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	<title>Irandhir Santos &#187; irandhir</title>
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		<title>Tudo começa bem em Febre do rato</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 01:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[febre do rato]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema // Primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor Claudio Assis superam as melhores expectativas
Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 02/09/2010
Por Luiza Maia // Especial para o Diario
O sucesso nos primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor pernambucano Cláudio Assis, Febre do rato, está estampado no rosto de todos os envolvidos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cinema // Primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor Claudio Assis superam as melhores expectativas</em></p>
<p><strong>Diário de Pernambuco, Caderno Viver, 02/09/2010</strong><br />
Por <em>Luiza Maia // Especial para o Diario</em></p>
<div id="attachment_238" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/irandhir-santos.jpg" alt="No elenco de A Febre do Rato: Ângela Leal, Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, entre outros." title="irandhir-santos" width="550" height="154" class="size-full wp-image-238" /><p class="wp-caption-text">No elenco de A Febre do Rato: Ângela Leal, Irandhir Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, entre outros.</p></div>
<p>O sucesso nos primeiros dias de filmagem do terceiro longa-metragem do diretor pernambucano Cláudio Assis, Febre do rato, está estampado no rosto de todos os envolvidos na produção: completamente exauridos, mas igualmente satisfeitos. &#8220;Paro por respeito à equipe. Por mim, a gente ia direto&#8221;, brinca o diretor. Ao todo, serão cinco semanas com jornada diária das 5h às 17h. No primeiro dia de filmagens, na terça-feira, foram adiantadas duas sequências do cronograma previstas para os dias seguintes. O dia estava reservado para uma cena na praia, mas Claúdio se satisfez com a primeira tomada, concluída às 10h. &#8220;Foi uma vez e valeu. Eu pensei: vamos fazer mais uma. E o Cláudio super seguro, determinado. É muito bom trabalhar com um diretor assim, que vira e diz: &#8216;Esse plano tá bom!&#8217;&#8221;, comemora a atriz Nanda Costa, protagonista do filme no papel da jovem Eneida ao lado de Irandhir Santos, que vive o poeta Zizo. Matheus Nachtergaele, Ângela Leal, Conceição Camarotti, Maria Gladys, Mariana Nunes, Juliano Cazarré, Tânia Moreno e o estreante Vitor Araújo compõem o elenco.</p>
<p>A jornada terminou no Cemitério de Guadalupe, para gravação de cenas do final do filme. &#8220;Adiantamos as cenas do outro dia. Bate uma insegurança, mas deu tudo certo&#8221;, comenta o experiente Matheus Nachtergaele, encantado com seu personagem, o coveiro Pazinho. &#8220;A vida dele tem uma espera. Toda vez que vim aqui, estava vazio. Só dois, três coveiros. E quando chega é alguém que morreu&#8221;, reflete. Por outro lado, é casado com o travesti Vanessa (Tânia Moreno), é amigo do poeta, participa de farras. Ele vive nos opostos entre a luz da noite e a sombra do dia. &#8220;É um casal inusitado. Ele é um coveiro, a princípio não seria um cara aberto. Acho isso um lance bonito do roteiro&#8221;, defende. &#8220;O Claudão sempre tem uma visão muito especial e corajosa do que é a realidade brasileira. Não é uma obrigação. A gente está aqui porque a gente quer&#8221;, garante Matheus, que participou dos outros dois longas de Cláudio, Amarelo manga e Baixio das bestas.</p>
<p>O diretor de fotografia Walter Carvalho também acompanha o diretor pernambucano desde o primeiro longa. Desta vez, a cor forte de Amarelo manga será substituída pelo preto e branco. &#8220;Nada mais abstrato do que o amor. Nada mais doloroso, nada mais prazeroso, confuso, atraente, apaixonante que o amor. Para mim o amor se dá num plano preto e branco&#8221;, explica Carvalho sobre a opção pelas escalas de cinza. Para ele, a escolha é uma forma de desdizer o que foi dito nos outros filmes e fugir da tendência do cinema contemporâneo de se valorizar cada vez mais a verossimilhança com o real, principalmente com o advento da tecnologia 3D. &#8220;O cinema do Cláudio é um cinema libertário. Ele é irreverente, provocador. Ele vê a face bonita e a face feia do objeto. A fotografia tem que mostrar esse mistério entre o que se apresenta e o que se deduz&#8221;, diz.</p>
<p>Mesmo no início das gravações, o elenco se mostra bastante envolvido com os personagens. A relação de Nanda com Eneida foi tão forte que ela sentiu necessidade de mudar o visual de Soraia, da novela Viver a vida. Na tarde anterior ao início das gravações, às 17h, ela não conseguia parar de pensar que faltava algo à personagem. &#8220;Eu não conseguia mais me olhar no espelho e ver aquele cabelo. Cortar deu uma leveza e atitude a ela, porque Eneida é uma adolescente com muita atitude&#8221;, define, com os cabelos acima do ombro. Apesar disso, confessa que nunca se sente pronta, nem quando está em cena, nem &#8220;quando dá o corta&#8221;. &#8220;Dar conta do personagem é um trabalho diário, a cada cena. Mas sinto que estou no caminho certo&#8221;, acredita a atriz, que vive ótima fase após ganhar o prêmio de melhor atriz do Festival de Cinema do Rio, Festival de Cinema Brasileiro de Paris e de Miami. </p>
<p>***<br />
Via <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/09/02/viver3_0.asp" target="_blank" rel="nofollow">Diário de Pernambuco</a></p>
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		<title>Viajo porque preciso, volto porque te amo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 02:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[irandhir]]></category>
		<category><![CDATA[viajo]]></category>

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		<description><![CDATA[Página do Cinema, 07/05/2010

Irandhir Santos revela a beleza do filme que ganhou o prêmio de melhor direção no Festival do Rio 2009
Irandhir Santos está em todas! Esse ano, o ator estrela quatro produções nacionais: “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, “Quincas Berro D’água”, “Olhos Azuis” e “Tropa de Elite 2”. Dando vida a personagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Página do Cinema, 07/05/2010</strong></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/09/viajo.jpg" alt="viajo" title="viajo" width="500" height="329" class="aligncenter size-full wp-image-243" /></p>
<p><strong>Irandhir Santos revela a beleza do filme que ganhou o prêmio de melhor direção no Festival do Rio 2009</strong></p>
<p>Irandhir Santos está em todas! Esse ano, o ator estrela quatro produções nacionais: “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, “Quincas Berro D’água”, “Olhos Azuis” e “Tropa de Elite 2”. Dando vida a personagens completamente distintos de uma maneira admirável, Irandhir vai conquistando cada vez mais seu espaço no cinema nacional. O pernambucano começou no mundo cinematográfico em 2005 com uma pequena participação no filme “Cinema, Aspirinas e Urubus”, quando pisou pela primeira vez em um set de filmagem. De lá para cá, já fez “Baixio das Bestas”, que lhe rendeu o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília, Quaderna, na série “A Pedra do Reino” e “Besouro”.</p>
<p>“Viajo porque preciso, volto porque te amo”, que estreia esta sexta, dia 7, garantiu o prêmio de melhor direção para Marcelo Games e Karim Ainouz. No longa, Irandhir narra a viagem feita pelo geólogo José Renato, que ao atravessar o sertão brasileiro percebe que o vazio, o abandono e o isolamento presentes nas paisagens também são características de sua personalidade naquele momento. O ator não aparece em nenhum momento na tela, apenas sua voz guia o espectador através das visões de José Renato. Nesta entrevista, Irandhir Santos fala sobre a importância deste longa em sua carreira, comenta a poesia que está presente em todo o filme e revela a emoção de trabalhar com Karim e Marcelo Gomes.</p>
<p><strong>Como é atuar sem aparecer na tela? Foi um trabalho mais difícil que os demais?</strong><br />
Foi um grande desafio para mim porque não é apenas uma narração, é um personagem, e era preciso que isto estivesse impresso na voz. José Renato tinha que ter braços, pernas e coração apenas com a minha voz. Até então eu não tinha percebido a importância da voz para o ator até anular o meu corpo como foi neste projeto. Foi difícil, mas eu tive todo o apoio do Marcelo e do Karim, que foram apontando os caminhos.</p>
<p><strong>Quem é José Renato?</strong><br />
O José Renato é chamado para estudar a geografia do sertão nordestino. Ele vai filmando e narrando as pedras e as vegetações até que começa a perceber que aquilo está influenciando diretamente o estado emocional dele. Aquilo é quase o espelho do abandono emocional que ele está vivendo. O personagem não aparece e isso facilita a intimidade do público com a obra porque você começa a imaginar esse cara de várias maneiras. Se eu aparecesse, talvez eu limitasse um pouco essa abertura de criatividade do público com a obra.</p>
<p><strong>Como foi feito o trabalho de direção? Quais orientações que você recebia dos diretores?</strong><br />
O Marcelo me presenteou com o roteiro e pediu que eu lesse e gravasse livremente o que eu imaginava porque ainda não tinha visto as imagens. Quando eu pude vê-las, entendi o quão inspiradoras elas eram. As imagens são belíssimas, fortes, poéticas e tudo isso está presente no filme o tempo todo. Eu tive apenas um encontro separado com cada um deles e depois outro encontro com os três juntos para o resultado definitivo. Eram as próprias imagens que determinavam o caminho da minha voz.</p>
<p><strong>Como você imagina o grande amor da vida deste personagem?</strong><br />
Tem um momento em que o José Renato está passando pela estrada e ele vê umas crianças tampando buracos na beira da rodovia. Nesse momento, ele encontra nos olhos de uma menina os olhos da mulher que ama. Eu não tinha mais nada de concreto para formatar a imagem na minha cabeça e no meu coração daquela mulher amada a não ser os olhos da criança. É um olhar forte, expressivo, inquietante. É uma cena em que a câmera está parada nos olhos dela e a sensação que dá é que aquele olhar atravessa a tela.</p>
<p><strong>É a primeira vez que você trabalha com o Karim? Como foi a experiência?</strong><br />
Sou um grande admirador das obras do Karim, desde “Madame Satã” e “O Céu de Sueli”. Adoro os filmes como obras e já tinha ouvido falar muito bem dele. Uma grande surpresa pra mim foi ter contato com a pessoa Karim, aí eu pude comprovar que, além de ser um diretor fantástico, ele é uma pessoa extraordinária, sensível e simples. Ele usa as minúcias de seus sentimentos para dirigir seus trabalhos.</p>
<p><strong>Você acha que foi um trabalho solitário?</strong><br />
Para mim, como ator, acho que não porque estavam comigo o Marcelo e o Karim. Mas quando penso como personagem, acho que sim e era preciso ter isso. Ele é um homem que viaja sozinho e reencontra na viagem o espelho da sua vida atual. Era preciso haver solidão para encarar ele mesmo.</p>
<p><strong>Como você classifica este filme na sua carreira?</strong><br />
É uma pérola, um mimo, uma jóia que vou guardar pelo resto da vida. É um filme de muito valor para mim artisticamente e emocionalmente falando.</p>
<p>***<br />
Via <a href="http://paginadocinema.com.br/index.php/entrevista/index/61">Página do Cinema</a></p>
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		<title>Irandhir Santos é &#8216;o cara&#8217;, e a cara da vez no cinema nacional</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-e-o-cara-e-a-cara-da-vez-no-cinema-nacional/</link>
		<comments>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-e-o-cara-e-a-cara-da-vez-no-cinema-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 22:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[irandhir]]></category>

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		<description><![CDATA[Onipresente nas telas, ator se junta ao time de Nachtergaele e João Miguel. Ele está em &#8216;Quincas Berro Dágua&#8217;, &#8216;Olhos azuis&#8217; e &#8216;Tropa de elite 2&#8242;.
G1 Pop &#038; Arte, 21/05/2010
Por Ronaldo Pelli
 Você talvez não se lembre de imediato do nome Irandhir Santos, mas certamente o rosto do ator vai ficar cada vez mais familiar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Onipresente nas telas, ator se junta ao time de Nachtergaele e João Miguel. Ele está em &#8216;Quincas Berro Dágua&#8217;, &#8216;Olhos azuis&#8217; e &#8216;Tropa de elite 2&#8242;.</em></p>
<p><strong>G1 Pop &#038; Arte, 21/05/2010</strong><br />
Por <em>Ronaldo Pelli</em></p>
<p> Você talvez não se lembre de imediato do nome Irandhir Santos, mas certamente o rosto do ator vai ficar cada vez mais familiar para quem acompanha o cinema nacional. Só neste mês, ele está nos filmes “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, já em cartaz, em “Quincas Berro Dágua”, que estreia na sexta (21) e em “Olhos azuis”, que chegará às telas no dia 28. </p>
<p>Além desses, Irandhir também faz um dos principais papéis de “Tropa de elite 2” &#8211; longa que é aposta de sucesso nas bilheterias &#8211; e já se prepara para filmar no segundo semestre “A febre do rato”, novo projeto do diretor Claudio Assis.</p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/07/quincas.jpg" alt="quincas" title="quincas" width="550" height="411" class="alignnone size-full wp-image-194" /><br />
<em>Irandhir (esquerda) carrega &#8216;Quincas&#8217; (Paulo José) junto com Flávio Bauraqui (Foto: Divulgação)</em></p>
<p> Mesmo assim, ele não se acha &#8220;o cara” da vez no cinema. “Sou apenas o cara que está gostando de fazer cinema”, diverte-se. O acanhado pernambucano, que começou a aparecer para o Brasil em “Cinema, aspirinas e urubus” (2005), do conterrâneo Marcelo Gomes, repete uma trajetória de outros atores, como Matheus Nachtergaele, João Miguel e Dira Paes. Todos tiveram suas fases e foram &#8220;a cara” do cinema nacional nos últimos anos.</p>
<p>Em “Quincas”,  interpreta o cabo Martim, que comanda a tropa de amigos boêmios de Quincas, vivido por Paulo José, que vão levá-lo para passear pelas ruas de Salvador, mesmo morto.</p>
<p>“O ‘Quincas’ foi desafiador porque foi feito todo em noturna. A gente passou quase oito semanas filmando à noite, trocou o dia pela noite. Isso, fisicamente, era difícil de fazer, mas teve uma força de vontade da equipe, com o grande motor da equipe sendo o Paulo José. Ele veio com uma energia especial para esse projeto e contagiou todo mundo”, explicou Irandhir.</p>
<p><strong> Cinema: uma necessidade</strong><br />
Curiosamente, a sua entrada no cinema foi por uma questão de necessidade. Filho de um bancário que se mudava constantemente, Irandhir explica que eram raras as salas de cinema nas pequenas cidades do interior. O jeito para se aproximar dos filmes foi, então, participar de um deles.</p>
<p>“Desde criança gosto de cinema, sou um grande espectador. E quando eu tive a primeira oportunidade, comecei a fazer os filmes.”</p>
<p>Talvez por essa infância nômade, ele goste tanto de ficar em casa, e nem pensa, por enquanto, em sair de Recife.</p>
<p>“Hoje independe o lugar onde você vive. Não é determinante morar no eixo efervescente, onde se encontram as produções. Com a experiência que venho tendo, descobri em mim o prazer de permanecer. De viver as histórias que eu tenho aqui da minha terra.”</p>
<p><strong> Local, universal</strong><br />
O Nordeste é tão presente para Irandhir que aparece em sua obra até em seu primeiro e único, por enquanto, trabalho para a TV: ele foi o Quaderna, protagonista da série “A pedra do reino”, projeto do diretor Luiz Fernando Carvalho.</p>
<p>“Foi um período especial na minha vida com imersão no trabalho muito forte. Devido à característica do Luiz Fernando Carvalho de trabalho. Ele nos levou para o sertão da Paraíba onde passamos quase cinco meses, dentro do que seria o seria o cenário, na cidade narrada no livro de Ariano Suassuna, cercado de profissionais, que eram verdadeiros professores. Me senti numa segunda universidade”, diz Irandhir que é formado em Artes Cênicas.</p>
<p> Mas, apesar de ressaltar bastante as raízes, Irandhir acredita que, quanto mais se explora essas mesmas raízes, mais se é universal. E usa o próprio Ariano Suassuna, a quem considera como uma espécie de ídolo, para explicar o seu raciocínio.</p>
<p>“Gosto muito do jeito que Ariano escreve, tão fiel às suas raízes, mas tão profundo, que extrapola os limites. Ele foi o início. Ele que povoou a minha mente na adolescência. Foi ele o responsável por estar pisando num palco, nas primeiras peças que fiz na escola e até amadoras: foram textos de Ariano.”</p>
<p>Ariano, porém, não é o único a quem Irandhir considera capaz de falar, ao mesmo tempo, sobre o local e o universal. O “Quincas”, de Sérgio Machado, também é um exemplo.</p>
<p>“O que eu gostei muito é que (o filme) é a cara da Bahia, mas ele vai tão profundo na raiz dele que levanta temas universais. Amizade, o filme é uma grande celebração à vida, e o Sérgio (Machado) pontua muito bem isso. Para os atores que não eram de lá, foi o grande gancho para a gente se sentir à vontade nessa história.”</p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/07/olhos-azuis.jpg" alt="olhos-azuis" title="olhos-azuis" width="550" height="411" class="alignnone size-full wp-image-195" /><br />
<em>&#8216;Olhos azuis&#8217; traz Irandhir como imigrante ilegal nos Estados Unidos. (Foto: Divulgação)</em></p>
<p> Mesmo “Tropa de Elite 2” tem essa característica para ele. Seu personagem, o professor de história Diogo Fraga bate de frente com a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Defensor dos direitos humanos, Diogo é contra todo mundo que for a favor da estrutura política vigente fluminense – inclusive aí um tal de capitão Nascimento.</p>
<p>“O meu personagem vem para dizer que há outras forças de resolver a criminalidade além da violência. Que o narcotráfico, sim, é um problema, mas que a polícia também acaba sendo um problema quando ela quer resolver tudo na medida força. E é também um problema que extrapola o estado do Rio de Janeiro.”</p>
<p><strong>Fronteiras</strong><br />
Outro filme que fala sobre a questão das fronteiras – mas dessa vez, literalmente – é o longa “Olhos azuis”, de José Joffily. Nele, Irandhir é Nonato, um emigrante brasileiro que mora nos EUA e tenta entrar no país que adotou, mas encontra um policial que implica com ele.</p>
<p>“Nunca fui aos EUA e nunca vivi uma experiência parecida com o filme, mas tenho relatos de pessoas próximas. O próprio Joffily me fez conhecer algumas pessoas que passaram por isso.. Como é difícil essa questão do imigrante, do estrangeiro lá fora”, questiona, para completar: “Diferente do Nonato, eu vou para outros estados, trabalho e volto. Aqui que eu permaneço”.</p>
<p>“Aqui” bem que poderia ser o cinema.</p>
<p>***<br />
<a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/05/irandhir-santos-e-o-cara-e-cara-da-vez-no-cinema-nacional.html" target="_blank" rel="nofollow">Link para a matéria no G1 e para ver os trailers dos filmes</a></p>
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		<title>Melhor Ator Coadjuvante para Irandhir Santos no Festival Paulínia de Cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 21:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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Festival de Paulínia, no interior de São Paulo, chega à segunda edição atraindo estrelas e diretores. Aos poucos, a cidade se torna um forte pólo de cinema nacional
Contigo!, 21/07/2009

Fotos: Aine Arruda / Divulgação Olhos Azuis
Apesar de ainda engatinhar no mundo competitivo dos eventos cinematográficos brasileiros, o Festival Paulínia de Cinema, realizado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Festa na nossa Hollywood</strong><br />
<em>Festival de Paulínia, no interior de São Paulo, chega à segunda edição atraindo estrelas e diretores. Aos poucos, a cidade se torna um forte pólo de cinema nacional</em></p>
<p><strong>Contigo!, 21/07/2009</strong></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/07/olhos-azuis-festival.jpg" alt="olhos-azuis-festival" title="olhos-azuis-festival" width="550" height="360" class="alignnone size-full wp-image-186" /><br />
<em>Fotos: Aine Arruda / Divulgação Olhos Azuis</em></p>
<p>Apesar de ainda engatinhar no mundo competitivo dos eventos cinematográficos brasileiros, o Festival Paulínia de Cinema, realizado no município a 120 quilômetros de São Paulo, chega à segunda edição com uma força pouco vista no gênero. Somente na abertura, na quinta-feira (9), foram investidos cerca de 5 milhões de reais, e a data serviu para a pré-estreia brasileira de À Deriva, longa brasileiro que participou da mostra Um Certo Olhar, no último Festival de Cannes, e levou ao Teatro Municipal de Paulínia astros como Cauã Reymond, 29 anos, Selton Mello, 36, Lázaro Ramos, 30, e Debora Bloch, 46. No encerramento, quinta-feira (16), contudo, quem se destacou foi o diretor José Joffily, 63, que recebeu o troféu Menina de Ouro de Melhor Filme por seu drama <a href="http://www.olhosazuisfilme.com.br/" target="_blank">Olhos Azuis</a> &#8211; também faturando nas categorias de Melhor Atriz para Cristina Lago, Melhor Roteiro para Paulo Halm e Melanie Dimantas, <strong>Melhor Ator Coadjuvante para Irandhir Santos</strong>, Melhor Som e Melhor Montagem.</p>
<p>Paulínia possui uma estrutura cinematográfica que está rendendo a ela o apelido de Hollywood do Interior. O Fundo Municipal de Cultura atrai produtoras e estúdios para a região. Ao longo do festival foram 14 longas inéditos em exibição em disputa por prêmios que iam de 15 a 60 mil reais por categoria. &#8221;Temos de agradecer bastante a esta cidade, que apoiou o filme desde o início&#8221;, confirma o produtor Francisco Ramalho Jr., 69, vencedor do júri popular e do prêmio especial do júri oficial por O Contador de Histórias, de Luiz Villaça.</p>
<p>A noite de encerramento também foi emocionante para o diretor Daniel Filho, 71, que apresentou o inédito Tempos de Paz, estrelado por Tony Ramos, 60. Daniel ainda foi o grande homenageado do festival, recebendo o Menina de Ouro honorário das mãos da filha, Carla, e protagonizou um documentário sobre a carreira, apresentado pelos atores Guilhermina Guinle, 34, e Murilo Benício, 38.</p>
<p>***<br />
<a href="http://contigo.abril.com.br/noticias/festa-nossa-hollywood-485859" target="_blank" rel="nofollow">Link para a matéria na Contigo!</a></p>
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		<item>
		<title>Irandhir Santos convida os leitores do SRZD para assistir a &#8220;Olhos Azuis&#8221;</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-convida-os-leitores-do-srzd-para-assistir-a-olhos-azuis/</link>
		<comments>http://irandhirsantos.com.br/irandhir-santos-convida-os-leitores-do-srzd-para-assistir-a-olhos-azuis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 01:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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***
Link para o vídeo no SRZD
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="550" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sG7tVVfA2Zc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/sG7tVVfA2Zc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="385"></embed></object></p>
<p>***<br />
<a href="http://www.sidneyrezende.com/noticia/87787+irandhir+santos+convida+os+leitores+para+assistir+a+olhos+azuis" target="_blank" rel="nofollow">Link para o vídeo no SRZD</a></p>
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		<title>Irandhir Santos fala sobre o filme “Quincas Berro D&#8217;água”</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 01:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[O ator pernambucano disse que, durante o filme, há muitas despedidas.
Globo News, 25/05/2010
Durante a exibição de um trecho do filme, o ator relembrou nomes de grandes atores, como Paulo José e Marieta Severo, que contracenaram com ele nas filmagens de “Quincas Berro D&#8217;água”. 
***
A seguir, confira a entrevista.

***
Link da matéria na Globo Vídeos
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O ator pernambucano disse que, durante o filme, há muitas despedidas.</em></p>
<p><strong>Globo News, 25/05/2010</strong></p>
<p>Durante a exibição de um trecho do filme, o ator relembrou nomes de grandes atores, como Paulo José e Marieta Severo, que contracenaram com ele nas filmagens de “Quincas Berro D&#8217;água”. </p>
<p>***<br />
A seguir, confira a entrevista.</p>
<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1270163&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1270163&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
<p>***<br />
<a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1270163-7823-IRANDHIR+SANTOS+FALA+SOBRE+O+FILME+QUINCAS+BERRO+DAGUA,00.html" target="_blank" rel="nofollow">Link da matéria na Globo Vídeos</a></p>
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		<title>Em cartaz com três filmes em maio, Irandhir Santos é o ator mais requisitado da atual safra do cinema nacional</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 22:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[ator]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[O Globo, 07/05/2010
Por Erika Azevedo

RIO &#8211; Apenas três anos após ter sido revelado ao grande público depois de dar vida ao quixotesco Quaderna da minissérie &#8220;A Pedra do Reino&#8221;, Irandhir Santos se tornou o ator mais requisitado da atual safra do cinema nacional. Somente este mês, ele estrela três produções que entram em cartaz no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Globo, 07/05/2010</strong><br />
Por <em>Erika Azevedo</em></p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/05/irandhir.jpg" alt="irandhir" title="irandhir" width="360" height="460" class="aligncenter size-full wp-image-122" /></p>
<p>RIO &#8211; Apenas três anos após ter sido revelado ao grande público depois de dar vida ao quixotesco Quaderna da minissérie &#8220;A Pedra do Reino&#8221;, Irandhir Santos se tornou o ator mais requisitado da atual safra do cinema nacional. Somente este mês, ele estrela três produções que entram em cartaz no Rio de Janeiro: &#8220;Viajo porque preciso, volto porque te amo&#8221;, de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes; &#8220;Quincas Berro d&#8217;Água&#8221;, de Sérgio Machado; e &#8220;Olhos azuis&#8221;, de José Joffily. </p>
<p>Como se tudo isso não fosse o bastante, ele ainda é uma das apostas de &#8220;Tropa de elite 2&#8243;, que estreia no dia 3 de setembro; está no elenco de &#8220;Matraga (A hora e a vez)&#8221;, de Vinicius Coimbra; e começa a rodar até o fim do ano &#8220;A febre do rato&#8221;, novo filme de Cláudio Assis, e &#8220;O som ao redor&#8221;, primeiro longa do premiado curta-metragista Kléber Mendonça Filho.</p>
<p>- Coincidentemente, tudo acabou acontecendo ao mesmo tempo, mas ainda não sei lidar com isso. Ainda bem que são filmes bem diferentes, com temáticas distintas. Mas não sou eu ali, é a história. E eu espero muito que dê certo pela história. É isso que interessa &#8211; conta, modesto. </p>
<p>Criado em Limoeiro, cidade do agreste pernambucano, o ator de 31 anos, teve seu primeiro contato com a arte da interpretação na escola, ao encenar comédias de Ariano Suassuna em sala de aula e não parou mais. Foi no teatro que ele começou a criar cadernos para cada um de seus personagens, como uma forma de mergulhar em cada trabalho, experiência que leva consigo também para o cinema. Ideias, sonhos e desenhos são registrados com cuidado em cada folha. E, sempre que conclui um projeto, como quem cumpriu uma missão, guarda o caderninho daquele personagem num baú. </p>
<p>- Tenho uma tendência à maturação da obra. Preciso dessa ritualização. O set, por si só, é muito disperso, cada um faz o seu, então se você não tiver foco, é capaz de não conseguir entrar naquilo e, talvez, de se perder. Então, tenho um tempo de aquecimento, de concentração. Fico imerso no meu caderninho, nas minhas anotações e nos meus desenhos. Para mim é primordial &#8211; explica.</p>
<p>O último caderno a ir para o baú do ator foi o de &#8220;Tropa de elite 2&#8243;, cujas filmagens foram concluídas há menos de um mês. Na aguardada sequência do filme de José Padilha, Irandhir vive o personagem Diogo Fraga, um defensor dos Direitos Humanos que questiona a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Pela primeira vez, ele sentiu a pressão de participar de um potencial <em>blockbuster</em> do cinema nacional.</p>
<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/05/irandhir2.jpg" alt="O ator Irandhir Santos no filme &quot;Tropa de Elite 2&quot;" title="irandhir2" width="550" height="351" class="size-full wp-image-123" /><br />
<em>O ator Irandhir Santos no filme &#8220;Tropa de Elite 2&#8243;</em></p>
<p>- Em momento nenhum, enquanto eu estava fazendo o filme, isso passou pela minha cabeça. Só fui me dar conta disso quando as filmagens acabaram e voltei para a minha cidade. Houve uma curiosidade principalmente para saber como foi o set e como é a história do filme, coisa que nunca aconteceu comigo em nenhum dos outros projetos. Aí é que foi caindo a ficha. Ainda bem, porque o trabalho já está feito &#8211; brinca.</p>
<p>Ao fim de cada filmagem, Irandhir também tem um ritual: não importa o que aconteça, ele sempre volta para sua cidade. </p>
<p>-  Os projetos me trazem e eu fico o tempo que for necessário. Com &#8220;Tropa&#8221; foram quatro meses. Mas sempre existe essa palavra que eu adoro, que é &#8220;retornar&#8221;. Retorno para Recife e retorno para Limoeiro. A gente senta na calçada, que é um lugar quase religioso para a minha família, e lá a gente conversa e mata as saudades. É lá que eu recarrego as baterias. </p>
<p>Assim, morar no Rio ou em São Paulo está fora dos planos do ator.</p>
<p>- Aprendi com Ariano Suassuna uma coisa que veio de &#8220;A Pedra do Reino&#8221;: Quaderna busca as respostas da vida na sua raiz, no sertão.  Estar na minha região e buscar o que é necessário para mim servem para minha experiência como ator. Não é necessário abandonar,  mas permanecer, ir a fundo, pesquisar. Não deixo de fazer trabalhos por isso.</p>
<p>E a filmografia de Irandhir não o deixa mentir.</p>
<p>***<br />
<a href="http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/05/06/em-cartaz-com-tres-filmes-em-maio-irandhir-santos-o-ator-mais-requisitado-da-atual-safra-do-cinema-nacional-916518930.asp" target="_blank">Link da matéria no O Globo</a></p>
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		<title>Datas de Lançamento do Filme Besouro</title>
		<link>http://irandhirsantos.com.br/datas-de-lancamento-do-filme-besouro/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 19:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[besouro]]></category>
		<category><![CDATA[daniel tikhomiroff]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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		<category><![CDATA[pré estreia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Direção João Daniel Tikhomiroff
Confira as datas da pré estreia do filme no Brasil.
19/10 (segunda) – Pré estreia no Rio de Janeiro
20/10 (terça) – Entrevistas e Pré estreia em SP
21/10 (quarta) – Pré estreia em Salvador
22/10 (quinta) – Pré estreia no Recife
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2009/10/obesouro.jpg" alt="obesouro" title="obesouro" width="204" height="300" class="alignnone size-full wp-image-115" /></p>
<p>Direção João Daniel Tikhomiroff</p>
<p>Confira as datas da pré estreia do filme no Brasil.<br />
19/10 (segunda) – Pré estreia no Rio de Janeiro<br />
20/10 (terça) – Entrevistas e Pré estreia em SP<br />
21/10 (quarta) – Pré estreia em Salvador<br />
22/10 (quinta) – Pré estreia no Recife</p>
]]></content:encoded>
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