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	<title>Irandhir Santos &#187; festival</title>
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		<title>INQUIETAÇÕES POLÍTICAS EM TIRADENTES</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 16:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais e Prêmios]]></category>
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		<description><![CDATA[MOSTRA TIRADENTES ANUNCIA TEMÁTICA DE SUA 14a EDIÇÃO E PRESTA HOMENAGENS AO ATOR IRANDHIR SANTOS E AO CINEASTA PAULO CESAR SARACENI
Mostra Tiradentes, 16/12/2010
O cinema político brasileiro, não apenas em sua temática, mas também – e principalmente – em sua forma, será o foco das discussões na 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes, que abre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>MOSTRA TIRADENTES ANUNCIA TEMÁTICA DE SUA 14a EDIÇÃO E PRESTA HOMENAGENS AO ATOR IRANDHIR SANTOS E AO CINEASTA PAULO CESAR SARACENI</em></p>
<p><strong>Mostra Tiradentes, 16/12/2010</strong></p>
<p>O cinema político brasileiro, não apenas em sua temática, mas também – e principalmente – em sua forma, será o foco das discussões na 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes, que abre o calendário audiovisual brasileiro entre 21 e 29 de janeiro de 2011, na cidade histórica mineira. A expectativa é que o evento atraia um público de mais de 30 mil pessoas através de uma intensa programação com mais de 120 filmes em pre-estreias nacionais e mundiais, seminários, debates, oficinas e atrações artísticas, tudo oferecido gratuitamente ao público.</p>
<p>Em início de novo governo e ainda sob o impacto do fenômeno Tropa de Elite 2, a temática central desta edição é “Inquietações Políticas”, pautada pelos temas e olhares propostos pela produção contemporânea que ocupará as telas em Tiradentes.</p>
<p>“É preciso refletir sobre qual a potência dessas formas políticas atuais: se mobilizam afetos e ideias, se são apenas manifestações reativas, se têm um valor estético”, explica Cléber Eduardo, curador da Mostra Tiradentes.</p>
<p>“A Mostra Tiradentes é um instrumento rico em formação, reflexão, exibição e difusão do cinema brasileiro. A cada edição inova sua temática e apresenta a multiplicidade do audiovisual brasileiro com a proposta de criar novos diálogos, movimentar paradgimas e ampliar olhares – um compromisso com a difusão da cultura brasileira”, afirma Raquel Hallak, coordenadora geral da Mostra Tiradentes.</p>
<p><strong>DUAS GERAÇÕES SE ENCONTRAM NA HOMENAGEM DA 14a MOSTRA TIRADENTES  </strong></p>
<p>Diferentemente de suas últimas edições, a 14a Mostra de Cinema de Tiradentes  presta homenagens à personalidades de duas gerações distintas do cinema brasileiro, separadas por mais de quatro décadas entre si: um reconhecimento como aposta e revelação, outro pela persistência e coerência. Foram assim definidas as escolhas dos homenageados desta edição – o ator pernambucano Irandhir Santos, com sua filmografia ainda recente e em fase inicial, e o cineasta carioca Paulo Cesar Saraceni, com uma bio(filmo)grafia situada na comissão de frente do cinema brasileiro moderno (com seu auge nos anos 60 e 70), compondo uma espécie de plano e contraplano histórico do cinema político brasileiro. </p>
<p>Irandhir Santos nasceu em Barreiros, cidade a 80km de Recife, em 1978. Graduou-se em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco em 2003. Sua estreia no cinema se deu dois anos depois, com Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes. No ano seguinte, 2006, foi premiado como melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília, por sua participação em Baixio das Bestas, de Cláudio Assis. De lá para cá, sua carreira não parou de crescer: nos últimos três anos, participou de nada menos que 10 produções, incluindo as atuações premiadas em Olhos Azuis, de José Joffily, e Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo, de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz. Como parte da homenagem ao ator pernambucano, a Mostra de Tiradentes exibirá seu trabalho em longa-metragem no Tropa de Elite 2 e nos curtas Azul e Décimo Segundo.<br />
“Irandhir surge nessa cena marcada pelas revelações e confirmações de Lázaro Ramos, Wagner Moura, Hermila Guedes, João Miguel, todos, por coincidência ou não, nascidos e formados na Bahia e em Pernambuco. Sinal de que, quase sempre concentrado em Rio e São Paulo, o foco mudou. E a filmografia do ator é composta quase exclusivamente de diretores nordestinos: Daniel Bandeira, Claudio Assis, Kleber Mendonça Filho, Marcelo Gomes e Karim Aïnouz. Esse cinema de Irandhir, de diretores iniciados nos últimos oito anos, transita entre o profissionalismo técnico de Tropa de Elite 2 e o investimento estético nas condições limitadas de Amigos de Risco”, contextualiza Cléber Eduardo.</p>
<p>Já Paulo César Saraceni foi um dos precursores do Cinema Novo e um dos primeiros cineastas do país a obter reconhecimento internacional, abrindo caminho para o movimento ao qual ficou associado, com seu curta-metragem de estréia, Arraial do Cabo (1959). Nascido no Rio em 1933 e descendente de imigrantes italianos, ganhou uma bolsa para estudar no Centro Experimental de Cinematografia, em Roma, logo após a repercussão de Arraial do Cabo. De volta ao Brasil, dirigiu Porto das Caixas (1962), seu primeiro longa-metragem. Seu mais recente filme, O Gerente (2010), é baseado em um conto de Carlos Drummond de Andrade e conta com a participação de Chico Buarque e Ferreira Gullar. Os três filmes serão exibidos em Tiradentes, como parte da homenagem ao diretor carioca.<br />
“A homenagem a Saraceni é de reconhecimento não apenas de uma trajetória, mas de uma perseverança em um desejo de vida, fazer cinema e ser cineasta. Ele talvez não seja tão estudado e conhecido como Glauber Rocha e Nelson Pereira dos Santos mas talvez tenha sido o mais poético dos cinemanovistas. Sua forma de articulação de imagens e situações em O Gerente nos mostra um cineasta veterano que continua a alargar a medida da ousadia, esbanjando um espírito de juventude sem comprometimentos, mas comprometido com sua própria expressão”, justifica Cléber Eduardo.</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://mostratiradentes.com.br/release-detalhe.php?menu=imp&#038;sub=rel&#038;codRel=90">Mostra Tiradentes</a></em></p>
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		<title>Começa mostra competitiva do 6º Festcine</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 22:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais e Prêmios]]></category>
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		<description><![CDATA[Goias Net, 03/11/2010
Por Rute Guedes &#8211; O Popular
oiânia tem início nesta quinta-feira (04), com a exibição de O primeiro dia de mostra competitiva do 6º Festcine Goiânia começa na fronteira – ou melhor no departamento de imigração para os Estados Unidos –, cenário do longa-metragem carioca Olhos Azuis, de José Jofilly, produção com elenco brasileiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Goias Net, 03/11/2010</strong><br />
Por <em>Rute Guedes &#8211; O Popular</em></p>
<p><div id="attachment_503" class="wp-caption alignleft" style="width: 425px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/11/olhos-azuis.jpg" alt="Olhos Azuis: ator norte-americano David Rashe (à esq.) interpreta policial " title="Olhos Azuis: ator norte-americano David Rashe (à esq.) interpreta policial " width="415" height="348" class="size-full wp-image-503" /><p class="wp-caption-text">Olhos Azuis: ator norte-americano David Rashe (à esq.) interpreta policial </p></div>Goiânia tem início nesta quinta-feira (04), com a exibição de O primeiro dia de mostra competitiva do 6º Festcine Goiânia começa na fronteira – ou melhor no departamento de imigração para os Estados Unidos –, cenário do longa-metragem carioca Olhos Azuis, de José Jofilly, produção com elenco brasileiro e internacional que abre a programação desta quinta-feira (04) no Cine Goiânia Ouro.</p>
<p>O pernambucano <strong>Irandhir Santos</strong> e o ator norte-americano David Rashe são os protagonistas de um embate que envolve xenofobia, redenção, raízes e aventura a partir de um dia de rotina na sala de imigração do aeroporto de Nova York. Nada sai como de praxe e um clima de ódio e tensão toma conta do lugar, com consequências definitivas para os envolvidos.</p>
<p>De um lado, temos o policial Marshall (David Rasche), chefe do departamento. Num clichê dos filmes policiais, ele está em seu último dia de trabalho. Porém, o filme vai além do lugar-comum ao colocar o personagem como um poço de frustração. Preconceituoso e achando-se acima da própria lei, ele aproveita do seu poder para humilhar um grupo de latino-americanos que espera para entrar nos EUA.</p>
<p>Entre os que aguardam na antessala de um verdadeiro inferno está Nonato (<strong>Irandhir Santos</strong>, de Tropa de Elite 2), que já morou nos EUA, passou uma curta temporada no Brasil e quer voltar para a terra do Tio Sam. Sua documentação é legal, mas nada disso convence o policial ou seus subordinados, uma mulher afro-americana e um hispânico.</p>
<p>Eles fazem vista grossa para as irregularidades do chefe e seu estado alterado: Marshall bebe o tempo todo em serviço. Os subordinados também têm seus próprios preconceitos, reproduzindo humilhações a que provavelmente foram submetidos mesmo sendo cidadãos norte-americanos.</p>
<p>Nonato, apesar da consciência da desvantagem em que se encontra, não abre mão de seus direitos e se rebela contra o arbitrariedade de Marshall. O resultado vai além do bate-boca e termina em violência.</p>
<p>Numa narrativa paralela, acompanhamos Marshall no Brasil, à procura de uma menina de nome Luiza. Em Recife, ele conhece a garota de programa Bia (Cristina Lago), que o acompanha nessa jornada. Para descobrir se o norte-americano está em busca de redenção, vingança ou simplesmente num processo de autodestruição, o espectador vai ter de seguir com ele e Bia num road movie sem cartão postal, em que beleza, pobreza, dinheiro e desolação se alternam no horizonte.</p>
<p><strong>Barreiras</strong><br />
O diretor José Jofilly, em entrevista ao POPULAR por telefone, disse que a ideia do filme surgiu da simples observação. “Todo mundo que viaja par ao exterior, principalmente para os EUA, passa por isso se for um latino-americano. Apesar de a história ser uma ficção, ela parte da realidade. Um amigo meu foi deportado dos EUA e ficou três meses hospedado na minha casa porque não tinha mais casa no Brasil. Ele contou histórias terríveis”, disse o diretor, que contou com Paulo Halm e Melanie Dimantas como seus roteiristas.</p>
<p>Olhos Azuis foi filmado totalmente no Brasil e a escolha do elenco internacional foi feito por uma agência. “Queria que o elenco pertencesse aos países dos personagens. Em relação ao personagem de Marshall, foi curioso porque o David Rasche é mais conhecido por comédias. Quando viajei para os EUA para o teste, ele foi perfeito para o papel do policial. Acho que por ser mais chamado para comédias, quando se viu diante de um personagem dramático tão forte, ele se empolgou e nos conquistou”, recorda o diretor.</p>
<p>Para Jofilly, o personagem não é um vilão. “Ele expressa o ponto de vista do americano médio. Não é todo mundo que pensa assim, claro, mas a maioria, em diversas proporções, tem muitos preconceitos. O Marshall não fala às escondidas, realmente acredita no que diz.” O cineasta já havia falado sobre o tema imigração em Dois Perdidos Numa Noite, sobre dois brasileiros vivendo à beira da marginalidade em Nova York.</p>
<p>Perguntado se, apesar da liberdade de ir e vir, o Brasil não tem suas próprias barreiras, o diretor reconhece que os sulistas até hoje veem com outros olhos quem vem de outra região. “A discriminação vem principalmente se a pessoa for pobre. A gente vive num mundo em que o dinheiro pode transitar à vontade. Paradoxalmente as pessoas é que são relegadas a vários tipos de restrição – o que varia de acordo com a conveniência”, declara o cineasta, mestre em Comunicação e ex-professor de cinema pela Universidade Federal Fluminense. Seu próximo trabalho é um documentário sobre vocações musicais, chamado Vida de Artista, já em produção.</p>
<p>Aos poucos, Olhos Azuis conquista o espectador, apesar de alguns clichês sobrarem no roteiro. A estrutura do filme, num tom mais realista do departamento de imigração e mais poético quando se passa no Brasil, mostra-se mais interessante quando passamos a conhecer a real motivação dos personagens protagonistas, que até a metade do filme não causam empatia. Daí sim, a narrativa toma mais ritmo e consistência.</p>
<p>Os protagonistas estão à vontade em seus papéis, inclusive Bia, a garota de programa que do nada aceita fazer uma longa viagem pelo interior nordestino com um gringo. Como ele e o brasileiro Nonato, a jovem parece sem lugar no mundo e traduzir esta tensão, que pode ocorrer tanto no quintal de casa quanto no país dourado dos sonhos de cada um, é o maior trunfo do filme.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<blockquote><p><strong>MOSTRA COMPETITIVA PRINCIPAL</strong><br />
(Cine Goiânia Ouro Entrada franca) Início: Quinta-feira (04), às 19h30<br />
Diga 33, de Ângelo Lima (curta – GO)<br />
Olhos Azuis, de José Joffily (longa – RJ)<br />
Quando a Mãe Chora e o Filho Não Vê, do Movimento do Vídeo Popular (curta – GO)<br />
Cinema de Guerrilha, de Evaldo Mocarzel (longa – SP)</p></blockquote>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.goiasnet.com/cinema/com_report.php?IDP=4703">GoiasNet</a></em></p>
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		<title>“O Senhor do Labirinto” explora mente e obra de Bispo do Rosário</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 21:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais ambicioso que concorrentes, filme revela carinho pelo protagonista, mas contém erros primários, principalmente na maquiagem
Último Segundo (IG), 02/10/2010
Por Mariane Morisawa

Alguém precisa dizer aos diretores e produtores que sobem ao palco da Première Brasil que não é necessário fazer discursos longos, agradecimentos a todos, homenagens e ainda deixar vários outros membros da equipe falar. Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais ambicioso que concorrentes, filme revela carinho pelo protagonista, mas contém erros primários, principalmente na maquiagem</em></p>
<p><strong>Último Segundo (IG), 02/10/2010</strong><br />
Por <em>Mariane Morisawa</em></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/10/maria.jpg" alt="maria" title="maria" width="550" height="314" class="alignnone size-full wp-image-393" /></p>
<p>Alguém precisa dizer aos diretores e produtores que sobem ao palco da Première Brasil que não é necessário fazer discursos longos, agradecimentos a todos, homenagens e ainda deixar vários outros membros da equipe falar. Na noite desta sexta-feira (1º), o diretor Geraldo Motta abusou da paciência do público antes da exibição de “O Senhor do Labirinto”, que ele co-dirigiu com Gisella de Mello.</p>
<p>O longa-metragem, porém, tem suas qualidades, a começar pela ambição maior, principalmente visual, em relação a seus concorrentes no Festival do Rio. “O Senhor do Labirinto” tenta jogar luz sobre a misteriosa arte de Arthur Bispo do Rosário (Flávio Bauraqui, em trabalho cuidadoso), sergipano diagnosticado com esquizofrenia que viveu durante 50 anos na colônia Juliano Moreira, no Rio. Lá, ele produziu mantos, bordados e assemblages hoje reconhecidos como obras de arte – seus trabalhos chegaram a representar o Brasil em uma Bienal de Veneza. Acreditando ser Jesus Cristo, Bispo montava um castelo onde era rei e só aceitava em seu círculo quem via sua aura ou sua cor. Um deles era Wanderley (<strong>Irandhir Santos</strong>, sempre ótimo), guarda da colônia.</p>
<p>“O Senhor do Labirinto”, que tem bela trilha de Egberto Gismonti, revela extremo carinho pelo protagonista e mostra como, numa situação tão dramática, ter pessoas amorosas em volta é fundamental. Sem Wanderley, Rosângela (interpretada por Maria Flor) e outros, talvez a arte de Bispo do Rosário não pudesse florescer. Ao mesmo tempo, o filme tem erros primários, a começar pela narração documental no início e pelos letreiros cheios de frases feitas do final.</p>
<p>A edição videoclipesca para mostrar a perturbação do personagem é recurso mais que batido. Principalmente, a maquiagem de envelhecimento é totalmente inconvincente. Se não dá para fazer direito, melhor não fazer. Os atores dariam conta de mostrar a velhice dos personagens apenas com a interpretação. “O Senhor do Labirinto” está acima da média da Première Brasil, mas, como todos os outros concorrentes até agora, tem sérios problemas. </p>
<p>***<br />
Via <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/festivalrio/o+senhor+do+labirinto+explora+mente+e+obra+de+bispo+do+rosario/n1237789651551.html">Último Segundo</a></p>
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		<title>Atuação de elenco é o forte de &#8216;O Senhor do Labirinto&#8217;</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/atuacao-de-elenco-e-o-forte-de-o-senhor-do-labirinto/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 21:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terra Cinema, 02/10/2010
Por Carol Almeida
O diretor Geraldo Motta estava deveras emocionado na noite dessa sexta-feira (1) com a première de seu mais novo filme, O Senhor do Labirinto, mas quem emocionou mesmo durante a sessão foram os atores em cena, particularmente Flávio Bauraqui e Irandhir Santos. Sendo o primeiro protagonista do filme e desde já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Terra Cinema, 02/10/2010</strong><br />
Por <em>Carol Almeida</em></p>
<div id="attachment_388" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/10/001.jpg" alt="O diretor do filme, Geraldo Motta, posou ao lado da atriz Maria Flor" title="001" width="550" height="400" class="size-full wp-image-388" /><p class="wp-caption-text">O diretor do filme, Geraldo Motta, posou ao lado da atriz Maria Flor</p></div>
<p>O diretor Geraldo Motta estava deveras emocionado na noite dessa sexta-feira (1) com a première de seu mais novo filme, O Senhor do Labirinto, mas quem emocionou mesmo durante a sessão foram os atores em cena, particularmente Flávio Bauraqui e <strong>Irandhir Santos</strong>. Sendo o primeiro protagonista do filme e desde já forte candidato ao prêmio de Melhor Ator no Festival do Rio. Aliás, na sessão de estreia do filme, ele certamente foi responsável por boa parte dos aplausos dedicados ao título.</p>
<p>No papel de Arthur Bispo do Rosário, o homem que a partir de seu trabalho realizado depois dos anos 1960 lançou um novo olhar sobre os limites em que a sensibilidade artística cruza caminhos com a insanidade clínica, Bauraqui tem aqui seu momento de protagonista e faz bom uso dele. No papel de um guarda da colônia onde Bispo do Rosário ficou internado, <strong>Irandhir Santos</strong>, como sempre impecável, prova mais uma vez porque, ao lado de Wagner Moura, ele é &#8220;o cara&#8221; hoje do cinema nacional.</p>
<p>Antes da exibição do filme, quem chamou todos os flashes foi mesmo a atriz Maria Flor. Na história, ela interpreta Rosângela, mulher que vai ajudar o protagonista a lidar com o seu perturbador fluxo de pensamentos.</p>
<p>Em tempo: ainda que com uma atuação acima da média dos protagonistas, foi consensual entre o público que a maquiagem de Bauraqui no momento em que ele vive Bispo do Rosário mais velho estava bem acima do tom.</p>
<p>***<br />
Via<a href="http://cinema.terra.com.br/festivaldorio/2010/noticias/0,,OI4713174-EI16883,00-Atuacao+de+elenco+e+o+forte+de+O+Senhor+do+Labirinto.html#tarticle"> Terra Cinema </a></p>
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		<item>
		<title>Irandhir Santos leva o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema Brasileiro de Paris</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-leva-o-premio-de-melhor-ator-no-festival-de-cinema-brasileiro-de-paris/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Folha Online &#8211; Ilustrada, 11/05/2010
da Reportagem Local
Festival de Cinema Brasileiro de Paris anuncia vencedores
O Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que está em sua 12ª edição, anunciou nesta terça-feira (11) os seus vencedores.
&#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221;, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz, foi escolhido como o melhor filme.
O prêmio de melhor atriz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Folha Online &#8211; Ilustrada, 11/05/2010</strong><br />
<em>da Reportagem Local</em></p>
<p><strong>Festival de Cinema Brasileiro de Paris anuncia vencedores</strong></p>
<p>O Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que está em sua 12ª edição, anunciou nesta terça-feira (11) os seus vencedores.</p>
<p>&#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221;, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz, foi escolhido como o melhor filme.</p>
<p>O prêmio de melhor atriz ficou com Nanda Costa, por &#8220;Sonhos Roubados&#8221;, de Sandra Werneck.</p>
<p><object width="550" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wn4ZBttHVaU?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wn4ZBttHVaU?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="385"></embed></object><br />
<em>Trailer do filme &#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221; com a narração premiada de Irandhir Santos.</em></p>
<p>Já o <strong>prêmio de melhor ator</strong> foi dividido pelos atores David Rasche e <strong>Irandhir Santos</strong>. Rasche venceu por &#8220;Olhos Azuis&#8221;, de José Joffily. Santos foi lembrado <strong>pelo mesmo filme e pela narração de &#8220;Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo&#8221;</strong>.</p>
<p>O júri era composto pelos cineastas François Favrat e Agnes Jaoui e pelas atrizes Marie Espinosa e Helena Noguerra.</p>
<p>O júri popular escolheu o filme &#8220;Elvis &#038; Madona&#8221;, de Marcelo Laffitte, como o melhor filme do festival.</p>
<p>O Festival segue até 18 de maio, com a exibição dos filmes que estão fora de competição.</p>
<p>***<br />
<em>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u733679.shtml" target="_blank" rel="nofollow">Folha Online &#8211; Ilustrada </a></em></p>
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		<title>Irandhir Santos na coluna &#8216;&#8230;e ponto&#8217; de Daliana Martins</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[festival]]></category>
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Nota publicada na coluna &#8216;&#8230;e ponto&#8217; do blog Sociais, escrito por Daliana Martins, no portal Pe360graus. 
Para mais informações sobre o prêmio ganho por Irandhir Santos no Brazilian Film Festival, em Miami Beach, clique aqui. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/nota-irandhir.jpg" alt="nota-irandhir" title="nota-irandhir" width="550" height="163" class="alignnone size-full wp-image-222" /></p>
<p><a href="http://pe360graus.globo.com/daliana/diversao/variedades/2010/08/24/BLG,5153,2,606,DALIANA,1349-E-PONTO.aspx?aba=2">Nota publicada na coluna <em>&#8216;&#8230;e ponto&#8217;</em> do blog Sociais</a>, escrito por Daliana Martins, no portal Pe360graus. </p>
<p>Para mais informações sobre o prêmio ganho por <strong>Irandhir Santos</strong> no <strong>Brazilian Film Festival, em Miami Beach</strong>, <a href="http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-ganha-o-premio-de-melhor-ator-no-14%c2%ba-brazilian-film-festival-em-miami-beach/">clique aqui</a>. </p>
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		<title>Irandhir Santos ganha o prêmio de Melhor Ator no 14º Brazilian Film Festival, em Miami Beach</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 02:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais e Prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[eua. miami]]></category>
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		<description><![CDATA[G1 Pop &#038; Arte, 28/08/2010
Por Dolores Orosco
‘Salve geral’ leva quatro prêmios em Miami
Drama foi o eleito do público e da crítica no 14º Brazilian Film Festival.
Documentário ‘Dzi Croquettes’ também levou estatueta de melhor filme.
O drama “Salve geral”, do diretor Sergio Rezende e protagonizado por Andréa Beltrão, foi o grande destaque da premiação do Brazilian Film [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>G1 Pop &#038; Arte, 28/08/2010</strong><br />
Por <em>Dolores Orosco</em></p>
<p><strong>‘Salve geral’ leva quatro prêmios em Miami</strong></p>
<p><em>Drama foi o eleito do público e da crítica no 14º Brazilian Film Festival.<br />
Documentário ‘Dzi Croquettes’ também levou estatueta de melhor filme.</em></p>
<p>O drama “Salve geral”, do diretor Sergio Rezende e protagonizado por Andréa Beltrão, foi o grande destaque da premiação do Brazilian Film Festival, em Miami Beach, que chegou ao fim na noite deste sábado (21). A produção, que narra a onda de violência promovida por uma facção criminosa na cidade de São Paulo em 2006, levou o troféu Lente de Cristal nas categorias edição e direção, além de ser eleito o melhor filme da mostra segundo o público e a crítica.</p>
<p> No entanto, pela primeira vez em 14 edições, os espectadores de Miami dividiram o prêmio de melhor longa-metragem entre duas produções. Além de “Salve geral”, o documentário “Dzi Croquettes” também levou o troféu de melhor filme.</p>
<p>Premiado na Mostra Internacional de São Paulo e no Festival do Rio, “Dzi Croquettes”, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, conta a história da trupe teatral carioca que promovia espetáculos de dança e música marcados pelo deboche e a quebra de tabus sexuais nos anos 70.</p>
<p> “Prêmio popular é sempre muito emocionante”, comemorou Tatiana. “E a história dos Dzi sempre comove as pessoas por ser surpreendente, mágica”, completou.</p>
<p><strong>Atuações</strong><br />
Rosto novo no cinema nacional, a atriz Nanda Costa, de 23 anos, recebeu mais um tributo por sua comovente atuação no filme “Sonhos roubados”, de Sandra Werneck.</p>
<p>Premiada nas mostras do Rio e de Paris, Nanda interpreta Jéssica, uma adolescente, mãe solteira e moradora de uma favela que se prostitui para ajudar a família e se divertir nos finais de semana no baile funk.</p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/08/olhos-azuis.jpg" alt="olhos-azuis" title="olhos-azuis" width="550" height="365" class="alignnone size-full wp-image-217" /><br />
<em>Foto: Divulgação do filme Olhos Azuis</em></p>
<p><strong>O melhor ator da mostra foi Irandhir Santos</strong>, por “Olhos azuis”, de José Joffily. Na trama, ele vive um imigrante brasileiro que passa por uma situação trágica ao tentar entrar nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Irandhir </strong>e Nanda ficaram sabendo que foram premiados no festival por telefone. A dupla não pode participar da cerimônia em Miami, pois está filmando no Recife “A febre do rato”, novo longa do diretor Claudio Assis (de “Baixio das bestas” e “Amarelo manga”).</p>
<p><strong>Público da mostra</strong><br />
Realizado há 14 anos no tearo Colony, em Miami Beach, o Brazilian Film Festival apresenta ao público da cidade uma seleção de filmes nacionais recentes. Nesta edição, a mostra exibiu 40 produções entre longas e curta-metragens.</p>
<p> Segundo Claudia Dutra, diretora fundadora do festival ao lado de Adriana Dutra e Viviane Spinelli, este ano o festival atraiu 13 mil pessoas com sua programação entre os dias 13 e 20 de agosto. &#8220;Cerca de 74% do público foi de espectadores americanos. Constatamos que desde que iniciamos o festival o interesse dos estrangeiros pelo nosso cinema aumentou bastante&#8221;.</p>
<p>Adriana explica que os espectadores da mostra se tornaram mais exigentes com o avançar das edições. &#8220;No início havia uma clara preferência pelas comédias mais comerciais. Percebemos que houve uma alteração de perfil, agora o público quer mais variedade. A vitória do &#8216;Salve geral&#8217; está aí pra provar essa mudança de mentalidade&#8221;.</p>
<p>A cerimônia de premiação do Brazilian Film Festival aconteceu no teatro Lincoln e terminou com show da cantora Maria Gadú &#8211; bastante esperada pelo público presente no local, formado em grande parte por brasileiros que vivem em Miami.</p>
<p> As mestres de cerimônia foram as atrizes Camila Morgado e Natalia Lage, que usavam idênticos vestidos risca-de-giz da grife Huis-Clos. Elas apresentaram a premiação em inglês e brincavam com o fato de estarem usando modelitos iguais.</p>
<p>Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados na mostra:</p>
<p><strong>Longa-metragem</strong><br />
Filme: &#8220;Salve geral&#8221;, de Sergio Rezende<br />
Filme (segundo o voto popular): &#8220;Dzi Croquettes&#8221;, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, e &#8220;Salve geral&#8221;, de Sergio Rezende<br />
Direção: Sergio Rezende, por &#8220;Salve geral&#8221;<br />
<strong>Ator: Irandhir Santos, por &#8220;Olhos azuis&#8221;</strong><br />
Atriz: Nanda Costa, por &#8220;Sonhos roubados&#8221;<br />
Documentário:&#8221;Beyond Ipanema &#8211; ondas brasileiras na música Global&#8221; &#8220;Beyond Ipanema &#8211; ondas brasileiras na música global&#8221;, de Guto Barra<br />
Roteiro: Paulo Halm, por &#8220;Histórias de amor  duram apenas 90 minutos&#8221;<br />
Edição: Marcelo Moraes, por &#8220;Salve geral&#8221;<br />
Edição de som: Dimitri Tisseyre, Jonathan Chiles e Pedro Sanctos, por &#8220;Beyond Ipanema &#8211; ondas brasileiras na música global&#8221;<br />
Trilha sonora: Jorge Saldanha, por &#8220;O bem amado&#8221;<br />
Fotografia: Nonato Estrela, por &#8220;Olhos azuis&#8221;<br />
Prêmio especial do júri: Amanda Diniz, por &#8220;Sonhos roubados&#8221;<br />
Direção de arte: Claudio Amaral Peixoto, por &#8220;O bem amado&#8221;</p>
<p><strong>Curta-metragem</strong><br />
Filme (segundo o júri da mostra e o voto popular): &#8220;O troco&#8221;, de André Rolim<br />
Direção: Rodrigo Diaz Diaz, por &#8220;Depois do almoço&#8221;<br />
Roteiro: Elzeman Neves, por &#8220;Depois do almoço&#8221;<br />
Direção de arte: Juliano Dornelles, por &#8220;Recife frio&#8221;<br />
Fotografia: Pedro Urano, por &#8220;Superbarroco&#8221;</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/salve-geral-leva-quatro-premios-em-miami.html">G1 Pop &#038; Arte</a></em></p>
<p>***<br />
A coluna <strong>Foco</strong>, da <strong>Folha de Pernambuco</strong>, do dia 24/08/10 repercutiu a notícia com a seguinte nota: </p>
<blockquote><p>Ficou com o pernambucano Irandhir Santos o prêmio “Melhor Ator” do 14º Festival de Cinema Brasileiro de Miami, pelo filme “Olhos Azuis”. (<a href="http://www.folhape.com.br/index.php/foco-menu/586649-foco-24082010" target="_blank" rel="nofollow">link</a>)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ator Pernambucano em Ascenção</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/diario-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[melhor ator]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>

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		<description><![CDATA[Diário de Pernambuco
Atuação // Melhor ator coadjuvante no 2º Festival Paulínia de Cinema, Irandhir Santos conta sobre os novos planos
André Dib
andredib.pe@diariosassociados.com.br
Premiado como melhor ator coadjuvante pelo trabalho no filme Olhos azuis, de José Joffily, o ator Irandhir Santos 
foi um dos destaques do 2º Festival Paulínia de Cinema. Na festa de encerramento do evento, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diário de Pernambuco<br />
Atuação // Melhor ator coadjuvante no 2º Festival Paulínia de Cinema, Irandhir Santos conta sobre os novos planos<br />
André Dib<br />
<a href="mailto:andredib.pe@diariosassociados.com.br">andredib.pe@diariosassociados.com.br</a></p>
<p>Premiado como melhor ator coadjuvante pelo trabalho no filme Olhos azuis, de José Joffily, o ator Irandhir Santos <img class="alignleft size-full wp-image-64" title="Foto Noticia" src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2009/09/irandhir-foto-noticia.jpg" alt="Foto Noticia" width="123" height="92" /><br />
foi um dos destaques do 2º Festival Paulínia de Cinema. Na festa de encerramento do evento, na última quinta-feira, os aplausos e sorrisos são a prova de que o evidente talento deste pernambucano de 30 anos conquistou mais adeptos. Desta vez, não como o Maninho de Baixio das bestas ou o Quaderna, de A pedra do reino, apenas para citar dois de seus grandes momentos. E sim como Nonato, o brasileiro que há dez anos mora nos EUA, mas amarga o pão que o diabo amassou na mão de Marshall, chefe do departamento de imigração do aeroporto JFK.</p>
<p>Em entrevista ao Diario, Irandhir conta como construiu esse novo personagem e os desafios da interpretação em outra língua e as três novas produções em que participa: A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água, de Sérgio Machado sobre livro de Jorge Amado; Besouro, de João Daniel Tikhomiroff; e A hora e vez de Augusto Matraga, de Vinícius Coimbra, que será rodado em Minas Gerais, com João Miguel no papel principal. De quebra, aproveita para contar sobre os novos planos para a carreira.</p>
<p>Entrevista // Irandhir Santos</p>
<p>Qual sua visão do filme de Joffily?</p>
<p>É um filme que trata da questão da diferença. E deixa claro que ela existe porque impomos isso de alguma maneira, como fator externo. Quando Nonato vê a filha com olhos azuis, me pergunto o porquê de Marshall se sentir tão superior, se ele é tão igual a mim.</p>
<p>Como Nonato foi construído?</p>
<p>Li muito o roteiro, sempre desconstruindo e cortando, rasgando o personagem. A partir das orientações do diretor, acrescentei a minha parte. No roteiro há muito o Nonato empreendedor, que sai do país para ganhar a vida. Quis imaginar outras situações, trazer mais humanidade para ele.</p>
<p>Foi difícil interpretar em inglês?</p>
<p>Tive que estudar, pois não tinha muito domínio do inglês. Também fui para a cultura americana, procurei saber o que existe lá que moveria alguém a sair de seu país. Comecei a contatar brasileiros que moravam lá, fiz entrevistas, procurei imagens.</p>
<p>Que imagens?</p>
<p>Os olhos foram imagens que mais captei. Gosto muito de olhos azuis e o desafio era olhar para eles e sentir o inverso. Adoro minha avó materna, a lembrança de carinho ligada a olhos azuis vem dela. Sentir o contrário foi um desafio.</p>
<p>Como foi a iniciação no teatro e a formação de ator profissional?</p>
<p>Minha recordação mais antiga está ligada à escola em que estudei em Limoeiro. É um lugar tradicional, administrado por freiras que trabalhavam teatro e arte-educação com os alunos. Quando fui estudar o segundo grau no Recife, também queria um colégio que tivesse teatro, mas fui para o Colégio Militar, pois meus pais me convenceram que era bom para passar no vestibular. Por sorte, um dos alunos de lá se formou e retornou para dar aulas de teatro.</p>
<p>Quem era ele?</p>
<p>André Cavendish. Foi meu primeiro professor de teatro. Lá eu tive a certeza de que queria continuar no palco. Então juntei a necessidade dos meus pais de ter que fazer universidade com a minha, de fazer teatro.</p>
<p>Qual era seu foco de estudo na universidade?</p>
<p>Na UFPE eu trabalhava com o corpo como expressão. Já na universidade procurava essa linha. Tive como professor Roberto Lúcio, que desenvolveu um trabalho muito bom. Foi também quando me aproximei de amigos como Kléber Lourenço e Jorge de Paula. Em Olhos azuis, dez minutos antes de rodar a sequência da arma, utilizei exercícios que aprendi na universidade, de respiração e exaustão física pra abrir o canal para as emoções.</p>
<p>Qual o papel mais difícil que já fez?</p>
<p>Gosto quando tenho tempo para a preparação. Para mim, é primordial. No teatro é possível, geralmente tenho seis meses para isso. No cinema não é assim, mas tive sorte de pegar papéis no qual existiam esse tempo disponível. De todos, o Quaderna foi o mais difícil, pela própria complexidade do personagem. O próprio Ariano (Suassuna) o define como quatro personagens: o palhaço, o rei, o contador e o sertanejo. E o Luiz (Fernando Carvalho, diretor de A pedra do reino) me deu um Quaderna velho, amadurecido. O momento em que cada um deveria aparecer foi um desafio grande, dividido com profissionais que me deram suporte.</p>
<p>O que faz sua profissão valer a pena?</p>
<p>Ultimamente, é o fato de poder exercê-la, de poder viver isso. Só por isso, já me sinto premiado. Quando esteve em Taperoá, Fernanda Montenegro disse: &#8220;nosso prêmio é o nosso ofício&#8221;. Pois temos que enfrentar uma batalha diária, com quase todas as dificuldade e ainda lidar com o lado criativo. Equilibrar isso é a grande questão. Fico feliz quando penso no que já fiz e no que ainda tenho para fazer.</p>
<p>Quando você voltará ao teatro?</p>
<p>Ainda este ano. Estou ensaiando semanalmente com o Grupo Visível (Visível Núcleo de Criação), que Kléber Lourenço montou para retomar o ator como criador da história. O nome do projeto é Daquilo que move o mundo. Ele trabalha a dramaturgia com exercícios cênicos coordenados pelo dramaturgo Felipe Botelho. A ideia é iniciar o trabalho no Recife e no fim do ano vir pra Campinas para a preparadora Tiche Vianna, que tem um excelente trabalho com a comédia dell&#8217;arte, lapidar e fazer o que quiser com nossos corpos. Pra mim será uma retomada. Há três anos não faço teatro e esse é um grupo que gosto muito, ligado à universidade, com um senso de pesquisa e continuidade que me interessa.</p>
<p>Fale sobre o personagem que você faz em Besouro. Ele é um vilão?</p>
<p>É. Seu nome é Noca de Antonia. Para fazê-lo, tive que trabalhar com sombras. A preparadora de elenco, Fátima Toledo, disse que os capoeiristas são a luz e nós precisamos das sombras, que sou eu e o coronel. Então tive que ativar o que há de pior em mim. Sou muito recatado, mas em um dos exercícios ela me &#8220;destampou&#8221; e tudo que estava reprimido saltou com a raiva. Para ativar minha sombra falei todos os palavrões e coisas sujas.</p>
<p>Como foi a experiência de filmar A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água, com atores veteranos como Paulo José, Marieta Severo e Mariana Ximenes?</p>
<p>Também foi com Fátima, só que o filme é uma comédia. Eu faço o Cabo Martin, um dos quatro amigos de Quincas. A grande questão foi trabalhar o tema morte de um grande amigo, uma grande perda. Apesar de ser comédia, tive que trabalhar de maneira muito séria. Ver Paulo José morto é algo bem doloroso, então parti daí. A ideia do Sérgio (Machado, o diretor do filme) é que o cômico não estivesse nos personagens, mas sim nas situações absurdas. Os filmes dos irmãos Cohen foram referências.</p>
<p>Ultimamente, você tem recebido muitos convites. O que te faz escolher um projeto?</p>
<p>Sempre escolho a partir do que me toca naquele momento da vida. Os filmes que faço têm me ensinado lições importantes. Trabalhar com Luís Fernando Carvalho e Cláudio Assis me fez redescobrir o lugar onde nasci. Naquele momento estava em dúvida se ficava lá ou ia para o Recife. Meu olhar para aquela região mudou muito. No caso de Olhos azuis, senti que deveria fazer pelo roteiro, uma história fantástica, por Joffily, diretor que já admirava e pelo desafio, pois a maioria das cenas são em inglês, língua em que não tenho tanta prática.</p>
<p>O que te atraiu na refilmagem de A hora e a vez de Augusto Matraga?</p>
<p>Guimarães Rosa foi primeiro autor que entrou lá em casa, período que lembro muito do meu pai. Ele lia muito e conversava sobre a obra, tinha olhar peculiar. Ele achava que Guimarães mostrava um sertão cru, forte, seco. E minha mãe via o contrário, via poesia. Então sempre havia discussão. Quando fiz A pedra do reino, me debati com o Sertão de Ariano, colorido e alegre de pessoas que se encantam com sua raiz. Agora sinto a necessidade de viver o sertão duro, seco, para haver um diálogo.</p>
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