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	<title>Irandhir Santos &#187; melhor ator</title>
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		<title>Irandhir Santos: Melhor Ator de Longa-Metragem no Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais e Prêmios]]></category>
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		<description><![CDATA[Nação Cultural, 08/08/2010
Festival de Cinema de Triunfo encerra sua 3ª edição distribuindo R$ 44 mil em prêmios
O pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz, foi o grande vencedor da mostra competitiva
O 3º Festival de Cinema de Triunfo, que este ano homenageou a TV Viva e a atriz pernambucana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nação Cultural, 08/08/2010</strong></p>
<p><strong>Festival de Cinema de Triunfo encerra sua 3ª edição distribuindo R$ 44 mil em prêmios</strong><br />
<em>O pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz, foi o grande vencedor da mostra competitiva</em></p>
<p>O 3º Festival de Cinema de Triunfo, que este ano homenageou a TV Viva e a atriz pernambucana Virgínia Cavendish, chegou ao fim neste último sábado (7) com a Mostra Especial do Sertão e a aguardada cerimônia de premiação, no Theatro Cinema Guarany. Durante seis dias, os triunfenses puderam aproveitar uma verdadeira maratona audiovisual com oficinas de cinema, seminário, exposição temática e, claro, a exibição gratuita de 47 produções de todas as regiões do Brasil. Quarenta e quatro delas participaram das mostras competitiva e especial, nos formatos Digital e 35mm. Foram distribuídos R$ 44 mil em prêmios. E o grande vencedor do Festival foi o filme pernambucano Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz. O longa-metragem, em 35 mm, levou sete prêmios para casa.</p>
<p>Os filmes inscritos no 3º Festival de Cinema de Triunfo, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com apoio da Prefeitura de Triunfo, concorreram à premiação nas categorias Curta-Metragem Nacional, Curta-Metragem Infanto-Juvenil, Curta-Metragem Pernambucano e Longa-Metragem Nacional. As produções ainda foram contempladas, com o troféu Caretas, em categorias específicas, que não concorreram à premiação em dinheiro. Foram elas: Melhor Direção, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Produção, Melhor Som, Melhor Roteiro, Melhor Ator e Melhor Atriz.</p>
<p>Os filmes foram avaliados por um júri oficial &#8211; formado por Roger de Renor (PE), Adelina Pontual (PE), Rosângela Rocha (SE), Tony Viegas (RJ), Itamar Borges (GO) e Zé José (RJ) – e por um júri popular, representado por estudantes e professores de Triunfo que participaram de cursos sobre crítica de cinema, promovidos pela Fundarpe.  Cada júri distribuiu, separadamente, R$ 22 mil em prêmios, sendo R$ 10 mil para o melhor longa-metragem 35mm ou digital; R$ 4 mil para o melhor curta-metragem 35mm ou digital; R$ 4 mil para o melhor curta-metragem pernambucano; e R$ 4 mil para o melhor curta-metragem infanto-juvenil.</p>
<p>Na categoria Longa-Metragem Nacional, o júri oficial premiou o ficcional Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz. Este ainda se destacou nas categorias especializadas de Longa-Metragem, levando os prêmios de Melhor Filme do Festival, Melhor Roteiro, Melhor Montagem, Melhor Ator, Melhor Fotografia e Melhor Direção. Já o júri popular escolheu como melhor filme O Homem que Engarrafava Nuvens, do pernambucano Lírio Ferreira, que também foi congratulado com o prêmio de Melhor Trilha Sonora de Longa-Metragem.</p>
<p>Na categoria Curta-Metragem Nacional, o júri oficial premiou o documentário Bailão, de Marcelo Caetano (SP). Já o júri popular elegeu como melhor filme o ficcional Recife Frio, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, que também foi premiado nas categorias especializadas de curta-metragem com Melhor Direção e Melhor Roteiro.</p>
<p>Na categoria Curta-Metragem Pernambucano, o júri oficial premiou o ficcional Bode Movie, de Taciano Valério. Já o júri popular preferiu o documentário Do Morro?, de Mykaela Plotkin e Rafael Montenegro. Na categoria Curta-Metragem Infanto-Juvenil, o júri popular elegeu como melhor filme a animação Mocó Jack, de Luiz Botosso e Thiago Veiga (GO). Já o júri oficial deu o prêmio ao ficcional Reisado Miudim, de Petrus Cariry (CE).</p>
<p>Nesta edição, a Fundarpe conferiu prêmios de menção honrosa aos filmes Patativa do Assaré &#8211; Ave Poesia, de Rosemberg Cariry (CE) e Incenso, do pernambucano Marco Hanois (in Memorian). A Federação Pernambucana de Cineclubismo (FEPEC), que foi criada na primeira edição do Festival de Cinema de Triunfo, também concedeu menção honrosa aos filmes Homem-bomba, de Tarcísio Puiati (RJ), e Bailão, de Marcelo Caetano (SP), e o prêmio de Melhor Filme para Reflexão ao curta pernambucano Recife Frio, de Kleber Mendonça Fillho.</p>
<p>Conheça a lista completa dos vencedores do 3º Festival de Cinema de Triunfo:</p>
<p>Júri Oficial</p>
<p><strong>Melhor Longa-Metragem Nacional</strong><br />
Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Nacional</strong><br />
Bailão (Documentário, 35 mm, 2009, 17 minutos, SP), de Marcelo Caetano</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Infanto-Juvenil</strong><br />
Reisado Miudim (Ficção, Digital, 2008, 13 minutos, CE), de Petrus Cariry</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Pernambucano</strong><br />
Bode Movie (Ficção, Digital, 2010, 12 minutos, PE), de Taciano Valério</p>
<p>Júri Popular</p>
<p><strong>Melhor Longa-Metragem Nacional</strong><br />
O Homem que Engarrafava Nuvens (Documentário, 35mm, 2008, 105 minutos, PE), de Lírio Ferreira</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Nacional</strong><br />
Recife Frio (Ficção, 35mm, 2009, 20 minutos, PE), de Kleber Mendonça Filho</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Infanto-Juvenil</strong><br />
Mocó Jack (Animação, Digital, 2009, 11 minutos, GO), de Luiz Botosso e Thiago Veiga</p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem Pernambucano</strong><br />
Do Morro? (Documentário, Digital, 2009, 20 minutos, PE), de Mykaela Plotkin e Rafael Montenegro</p>
<p>Categorias especializadas</p>
<p><strong>Melhor Direção de Curta-Metragem</strong><br />
Kleber Mendonça Filho por Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, PE)</p>
<p><strong>Melhor Fotografia de Curta-Metragem</strong><br />
Beto Martins por Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos (Documentário, 35 mm, 2009, 12 minutos, PE), de Camilo Cavalcante</p>
<p><strong>Melhor Montagem de Curta-Metragem</strong><br />
João Maria por Faço de mim o que quero (Documentário, 35 mm, 2009, 19 minutos, PE), de Sérgio Oliveira e Petrônio Lorena</p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora de Curta-Metragem</strong><br />
Jean Presser por Maresia (Ficção, 35 mm, 2009, 9 minutos, RS), de Christian Schneider e Natália Piva</p>
<p><strong>Melhor Direção de Arte de Curta-Metragem</strong><br />
Fábio Alion por Reminiscências (Ficção, Digital, 2010, 19 minutos, PR), de Aly Muritiba</p>
<p><strong>Melhor Roteiro de Curta-Metragem</strong><br />
Kleber Mendonça Filho por Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, PE)</p>
<p><strong>Melhor Ator de Curta-Metragem</strong><br />
Aleck Nafitali e Rodrigo Costa por Homem-bomba (Ficção, 35 mm, 2009, 13 minutos, RJ), de Tarcísio Puiati</p>
<p><strong>Melhor Atriz de Curta-Metragem</strong><br />
Helena Gullo Barcelos por Laurita (Ficção, Digital, 2009, 20 minutos, SP), de Roney Freitas</p>
<p><strong>Melhor Roteiro de Longa-Metragem</strong><br />
Marcelo Gomes e Karin Ainouiz por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE)</p>
<p><strong>Melhor Som de Longa-Metragem</strong><br />
A Ilha da Morte (Ficção, 35mm, 2007, 88 minutos, CE), de Wolney Oliveira</p>
<p><strong>Melhor Trilha sonora de Longa-Metragem</strong><br />
O Homem que Engarrafava Nuvens (Documentário, 35 mm, 2008, 105 minutos, PE), de Lírio Ferreira.</p>
<p><strong>Melhor Montagem de Longa-Metragem</strong><br />
Karem Harley por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Melhor Pesquisa de Longa Metragem</strong><br />
Patativa do Assaré – Ave Poesia (Documentário, Digital, 2007, 78 minutos, CE), de Rosemberg Cariry</p>
<p><strong>Melhor Produção de Longa-Metragem</strong><br />
Milena Times e Pérola Braz por Pacific (Documentário, Digital, 2009, 72 minutos, PE), de Marcelo Pedroso</p>
<blockquote><p><strong>Melhor Ator de Longa-Metragem</strong><br />
<strong>Irandhir Santos</strong> por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p></blockquote>
<p><strong>Melhor Fotografia de Longa-Metragem</strong><br />
Heloisa Passos por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Melhor Direção de Longa-Metragem</strong><br />
Marcelo Gomes e Karim Ainouiz por Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE)</p>
<p><strong>Melhor Filme</strong><br />
Viajo porque preciso, volto porque te amo (Ficção, Digital, 2009, 71 minutos, PE), de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz</p>
<p><strong>Menção Honrosa &#8211; Fundarpe</strong><br />
Incenso (Ficção, 35 mm, 2009, 20 minutos, PE), de Marco Hanois (in memorian)<br />
Patativa do Assaré – Ave Poesia (Documentário, Digital, 2007, 78 minutos, CE), de Rosemberg Cariry</p>
<p><strong>Menção Honrosa – FEPEC</strong><br />
Homem-bomba (Ficção, 35 mm, 2009, 13 minutos, RJ), de Tarcísio Puiati<br />
Bailão (Documentário, 35 mm, 2009, 17 minutos, SP), de Marcelo Caetano</p>
<p><strong>Melhor Filme para Reflexão – FEPEC</strong><br />
Recife Frio (Ficção, 35 mm, 2009, 20 minutos, PE), de Kleber Mendonça Filho</p>
<p>***<br />
<em>Via <a href="http://www.nacaocultural.pe.gov.br/festival-de-cinema-de-triunfo-encerra-sua-3-edicao-distribuindo-r-44-mil-em-premios" target="_blank" rel="nofollow">Nação Cultural</a></em></p>
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		<title>5º Prêmio Contigo! de Cinema Nacional: Irandhir Santos concorre na categoria de Melhor Ator</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 22:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Irandhir Santos foi indicado ao Prêmio de Melhor Ator no Prêmio Contigo! de Cinema Nacional. Os outros atores indicados são Cauã Reymond (Se Nada Mais Der Certo), Paulo José (Quincas Berro D’Água), Dan Stulbach (Tempos de Paz), Nelson Xavier (Chico Xavier) e Paulo Miklos (É Proibido Fumar). Só tem fera! 
Para votar clique na imagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://contigo.abril.com.br/blog/premio-cinema/2010/06/15/melhor-ator/" target="_blank" rel="nofollow"><img src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2010/07/premio-contigo.jpg" alt="premio-contigo" title="premio-contigo" width="550" height="473" class="alignnone size-full wp-image-190" /></a></p>
<p><strong>Irandhir Santos</strong> foi indicado ao <strong>Prêmio de Melhor Ator</strong> no <a href="http://contigo.abril.com.br/blog/premio-cinema/category/premio-cinema-2010/">Prêmio Contigo! de Cinema Nacional</a>. Os outros atores indicados são Cauã Reymond (Se Nada Mais Der Certo), Paulo José (Quincas Berro D’Água), Dan Stulbach (Tempos de Paz), Nelson Xavier (Chico Xavier) e Paulo Miklos (É Proibido Fumar). Só tem fera! </p>
<p>Para votar clique na imagem acima ou acesse o link a seguir: <a href="http://contigo.abril.com.br/blog/premio-cinema/2010/06/15/melhor-ator/" target="_blank" rel="nofollow">http://contigo.abril.com.br/blog/premio-cinema/2010/06/15/melhor-ator/</a></p>
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		<title>Ator Pernambucano em Ascenção</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Irandhir Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Diário de Pernambuco
Atuação // Melhor ator coadjuvante no 2º Festival Paulínia de Cinema, Irandhir Santos conta sobre os novos planos
André Dib
andredib.pe@diariosassociados.com.br
Premiado como melhor ator coadjuvante pelo trabalho no filme Olhos azuis, de José Joffily, o ator Irandhir Santos 
foi um dos destaques do 2º Festival Paulínia de Cinema. Na festa de encerramento do evento, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diário de Pernambuco<br />
Atuação // Melhor ator coadjuvante no 2º Festival Paulínia de Cinema, Irandhir Santos conta sobre os novos planos<br />
André Dib<br />
<a href="mailto:andredib.pe@diariosassociados.com.br">andredib.pe@diariosassociados.com.br</a></p>
<p>Premiado como melhor ator coadjuvante pelo trabalho no filme Olhos azuis, de José Joffily, o ator Irandhir Santos <img class="alignleft size-full wp-image-64" title="Foto Noticia" src="http://irandhirsantos.com.br/wp-content/uploads/2009/09/irandhir-foto-noticia.jpg" alt="Foto Noticia" width="123" height="92" /><br />
foi um dos destaques do 2º Festival Paulínia de Cinema. Na festa de encerramento do evento, na última quinta-feira, os aplausos e sorrisos são a prova de que o evidente talento deste pernambucano de 30 anos conquistou mais adeptos. Desta vez, não como o Maninho de Baixio das bestas ou o Quaderna, de A pedra do reino, apenas para citar dois de seus grandes momentos. E sim como Nonato, o brasileiro que há dez anos mora nos EUA, mas amarga o pão que o diabo amassou na mão de Marshall, chefe do departamento de imigração do aeroporto JFK.</p>
<p>Em entrevista ao Diario, Irandhir conta como construiu esse novo personagem e os desafios da interpretação em outra língua e as três novas produções em que participa: A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água, de Sérgio Machado sobre livro de Jorge Amado; Besouro, de João Daniel Tikhomiroff; e A hora e vez de Augusto Matraga, de Vinícius Coimbra, que será rodado em Minas Gerais, com João Miguel no papel principal. De quebra, aproveita para contar sobre os novos planos para a carreira.</p>
<p>Entrevista // Irandhir Santos</p>
<p>Qual sua visão do filme de Joffily?</p>
<p>É um filme que trata da questão da diferença. E deixa claro que ela existe porque impomos isso de alguma maneira, como fator externo. Quando Nonato vê a filha com olhos azuis, me pergunto o porquê de Marshall se sentir tão superior, se ele é tão igual a mim.</p>
<p>Como Nonato foi construído?</p>
<p>Li muito o roteiro, sempre desconstruindo e cortando, rasgando o personagem. A partir das orientações do diretor, acrescentei a minha parte. No roteiro há muito o Nonato empreendedor, que sai do país para ganhar a vida. Quis imaginar outras situações, trazer mais humanidade para ele.</p>
<p>Foi difícil interpretar em inglês?</p>
<p>Tive que estudar, pois não tinha muito domínio do inglês. Também fui para a cultura americana, procurei saber o que existe lá que moveria alguém a sair de seu país. Comecei a contatar brasileiros que moravam lá, fiz entrevistas, procurei imagens.</p>
<p>Que imagens?</p>
<p>Os olhos foram imagens que mais captei. Gosto muito de olhos azuis e o desafio era olhar para eles e sentir o inverso. Adoro minha avó materna, a lembrança de carinho ligada a olhos azuis vem dela. Sentir o contrário foi um desafio.</p>
<p>Como foi a iniciação no teatro e a formação de ator profissional?</p>
<p>Minha recordação mais antiga está ligada à escola em que estudei em Limoeiro. É um lugar tradicional, administrado por freiras que trabalhavam teatro e arte-educação com os alunos. Quando fui estudar o segundo grau no Recife, também queria um colégio que tivesse teatro, mas fui para o Colégio Militar, pois meus pais me convenceram que era bom para passar no vestibular. Por sorte, um dos alunos de lá se formou e retornou para dar aulas de teatro.</p>
<p>Quem era ele?</p>
<p>André Cavendish. Foi meu primeiro professor de teatro. Lá eu tive a certeza de que queria continuar no palco. Então juntei a necessidade dos meus pais de ter que fazer universidade com a minha, de fazer teatro.</p>
<p>Qual era seu foco de estudo na universidade?</p>
<p>Na UFPE eu trabalhava com o corpo como expressão. Já na universidade procurava essa linha. Tive como professor Roberto Lúcio, que desenvolveu um trabalho muito bom. Foi também quando me aproximei de amigos como Kléber Lourenço e Jorge de Paula. Em Olhos azuis, dez minutos antes de rodar a sequência da arma, utilizei exercícios que aprendi na universidade, de respiração e exaustão física pra abrir o canal para as emoções.</p>
<p>Qual o papel mais difícil que já fez?</p>
<p>Gosto quando tenho tempo para a preparação. Para mim, é primordial. No teatro é possível, geralmente tenho seis meses para isso. No cinema não é assim, mas tive sorte de pegar papéis no qual existiam esse tempo disponível. De todos, o Quaderna foi o mais difícil, pela própria complexidade do personagem. O próprio Ariano (Suassuna) o define como quatro personagens: o palhaço, o rei, o contador e o sertanejo. E o Luiz (Fernando Carvalho, diretor de A pedra do reino) me deu um Quaderna velho, amadurecido. O momento em que cada um deveria aparecer foi um desafio grande, dividido com profissionais que me deram suporte.</p>
<p>O que faz sua profissão valer a pena?</p>
<p>Ultimamente, é o fato de poder exercê-la, de poder viver isso. Só por isso, já me sinto premiado. Quando esteve em Taperoá, Fernanda Montenegro disse: &#8220;nosso prêmio é o nosso ofício&#8221;. Pois temos que enfrentar uma batalha diária, com quase todas as dificuldade e ainda lidar com o lado criativo. Equilibrar isso é a grande questão. Fico feliz quando penso no que já fiz e no que ainda tenho para fazer.</p>
<p>Quando você voltará ao teatro?</p>
<p>Ainda este ano. Estou ensaiando semanalmente com o Grupo Visível (Visível Núcleo de Criação), que Kléber Lourenço montou para retomar o ator como criador da história. O nome do projeto é Daquilo que move o mundo. Ele trabalha a dramaturgia com exercícios cênicos coordenados pelo dramaturgo Felipe Botelho. A ideia é iniciar o trabalho no Recife e no fim do ano vir pra Campinas para a preparadora Tiche Vianna, que tem um excelente trabalho com a comédia dell&#8217;arte, lapidar e fazer o que quiser com nossos corpos. Pra mim será uma retomada. Há três anos não faço teatro e esse é um grupo que gosto muito, ligado à universidade, com um senso de pesquisa e continuidade que me interessa.</p>
<p>Fale sobre o personagem que você faz em Besouro. Ele é um vilão?</p>
<p>É. Seu nome é Noca de Antonia. Para fazê-lo, tive que trabalhar com sombras. A preparadora de elenco, Fátima Toledo, disse que os capoeiristas são a luz e nós precisamos das sombras, que sou eu e o coronel. Então tive que ativar o que há de pior em mim. Sou muito recatado, mas em um dos exercícios ela me &#8220;destampou&#8221; e tudo que estava reprimido saltou com a raiva. Para ativar minha sombra falei todos os palavrões e coisas sujas.</p>
<p>Como foi a experiência de filmar A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água, com atores veteranos como Paulo José, Marieta Severo e Mariana Ximenes?</p>
<p>Também foi com Fátima, só que o filme é uma comédia. Eu faço o Cabo Martin, um dos quatro amigos de Quincas. A grande questão foi trabalhar o tema morte de um grande amigo, uma grande perda. Apesar de ser comédia, tive que trabalhar de maneira muito séria. Ver Paulo José morto é algo bem doloroso, então parti daí. A ideia do Sérgio (Machado, o diretor do filme) é que o cômico não estivesse nos personagens, mas sim nas situações absurdas. Os filmes dos irmãos Cohen foram referências.</p>
<p>Ultimamente, você tem recebido muitos convites. O que te faz escolher um projeto?</p>
<p>Sempre escolho a partir do que me toca naquele momento da vida. Os filmes que faço têm me ensinado lições importantes. Trabalhar com Luís Fernando Carvalho e Cláudio Assis me fez redescobrir o lugar onde nasci. Naquele momento estava em dúvida se ficava lá ou ia para o Recife. Meu olhar para aquela região mudou muito. No caso de Olhos azuis, senti que deveria fazer pelo roteiro, uma história fantástica, por Joffily, diretor que já admirava e pelo desafio, pois a maioria das cenas são em inglês, língua em que não tenho tanta prática.</p>
<p>O que te atraiu na refilmagem de A hora e a vez de Augusto Matraga?</p>
<p>Guimarães Rosa foi primeiro autor que entrou lá em casa, período que lembro muito do meu pai. Ele lia muito e conversava sobre a obra, tinha olhar peculiar. Ele achava que Guimarães mostrava um sertão cru, forte, seco. E minha mãe via o contrário, via poesia. Então sempre havia discussão. Quando fiz A pedra do reino, me debati com o Sertão de Ariano, colorido e alegre de pessoas que se encantam com sua raiz. Agora sinto a necessidade de viver o sertão duro, seco, para haver um diálogo.</p>
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