 mm, 2009, 19 minutos, PE), de Sérgio Oliveira e Petrônio Lorena</p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora de Curta-Metragem</strong><br />
Jean Presser por Maresia (Ficção, 35 mm, 2009, 9 minutos, RS), de Christian Schneider e Natália Piva</p>
<p><strong>Melhor Direção de Arte de Curta-Metragem</strong><br />
Fábio Alion por Reminiscências (Ficção, Digital, 2010, 19 minutos, PR), de Aly Muritiba</p>
<p><strong>Melhor Roteiro de Curta-Metragem</strong><br />
Kleber Mendonça Filho por Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, PE)</p>
<p><strong>Melhor Ator de Curta-Metragem</strong><br />
Aleck Nafitali e Rodrigo Costa por Homem-bomba (Ficção, 35 mm, 2009, 13 minutos, RJ), de Tarcísio Puiati</p>
<p><strong>Melhor Atriz de Curta-Metragem</strong><br />
Helena Gullo Barcelos por Laurita (Ficção, Digital, 2009, 20 minutos, SP), de Roney Freitas</p>
<p><strong>Melhor Roteiro de Longa-Metragem</strong><br />
Marcelo Gomes e Karin Ainouiz por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE)</p>
<p><strong>Melhor Som de Longa-Metragem</strong><br />
A Ilha da Morte (Ficção, 35mm, 2007, 88 minutos, CE), de Wolney Oliveira</p>
<p><strong>Melhor Trilha sonora de Longa-Metragem</strong><br />
O Homem que Engarrafava Nuvens (Documentário, 35 mm, 2008, 105 minutos, PE), de Lírio Ferreira.</p>
<p><strong>Melhor Montagem de Longa-Metragem</strong><br />
Karem Harley por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Melhor Pesquisa de Longa Metragem</strong><br />
Patativa do Assaré – Ave Poesia (Documentário, Digital, 2007, 78 minutos, CE), de Rosemberg Cariry</p>
<p><strong>Melhor Produção de Longa-Metragem</strong><br />
Milena Times e Pérola Braz por Pacific (Documentário, Digital, 2009, 72 minutos, PE), de Marcelo Pedroso</p>
<blockquote><p><strong>Melhor Ator de Longa-Metragem</strong><br />
<strong>Irandhir Santos</strong> por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p></blockquote>
<p><strong>Melhor Fotografia de Longa-Metragem</strong><br />
Heloisa Passos por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Melhor Direção de Longa-Metragem</strong><br />
Marcelo Gomes e Karim Ainouiz por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE)</p>
<p><strong>Melhor Filme</strong><br />
Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Menção Honrosa &#8211; Fundarpe</strong><br />
Incenso (Ficção, 35 mm, 2009, 20 minutos, PE), de Marco Hanois (in memorian)<br />
Patativa do Assaré – Ave Poesia (Documentário, Digital, 2007, 78 minutos, CE), de Rosemberg Cariry</p>
<p><strong>Menção Honrosa – FEPEC</strong><br />
Homem-bomba (Ficção, 35 mm, 2009, 13 minutos, RJ), de Tarcísio Puiati<br />
Bailão (Documentário, 35 mm, 2009, 17 minutos, SP), de Marcelo Caetano</p>
<p><strong>Melhor Filme para Reflexão – FEPEC</strong><br />
Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, 20 minutos, PE), de Kleber Mendonça Filho</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.nacaocultural.pe.gov.br/festival-de-cinema-de-triunfo-encerra-sua-3-edicao-distribuindo-r-44-mil-em-premios" target="_blank" rel="nofollow">Nação Cultural</a></em></p>
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